Meio ambiente

O plástico que enforcou um tubarão

2018 não tá fácil pro oceano, viu? No finalzinho de outubro, o fotógrafo polonês Jacek Dybowsky, registrou uma cena muito chocante: um plástico ficou preso no pescoço de um tubarão, cobrindo as fendas branquiais e causando uma asfixia lenta. Ele pensou em ajudar o tubarão, mas não conseguiu (afinal, é um tubarão, né?).

Ele ficou bem impressionado e disse que nunca tinha visto nada parecido em seu trabalho com fotografia subaquática. O mergulho foi no Mar Vermelho e era um tubarão-galha-branca-oceânico. A hipótese é que o plástico era de um equipamento de mergulho. Ele disse que ficou devastado :(




Há 10 dias uma baleia cachalote foi encontrada morta na Indonésia com 6kg de plástico no estômago. Foram encontradas 19 peças de plástico rígido, 4 garrafas PET, 25 sacolinhas plásticas, 2 chinelos, 115 copos descartáveis e pedaços de barbante. A Indonésia compõe o grupo dos países que mais poluem os oceanos: em conjunto com a China, as Filipinas, a Tailândia e o Vietnã, são responsáveis pelo descarte de 60% de todo o plástico que vai parar nos oceanos.

Em abril desse ano, uma outra cachalote foi encontrada morta com 29kg de plástico no estômago em Murcia, na Espanha.

O Menos 1 Lixo lançou em junho a websérie Mares Limpos, que fala sobre todos os impactos do nosso consumo irresponsável e desenfreado do plástico descartável. Nós descartamos 8 milhões de toneladas dele nos oceanos todos os anos e estamos matando o planeta. Se não tomarmos nenhuma atitude HOJE, em 30 anos, vamos ter mais plástico do que peixe nos oceanoso . Precisamos nos responsabilizar e agir. Ou você ainda acha que isso não é um problema seu? Dá um play no primeiro episódio da websérie pra entender o tamanho do problema


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O que faz o Ministério do Meio Ambiente?

Com as eleições e a mudança presidencial, muito tem se falado do Ministério do Meio Ambiente, já que o presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu, inicialmente, fundir as pastas da Agricultura com a do Meio Ambiente. Depois da eleição, o presidente voltou atrás e decidiu manter os ministérios separados, pela pressão popular e dos ruralistas. Mas você sabe pra que serve o Ministério do Meio Ambiente e quais os perigos da união dessas pastas? Vamos falar sobre isso?

O Brasil é uma República Federativa que tem o seu Poder Executivo composto por 23 ministérios (novembro de 2018), cada um deles sob tutela de um ministro que é, em tese, capaz de gerir os assuntos competentes à pasta daquele departamento O Ministério do Meio Ambiente (MMA) foi criado em novembro de 1992 com o objetivo de garantir que sejam implementadas políticas públicas ambientais no âmbito nacional.

Há um ano, estabeleceu-se novamente as competências do Ministério do Meio Ambiente sob a presidência de Michel Temer, na lei 13.502. É, portanto, de competência do MMA:

  • as políticas nacionais dos recursos hídricos e do meio ambiente
  • as políticas de preservação, conservação e utilização sustentável dos ecossistemas, da biodiversidade e das florestas;
  • a proposição de estratégias, mecanismos e instrumentos econômicos e sociais para melhorar a qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais;
  • as políticas de integração do meio ambiente e da produção;
  • as políticas e programas ambientais para a Amazônia Legal;
  • o zoneamento ecológico-econômico

E fazem parte do MMA algumas secretarias importantes:

  • Secretaria de Mudança do Clima e Florestas
  • Secretaria da Biodiversidade
  • Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental
  • Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável
  • Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental

Ainda existem algumas entidades vinculadas ao MMA, chamadas de autarquias, que são empresas que realizam atividades para o Estado de forma descentralizada e com autonomia. É o Caso do IBAMA, por exemplo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Ele foi criado em 1989 e é o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA). Também tem a competência da preservação e conservação do patrimônio natural através da fiscalização. E é o IBAMA quem concede licenças ambientais.

Fonte: IBAMA

Também são entidades vinculadas ao MMA, a Agência Nacional das Águas, dedicada a garantir a execução a Lei das Águas do Brasil, n. 9433, que tem como uma de suas diretrizes garantir acesso à água de qualidade para toda a população. Com segurança e consciência dos nossos recursos.

Também está vinculado ao MMA, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) que tem como missão executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação e também proteger, fiscalizar e monitorar as Unidades de Conservação do Brasil.

Você consegue entender toda a estrutura do Ministério do Meio Ambiente por aqui.


Esse ano, a WWF lançou um relatório do financiamento público em meio ambiente no Brasil. E isso é fundamental pra gente entender a desvalorização que as florestas, as unidades de conservação e a preservação dos nossos recursos naturais têm no desenvolvimento das políticas públicas. Na Lei Orçamentária de 2018, o MMA recebeu um orçamento menor do que o da Câmara dos Deputados e do Senado. Ele recebeu 10% da verba recebida pelo Ministério de Minas e Energia e tem autorização para investir um pouco mais de 20% de todo o orçamento do Ministério da Agricultura.

É fundamental entendermos as estruturas políticas capazes de proteger e decidir sobre as questões ambientais do Brasil. Só assim somos aptos a cobrar melhores alternativas pro que é nosso e contribuir com o desenvolvimento sustentável do país. Vamos?


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Quanto custa a poluição pra nossa economia?

Você sabe quanto custa os impactos do plástico pra nossa economia? Qual é de fato a pegada ecológica dele? O plástico é produzido a partir de combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural e ele traz problemas muito sérios pra questão da poluição ambiental, pro aquecimento global e pro efeito estufa. Você já pensou nisso? A Fe Cortez propõe uma reflexão macro e econômica sobre os impactos do plástico, para além do impacto ambiental. Vamos?

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Dos rios para o mar

Os rios são fundamentais para a distribuição dos nutrientes necessários para manutenção da vida dos ecossistemas do planeta. O Rio Amazonas, que coabita com a Amazônia, é o maior em volume do mundo e 20% das águas que chegam nos oceanos pelos rios vêm direto dele. Tudo está conectado. Os rios ao redor do mundo já sofrem com a poluição. Eles desaguam 3 milhões de toneladas de plástico todos os anos para os oceanos. Então se você acha que mora longe do mar e não tem nada a ver com isso.. bom, dá um play pra saber :)

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Você sabe o que são os microplásticos?

Você já parou pra pensar como a pesca impacta os oceanos? A gente fala muito por aqui do lixo plástico descartável e dos que consumimos diariamente (e muitos são recicláveis, mas já sabemos que não são necessariamente reciclados, né?). A Fe Cortez foi conhecer alguns projetos sustentáveis pra entender como o meio ambiente reage a um assunto tão sério como a pesca ilegal. As redes de pesca, por exemplo, são extremamente perigosas pro ecossistema marinho e pro desenvolvimento sustentável dos oceanos. Quer saber como? Dá um play pra entender qual é a nossa responsabilidade social nesse cenário.

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Uma casa Lixo Zero

No Cidades e Soluções de junho de 2018, André Trigueiro mostra iniciativas Lixo Zero que deram super certo, desde a blogueira Lauren do Trash is for Tossers, do restaurante Teva, no Rio, ou da primeira cidade Lixo Zero do Japão. A idealizadora do Menos 1 Lixo, Fe Cortez, mostrou como faz pra ter uma casa lixo zero, especialmente quando lida com o lixo orgânico.

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Sobre o Prêmio Lixo Zero

No último sábado, dia 20 de Outubro, rolou o primeiro Prêmio Lixo Zero do Brasil, uma realização do Instituto Lixo Zero Brasil em conjunto ao Menos 1 Lixo, com o apoio da Aspen Pharma e Purificadores Europa.


A cerimônia ocorreu às 19h no Auditório do Museu do Amanhã, contando com a presença de aproximadamente 200 pessoas, entre elas ouvintes, palestrantes e concorrentes.


O Prêmio Lixo Zero tem por objetivo promover e disseminar os melhores projetos brasileiros que representam a tomada de atitudes sustentáveis em prol do nosso meio ambiente. Promovendo reconhecimento, valorização e visibilidade às práticas que contribuem e reforçam o desenvolvimento do conceito “Lixo Zero” no Brasil.


“São muitas as boas práticas no Brasil, algumas com reconhecimento internacional, esta iniciativa valoriza o trabalho destes virtuosos.”

- Rodrigo Sabatini, presidente do Instituto Lixo Zero Brasil


Desse modo, a premiação foi dividida em seis categorias, visando abranger diferentes áreas dentro da sustentabilidade. Foi um total de 18 concorrentes, três por categoria, uma curadoria do Instituto Lixo Zero Brasil, cuja votação era aberta ao público, democratizando a escolha dos vencedores.


O evento foi aberto por uma fala do Rodrigo Sabatini, enfatizando a importância de um prêmio como o tal aqui no país, seguida de uma breve palestra do italiano Stefano Ambrosini, sobre o Lixo Zero na Itália. A noite contou com uma surpresa: premiações especiais para alguns destaques do ano, que também mereciam o apoio e reconhecimento na pauta da sustentabilidade.

Recebendo o prêmio de Certificação do Ano estavam Francisco Nilson Moreira, Eduardo Azambuja , Ricardo Emediato e Kallel Kopp, representando a R2 Produções, uma produtora de eventos que desvia o mínimo possível para os aterros sanitários. A cidade sulista, Florianópolis também foi premiada como a Cidade Lixo Zero, e quem recebeu a honra foi o vice-prefeito, Sr. João Batista Nunes.

Além destes, Jean Peliciari, líder do Dia da Limpeza Brasil e Let's Do It Brasil, levou para casa o prêmio de Revelação do Ano. E o ambientalista, André Trigueiro foi nomeado como Jornalista do Ano, por trazer à tona a temática da sustentabilidade na imprensa tradicional brasileira.

Após essa etapa, a Fe Cortez, idealizadora do movimento Menos 1 Lixo, teve a honra de apresentar e conceder os demais prêmios da noite.


A primeira categoria premiada foi Conscientização e Educação, projeto cujo maior objetivo é sensibilizar as pessoas, seja através da arte, teoria ou prática com resíduos. Concorrendo estavam o Instituto Ecosurf, uma organização criada por surfistas comprometidos com o combate à poluição nas praias e conservação dos oceanos, o movimento Pimp My Carroça, que dá visibilidade aos catadores, aumentando suas rendas, de maneira lúdica, usando o grafiti como ferramenta de sensibilização, e a Universidade Estadual de Santa Catarina, UDESC, que almeja contribuir para uma sociedade mais justa e democrática em prol da qualidade de vida e do desenvolvimento sustentável do Estado de Santa Catarina. E quem levou o prêmio pra casa foi o movimento Pimp My Carroça.


A categoria seguinte foi Redução e Reuso, premiando idéias que visam a redução do lixo, seja com atitudes ou produtos de reutilização e não de descarte. Concorreram Meu Copo Eco, um negócio de impacto que evita que mais de 1 bilhão de copos descartáveis se acumulem nos oceanos, Favela Orgânica, iniciativa pioneira nas comunidades do Rio de Janeiro com conceitos como consumo consciente, compostagem e hortas em pequenos espaços, e também o Banco de Resíduos, que visa transformar o desperdício em riqueza, incentivando ações empresariais sustentáveis na indústria. Nessa categoria o vencedor foi o Meu Copo Eco, representado pela Larissa Kroeff.


A premiação contou com a categoria Reciclagem ou Sistemas de Reciclagem, de empresas ou instituições que fazem parte da cadeia da reciclagem. Os participantes eram a YouGreen, uma cooperativa de catadores que realiza o trabalho de coleta seletiva, triagem, conscientização e logística reversa de resíduos recicláveis, a Cooperativa Ecco Ponto que começou com o objetivo de tirar as garrafas do rio, e hoje é fonte de renda de catadores e suas famílias, e a Proecologic, uma das únicas empresas no país que faz reciclagem de isopor, que já transformou mais de 50 milhões de quilos de resíduos de isopor e poliuretano. O vencedor dessa categoria foi a Proecologic.


Em seguida teve a categoria de Compostagem, empresa ou projeto social que usa a compostagem como negócio. Concorreram o CEPAGRO, que atua com agricultura urbana, desenvolvimento rural sustentável e educação agroecológica, como as hortas escolares, também competiu o Ciclo Orgânico, um negócio social que tem como missão co-criar uma comunidade em que lixo seja solução e não um problema através da compostagem, e a OEKO, empresa de produtos compostáveis para mitigar impactos ambientais, dando um fim correto aos resíduos orgânicos.  O prêmio foi entregue para Marcelo Chiabi, do Ciclo Orgânico.


Após isso vieram ao palco as concorrentes da categoria Estilo de Vida, pessoas que têm mudado seus hábitos e os compartilhando através de redes sociais. Lá estava a Cristal Muniz, dona do blog Um Ano Sem Lixo, no qual ela compartilha dicas práticas e objetivas para uma vida com menos lixo, a criadora da Casa Sem Lixo, Nicole Berndt, que busca uma vida sem desperdícios em família, colecionando experiências ao invés de coisas, e também o Tião Santos, liderança dos catadores no processo de fechamento, em 2012, de Jardim Gramacho, considerado o maior aterro sanitário da América Latina. Quem venceu a categoria foi o blog Um Ano Sem Lixo, da Cristal Muniz.


E por fim foi premiada a categoria Ações Comunitárias, projetos que atuam com pessoas carentes, catadores, sempre tendo o resíduos sólido como base. Concorreram o projeto ReciclAção de coleta seletiva e reciclagem com ênfase na mobilização comunitária, contribuindo para a erradicação dos riscos socioambientais do Morro dos Prazeres, a Revolução dos Baldinhos é a gestão comunitária de resíduos orgânicos sincronizada à prática de Agricultura Urbana em Florianópolis, e o projeto da Ecobarreira, de preservação do Rio Atuba através de um sistema original de materiais reciclados, que coleta lixos flutuantes no rio. O vencedor foi Diego Saldanha, representando o projeto da Ecobarreira.


A noite se encerrou em uma apoteose musical, com a apresentação da banda Lata Doida, utilizando instrumentos construídos a partir de materiais reciclados, envolvendo as dezenas de pessoas que ocupavam o auditório do Museu do Amanhã, fechando com chave de ouro uma noite memorável para o movimento lixo zero e da sustentabilidade no Brasil.


Todos os participantes ali presentes saíram vitoriosos apenas por dedicarem seus respectivos esforços em projetos e ações em prol do meio ambiente.


“É super importante disseminar a mensagem de que é possível produzir menos lixo e viver com mais qualidade. Levar uma vida Lixo Zero é incentivar a autorresponsabilidade de que nós somos o impacto que geramos.”

- Fernanda Cortez, idealizadora do Menos 1 Lixo


O Amanhã será construído através da inspiração. Pensando nas futuras gerações e na conscientização da sociedade. É fundamental revermos e repensarmos nossos hábitos e impactos enquanto moradores do planeta Terra.


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E as pautas ambientais dos presidenciáveis 2018?

O que você prioriza em ano de eleição? O processo democrático tem o voto como uma das ferramentas mais importantes e é o maior exercício de cidadania que a gente pode garantir. Quase sempre as pautas dos presidenciáveis são focadas na economia, na saúde, na segurança e na educação, os pilares que valorizamos em uma sociedade que funciona bem.

Mas você já deu uma olhada nas pautas de sustentabilidade delxs? Será que elas existem de verdade ou são pautas decorativas? Você sabe o que elas abordam? Defender sustentabilidade vai muito além de pensar nas florestas, nos oceanos e nos animais. Significa investir em saneamento básico, defender reservas indígenas e valorizar a qualidade de vida das pessoas que moram no planeta.  

A ONG FunVerde se debruçou nas pautas dos 13 presidenciáveis e você pode ler com calma cada um deles pra entender um pouco mais das propostas.  Também vale ler a matéria completa do Observatório do Clima com todas as propostas dos candidatos para as questões do clima e do aquecimento global.

Retirado do site do Observatório do Clima


O GreenPeace também fez um documento incrível sobre os maiores riscos que cada candidato representa paras pautas ambientais e destacou os mais problemáticos nesse sentido: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Álvaro Dias (Podemos) e a vice-presidenciável de Ciro Gomes (PDT), Kátia Abreu (PMDB).

O candidato do PSL é o campeão dos que promete um retrocesso nas questões socioambientais. Ele se comprometeu com a extinção do Ministério do Meio Ambiente e já se mostrou favorável com a retirada do Brasil do Acordo de Paris 2015. Ele afirmou que quer desempoderar órgãos de fiscalização a crimes ambientais, como o Ibama e quer enfraquecer as regras do licenciamento ambiental. E disse que vai ocupar áreas protegidas e florestadas, como as terras indígenas e quilombolas. Por último, Bolsonaro propõe o armamento dos proprietários rurais e é a favor da PL do Veneno. Ele já foi multado pelo Ibama por pescal em área de proteção ambiental.

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, também apoia e aprova a PL do Veneno, o que choca os ativistas, já que Alckmin é médico e conhece os malefícios dos agrotóxicos pra nossa saúde e do planeta. Ele simplesmente ignora as considerações do INCA, Fiocruz, ONU, Ibama, etc.

Também o candidato Álvaro Dias (Podemos) defende a lei de liberação dos agrotóxicos no Brasil. No caso do presidenciável Ciro Gomes (PDT), a vice Katia Abreu (PMDB) é quem ganha o destaque, já que ela é uma das maiores figuras do agronegócio brasileiro. Em agosto de 2012, a propriedade do irmão da vice presidenciável foi denunciada por quase 60 trabalhadores em condições análogas à escravidão. Também o filho, Irajá Abreu e deputado, é autor de muitas propostas polêmicas quando o assunto é agricultura e reforma agrária. Ela também estaria envolvida em casos de desmatamento e crimes ambientais em Tocantins e o The Guardian já declarou que ela é uma das parlamentares mais perigosas do país, nomeada pelo jornal como a Miss Desmatamento.

Retirado do site do GreenPeace Brasil

É extremamente importante a informação a respeito das pautas ambientais dos presidenciáveis. Educação, saúde, segurança e economia são fundamentais, mas nada disso está desconectado da sustentabilidade. Vamos estudar? A gente transcreveu os dados recolhidos pelo Observatório do Clima sobre todos os candidatos pra te dar essa força. Mas não deixa de ler o conteúdo completo, tá?


CIRO GOMES

Clima

  • Planos de colocar em operação ações para implementar as metas climáticas, de redução da emissão dos gases de estufa até 2020, definidas pelo Acordo de Paris e articular com outros países para que façam o mesmo;
  • Desenhar modelo de precificação da poluição (definição de formas de taxação para quem polui ou aprimoramento do mercado de certificados de emissão de carbono), com a criação de mecanismos de compensação financeira para atividades de impacto;
  • Desenvolver um sistema com informações sobre a emissão de carbono no país, por emissor.

Energia

  • Estimular adoção de energias renováveis como biocombustíveis, biomassa, hidráulica, solar e eólica, por meio de políticas públicas;
  • Promover a coordenação entre os atuais sistemas e linhas de financiamento destinadas à pesquisa ambiental e de sustentabilidade, incluindo a área de energia;
  • Petróleo: recomprar todos os campos de petróleo brasileiros vendidos ao exterior após a Lei da Partilha, pagando indenizações.

Desmatamento

  • Desenhar estratégia para redução do desmatamento;
  • Implementar as Unidades de Conservação (UCs) já criadas no Brasil com as devidas indenizações e/ou reassentamentos;
  • Elaborar plano de formação de arranjos produtivos locais no entorno dessas unidades, voltados para a prestação de serviços às mesmas, bem como o desenvolvimento do turismo sustentável
  • Criar concessões à iniciativa privada de áreas e equipamentos de uso público para exploração econômica de serviços permitidos em UCs;
  • Apoiar gestão das associações produtivas das comunidades da floresta e a implantação da infraestrutura necessária ao desenvolvimento das cadeias produtivas.

Agricultura

  • Ordenar uso e ocupação das terras no Brasil, destinando áreas a sistemas produtivos em regiões já modificadas pela ação humana;
  • Compatibilizar as agendas Marrom (Política Nacional de Meio Ambiente), Verde (Novo Código Florestal) e Azul (Política Nacional de Recursos Hídricos);
  • Desenvolver defensivos agrícolas específicos para as nossas culturas, de menor conteúdo tóxico para pessoas e o meio ambiente; incentivar a adoção de sistemas de controle alternativos na agricultura.


GERALDO ALCKMIN

Clima

  • Perseguir “com afinco” as metas assumidas no Acordo de Paris;
  • Usar os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) como referência no relacionamento externo brasileiro.

Energia

  • Priorizar políticas que permitam às regiões Norte e Nordeste desenvolver suas potencialidades em áreas como energias renováveis, turismo, indústria, agricultura e economia criativa

Desmatamento

  • Nada consta

Agricultura

  • Reforçar a liderança do Brasil na agricultura pela transformação do Plano Safra em um plano plurianual para dar previsibilidade às regras da política agrícola;
  • Garantir a paz e a segurança agrícola no campo.


GUILHERME BOULOS

Clima

  • Honrar os compromissos assumidos no Acordo de Paris: reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e restaurar 120 mil km² de florestas até 2030;
  • Reconhecer os “direitos da natureza” na Constituição, como foi feito por países como Equador e Bolívia

Energia

  • Superar o uso dos combustíveis fósseis e realizar a transição para energias renováveis de baixo carbono (como a eólica e a solar), proibir o fraturamento hidráulico do gás de xisto, que tem alto impacto ambiental;
  • Transportes: modernizar o setor, priorizar o transporte coletivo e sob trilhos (para carga e passageiros); reverter a cultura do automóvel nas grandes cidades;
  • Estimular o carro elétrico e reduzir a demanda de petróleo;
  • Usinas nucleares: manter as Usinas Angra 1 e 2 em operação até o fim de sua vida útil; suspender as obras e rediscutir com a sociedade civil a continuidade do projeto de Angra 3;
  • Usinas hidrelétricas: suspender as construções de novas usinas;
  • Pré-sal: reverter toda a legislação de privatização da exploração do petróleo e da Petrobras;
  • Transformar a Petrobras de uma empresa de petróleo em uma empresa de energia pública “democraticamente gerida”, com um setor voltado para desenvolver energias renováveis.

Desmatamento

  • Zerar o desmatamento em todos os biomas em uma década: para isso, será preciso estabelecer meta para restaurar florestas com espécies nativas;
  • Estabelecer política de estímulo ao aumento da produtividade agrícola nas áreas já desmatadas;
  • Promover aumento da eficácia na fiscalização da atividade agropecuária e grilagem de terra; confiscar bens associados a crimes ambientais;
  • Criar novas áreas protegidas;
  • Usar a tributação para o estímulo à conservação, com o combate à sonegação do imposto territorial rural (ITR).

Agricultura

  • Criar incentivos financeiros para aumentar a produtividade e alterar a matriz produtiva agropecuária;
  • Fomentar a agricultura de alimentos saudáveis, priorizando vegetais, “voltada para a segurança alimentar do povo brasileiro”;
  • Limitar a produção de commodities para exportações.


JAIR BOLSONARO

Clima

  • Nada consta; candidato afirmou à imprensa que pretende retirar o Brasil do Acordo de Paris, por ele representar “ameaça à soberania nacional”

Energia

  • Desenvolver o potencial do Nordeste em fontes renováveis: solar e eólica; expandir a produção de energia e toda a cadeia relacionada, como produção, instalação e manutenção de painéis fotovoltaicos;
  • Realizar o licenciamento ambiental de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no prazo máximo de três meses;
  • Aumentar o papel do gás natural na matriz elétrica nacional.

Desmatamento

  • Nada consta

Agricultura

  • Criar uma nova estrutura federal agropecuária, responsável por: política e economia agrícola (inclui comércio); recursos naturais e meio ambiente rural; defesa agropecuária e segurança alimentar; pesca e piscicultura; desenvolvimento rural sustentável; inovação tecnológica.


JOÃO AMOÊDO

Clima

  • Nada consta

Energia

  • Ampliação da energia renovável na matriz energética;
  • Dar fim aos subsídios à energia não renovável, como gasolina e diesel.

Desmatamento

  • Eliminar o desmatamento ilegal;
  • Reduzir definitivamente o desmatamento ilegal na Amazônia Legal, com mais tecnologia e fiscalização (sic).

Agricultura


FERNANDO HADDAD

Clima

  • Introduzir agenda estratégica de transição ecológica, que colocará as políticas ambientais, territoriais, regionais, produtivas, tecnológicas, científicas e educacionais como aliadas;
  • Realizar uma reforma fiscal verde, com aumento progressivo do custo da poluição e prêmio à inovação de baixo carbono;
  • Desonerar investimentos “verdes” (isenção de IPI, dedução de tributos embutidos em bens de capital e recuperação imediata de ICMS e PIS/COFINS), reduzindo o custo tributário do investimento verde em 46,5%;
  • Sem elevar a carga tributária, criar um tributo sobre carbono, que já foi adotado em vários países para aumentar o custo das emissões de gases de efeito estufa;
  • Apoiar e incentivar os estados e municípios a adotarem uma política de gestão ambiental urbana que proporcione redução do consumo de energia, da emissão de poluentes que afetam a qualidade do ar, solo e água e de gases de efeito estufa.

Energia

  • Construir um modelo energético que terá como diretrizes: 1) a retomada do controle público, interrompendo as privatizações; 2) ampliação dos investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica  e biomassa); 3) tarifas justas; e 4) participação social;
  • Retomar o papel estratégico da Eletrobrás e da Petrobras;
  • Instalar kits fotovoltaicas em 500 mil residências por ano;
  • Impulsionar a micro e mini geração de energia renovável pela possibilidade de venda do excedente de energia produzido por residências e empresas;
  • Modernizar o sistema elétrico existente: usinas geradoras, substituição de combustíveis líquidos e carvão por gás natural e biocombustível, incorporação das tecnologias de futuro nas redes de transmissão (smart grid);
  • Perseguir o aumento da eficiência energética;
  • Fortalecer o Programa Reluz e estender o Programa Luz para Todos para localidades isoladas na Amazônia;
  • Retomar investimentos em infraestrutura de transporte limpa, com diversificação dos meios de transporte, incluindo ferrovias, hidrovias e meios menos poluentes.

Desmatamento

  • Assumir compromisso com a taxa de desmatamento líquido zero até 2022 e com o fim da expansão da fronteira agropecuária;
  • Fiscalizar o cumprimento do Código Florestal, incluindo o Cadastramento Ambiental Rural;
  • Fortalecer a proteção das unidades de conservação e dos demais bens da natureza;
  • Aperfeiçoar os mecanismos de governança em relação à Amazônia, por meio do diálogo federativo e participação social nos processos decisórios.

Agricultura

  • Criar instrumentos que valorizem a produção e a comercialização de produtos agropecuários de forma sustentável; promover a valoração econômica da preservação de recursos naturais nas propriedades rurais;
  • Utilizar, para a expansão da produção agropecuária, os mais de 240 milhões de hectares já abertos para agricultura e pastagens;
  • Implementar o Código Florestal com prazos, “sem mais prorrogações ou atrasos”;
  • Promover uma nova geração de políticas e programas voltados à questão agrária, agricultura familiar e agroecologia no Brasil, com reforma no ambiente institucional;
  • Desenvolver, em parceria com organizações públicas, universidades e sociedade civil projetos estratégicos para os assentamentos rurais.


MARINA SILVA

Clima

  • Alinhar políticas públicas (econômica, fiscal, industrial, energética, agrícola, pecuária, florestal, da gestão de resíduos e de infraestrutura) aos objetivos do Acordo de Paris;
  • Cumprir os compromissos assumidos pelo Brasil com uma estratégia de longo prazo de descarbonizarão da economia, com emissão líquida zero de gases de efeito estufa até 2050;
  • Descarboninzar a estrutura tributária: no curto prazo, aperfeiçoar a contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE, tributo que incide sobre combustíveis), com um adicional segundo a intensidade de carbono;
  • No médio prazo, incorporar uma taxa de carbono ao sistema tributário nacional, no contexto de uma ampla reforma tributária;
  • Implementar o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões e outros mecanismos para introduzir a precificação das emissões de gases de efeito estufa;
  • Promover desenvolvimento urbano que inclua a redução de gases de efeito esfufa entre as prioridades;
  • Apoiar os municípios a implementar planos de contingência e monitoramento de extremos climáticos para a prevenção e mitigação dos impactos.

Energia

  • Mobilidade urbana: desenvolver políticas que estimulem modais com baixa emissão de poluentes, geração de energia limpa, renovável e com eficiência energética; substituir veículos movidos a combustíveis fósseis pelos elétricos e movidos a biocombustíveis;
  • Eletrobrás: privatização será analisada no contexto da política energética nacional; deverá modernizar suas estratégias a fim de incorporar energias renováveis;
  • Petrobras: assumirá papel de liderança nos investimentos em energias limpas;
  • Potencializar a eficiência energética, por meio do estímulo regulatório com incentivos e metas em todas as etapas: geração, transmissão e distribuição até os consumidores;
  • Massificar a instalação de unidades de geração de energia solar fotovoltaica distribuída nas cidades e comunidades vulneráveis: meta é 1,5 milhão de telhados solares fotovoltaicos de pequeno e médio porte até 2022, representando 3,5 GW de potência operacional;
  • Renovabio: implementar o programa de biocombustíveis, que deverá criar 1,4 milhão de empregos até 2030.

Desmatamento

  • Atingir o desmatamento zero no Brasil, no menor prazo possível, com data limite em 2030;
  • Valorizar a floresta em pé, com o desenvolvimento de uma economia florestal e das comunidades tradicionais vinculadas à sua utilização e conservação;
  • Ampliar o sistema de monitoramento de desmatamento, degradação e mudanças na cobertura do solo;
  • Recuperar 12 milhões de hectares de florestas nativas até 2030, como manda o Acordo de Paris e gerar empregos nessa atividade.

Agricultura

  • Ampliar práticas de agricultura de baixo carbono nos Planos Safra anuais, com redução da burocracia e estabelecendo atrativos para adesão ao sistema;
  • Desenvolver programas de compensação financeira que beneficiem comunidades tradicionais e agricultores familiares pela conservação da biodiversidade e ecossistemas.

 

Pra finalizar, a gente vai te dar uma força em alguns links importantes pra essa eleição, tá?

A BBC fez um guia completo de todas as propostas dos presidenciáveis

O Gazeta do Povo reuniu os dados de todos os candidatos aqui

Pra entender mais sobre as coligações partidárias

Pra desenvolver educação política

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Cápsulas de café | Pequenos Lixos, Grandes Problemas

As cápsulas de café entraram na moda nos últimos anos e já tem muita gente que diz não viver sem elas.  Por aqui, no Brasil, elas chegaram nos anos 2000. Parece que foi ontem, né?

Só em 2015, mais de 7 MIL toneladas de cápsulas foram consumidas pelos brasileiros. Vamos falar sobre elas?E qual é o grande problema que elas representam?

As cápsulas são bastante polêmicas ambientalmente, já que são feitas de uma mistura de matérias-primas, geralmente plástico e alumínio, o que já dificulta pra caramba um possível processo de reciclagem. Elas são descartáveis, ou seja, são feitas pra serem usadas em menos 1 minuto, pra um produto tão antigo e tão prático quanto o café. Pra que mesmo a gente precisa das cápsulas?

Você deve tá pensando na cápsula da Nespresso, certo? Elas são feitas de alumínio e, sim, isso é um ponto positivo pra marca, se você descartá-las nos pontos de coleta oferecidos por ela. O alumínio é 100% reciclável, com valor de mercado e, com destino correto, pode voltar à cadeia. Mas você precisa fazer a sua parte, levando as cápsulas no lugar certo. O problema é que são pouquíssimos pelo Brasil. Quer saber como encontrar? Clica aqui.

As cápsulas da Dolce Gusto e das Três Corações são feitas de plástico e alumínio, o que dificulta pra caramba o processo de reciclagem.

E as duas marcas têm pontos de coleta das cápsulas, mas em lugares beeem limitados do Brasil.

Foto: Luiza Restum


Mas vamos falar sobre a reciclabilidade das cápsulas? Na teoria elas são recicláveis e recicladas, mas todo processo demanda recursos: energia, transporte, água, etc, etc, etc… Além disso, pra que isso seja feito, você precisa levar as cápsulas no ponto de coleta. Você faz isso?

Se a gente for pensar na produção, as cápsulas têm muito mais impacto ambiental do que clássicos sacos de café. O café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, então me conta: qual é o objetivo de investir ele em formato descartável? Vamos repensar a necessidade disso? Se você já tem a máquina, vale investir nas cápsulas reutilizáveis.

Quer saber uma coisa bem interessante? O John Sylvan, criador das cápsulas de café, já se declarou arrependido:

“Não importa o que digam, as cápsulas nunca serão recicláveis”, afirmou ele ao jornal The Atlantic.


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O Menos 1 Lixo é de boas

Já estávamos de boas quando resolvemos stalkear os amiguinhos do Deboísmo no facebook, e assim, como quem não quer nada, percebemos muitos pontos em comum com essas pessoas ma-ra-vi-lho-sas. Listamos abaixo pra você também ficar de boas e sustentável!

1. “Respeite a Mãe Terra, pois ela estava de boas, antes de existirmos”. SIM.




2. “É o plantar a sementinha da mudança no mundo, é fazer alguém repensar seus atos”. QUEREMOS! Resume o nosso trabalho.




3. “Não, não irei aceitar tudo o que diz. Sou de boas não de trouxas”. Não vem com esse papo que sustentabilidade "é caro" ou "impossível", vamos conversar e viabilizar.




4. “Para que tudo fique bem, mantenha corpo, mente e alma saudáveis, e assim serás de boas”. Queridos, isso é quase o nosso mantra. Tudo isso envolve hábitos melhores, como pedalar, comer bem, agir de forma consciente e muito mais.




5. “Deboísmo não é só uma religião, é um estilo de vida. Ser de boa não significa ser inerte ao mundo, significa ser ponderado”. Gente, isso quase resume a vida de quem trabalha com sustentabilidade, afinal, parte do nosso trabalho diário é explicar que não abraçamos árvores e que lidamos com realidade. Tudo precisa ser adotado para o dia a dia, como um estilo de vida mesmo.




6. "Não importa tua orientação sexual, faça amor e fique de boas." Bom, amor é premissa para tudo. Todo e qualquer ser vivo.




7. Quando nos dizem que não adianta usar o copo, separar o lixo ou  economizar o copo descartável já que muitos ainda não fazem isso:




Mana, todas as aspas foram retiradas de páginas da galera de boas. Então apenas melhore! <3

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Amanhã é o Dia de Bike ao Trabalho, então deixe o carro na garagem e vá de bike.

Carlos Osório, Secretário de Transportes do Rio de Janeiro, publicou há algumas horas  no seu instagram @osoriorj, que amanhã (8) é o Dia de Bike ao Trabalho. Essa iniciativa nasceu da Liga Americana de Ciclistas em Newport, Rhode Island, nos Estados Unidos em 1953 e acontece em datas diferentes no mês de maio em várias cidades no mundo.




No sul da Califórnia, por exemplo, a empresa que gerencia o sistema de metrô por lá, a Metrolink, oferece passagens de graça para ciclistas no Bike to Word Day. Na cidade de Boulder, em Colorado, 11 dos maiores restaurantes e padarias ofereceram café da manhã para qualquer pessoa que chegasse no estabelecimento de bicicleta em 2012. Vários famosos também já aderiram a bike para ir para o trabalho, como o ator brasileiro Rodrigo Hilbert e a modelo internacional e blogueira da Vogue Alexia Chung.


Uma ótima iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro foi o Sistema de Bicicletas Públicas, visando oferecer à cidade uma opção de transporte sustentável e não poluente. Implantado e operado pela empresa SERTTEL, com parceria do Banco Itaú, o projeto conta com 60 estações e 600 bicicletas, distribuídas nos bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Botafogo, Urca, Flamengo e Centro. Saiba como usar sua bike do Itaú
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Glamour Brasil | Jan 2015

Matéria na edição online da revista Glamour sobre o Menos 1 Lixo. Veja aqui 

   

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Livro para ler no metrô | Sustentabilidade é para todos

O livro "Sustainability is for everyone", de Alan AtKisson,  tem apenas 49 páginas. Nada de ecochatice, nada de drama: como o título diz, sustentabilidade é para todos. E bastam 49 páginas para explicá-la.


O cara entende da coisa. Ele é autor de outros livros sobre o tema, entre eles "Believing Cassandra" e "The Sustainability Transformation". Metade sueco, metade americano, ele tem 25 anos de experiência na área coisa e tal.  Em 2013, foi eleito para a Sustainability Hall of Fame - sim, tem disso! - e nomeado conselheiro no conselho de Ciência e Tecnologia do Comitê Europeu. Ele também é presidente do AtKisson Group e presta consultoria para as Nações Unidas, para a Levis, para a Ernst & Young e para o WWF... Enfim, já entendeu, né? 

Um cara pede dinheiro emprestado a você pra pagar dívidas da jogatina. Uma hora você vai precisar intervir para ajudar esse amigo, certo? Então, sustentabilidade é como isso: uma hora você vai ter que intervir. E qualquer um pode fazer isso.


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