Reciclado x Reciclável | aparelho de barbear descartável

Aparelho de barbear descartável é reciclável?

Muitas coisas no nosso dia a dia são nocivas pro meio ambiente e nós nem sabemos disso. Quantas vezes por ano descartamos o aparelho de barbear? Aquele feito de plástico, bem baratinho e que domina as prateleiras das farmácias por aí...  O aparelho de barbear descartável surgiu no final do século XIX, quando o norte-americano King Camp Gillette pensou em uma maneira revolucionária de fazer a barba: com uma lâmina pequenininha e descartável. Em setembro de 1901, a empresa Gillette foi criada e logo rolou a produção em série. Eles custavam 5 dólares e foram vendidos 90 mil aparelhos e 12 milhões de lâminas! Na Primeira Guerra Mundial, foram encomendados quase 4 milhões de aparelhos e 36 milhões de lâminas pros soldados. E foi o melhor marketing possível pra disseminar a nova maneira de barbear.   Cerca de 1 bilhão de pessoas usam todos os dias o aparelho revolucionário descartável de fazer a barba. Aos poucos, o marketing também foi focado nas meninas e em outras depilações, virando hábito de todo mundo. Realmente, a invenção do rapaz foi sem precedentes, mas como tudo o que é descartável… serve pra que mesmo?   

  E qual o problema deles? Como todo material que tem duas matérias-primas, a reciclagem fica muito prejudicada. Os aparelhos de barbear descartáveis são feitos de plástico e metal e precisam ser separados pra que sejam reciclados. Mas você faz isso? Não, né? Só os norte-americanos usam quase 5,5 milhões de aparelhos

por dia! E para pra pensar: por que usar uma coisa que foi feita pra ser descartada, mas que você vai precisar por muuuuuuuuuuuuuito tempo? E sempre tem solução, vai! Que tal resgatar um tempo nostálgico, clássico e vintage, como os barbeadores pré-Gillette: os não descartáveis! O bom e velho Safety Razor, à moda antiga, é durável (dura uma vida toda, né? ele é feito de aço inoxidável), reutilizável e você só precisa trocar a lâmina que é feita de metal 100% reciclável. E elas podem ser trocadas e recicladas! Os barbeadores elétricos também são uma boa solução, porque duram bastante e você pode descartar as baterias corretamente.  A mudança de hábitos básicos do nosso dia a dia é o primeiro passo pra transformar o seu mundo de dentro pra fora e então transformar todo o planeta também de fora pra dentro. Vale se questionar, por que usar um aparelho que foi feito pro descarte, se você vai usar ele por um tempão? Vamos mudar e problematizar?   

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Páscoa e sustentabilidade

A verdade é que chocolate é bom demais, né? Com a Páscoa chegando, é difícil ceder a tantos estímulos deliciosos por aí. Mas você já parou para pensar nos possíveis danos causados por essa data? Quando criança, nossos olhos se encantam com as prateleiras coloridas pelas embalagens daqueles muitos ovos de Páscoa do supermercado. Depois de adultos, as preferências passam a migrar para outras direções: chocolate belga ou suíço, por favor. De preferência com recheio extremamente cremoso! Se der pra virem uns bombons trufados também tá ótimo. Não importa a idade: estamos condicionados a consumir. Consumir por consumir. Agora imagina um ovo de Páscoa tradicional e pensa na quantidade de plástico que tem ali. É um mega plástico para a embalagem externa + plástico interno que envolve o ovo + plástico da embalagem da surpresinha. É plástico, com plástico e mais plástico pra você comer um pedacinho de chocolate. Vale a pena? É claro que nós queremos curtir a Páscoa e qualquer outro feriado sem abrir mão dos deliciosos momentos que eles nos proporcionam. Mas que tal tentarmos uma Páscoa mais consciente? Por isso resolvemos listar 3 dicas para você curtir a Páscoa como sempre curtiu, só que mais consciente das suas escolhas :)  

  1. Invista na produção de doces locais

Tem aquelx amigx que faz doces maravilhosos? Pois então, compra com elx! Além de você não estar contribuindo para produção de embalagens de ovos de páscoa em larga escala, você também dá uma força para a/o sua/seu amiga/o doceira/o.  

 

  1. Prefira chocolates orgânicos

Os chocolates orgânicos são amigos do meio ambiente e, além disso, eles são produzidos visando aperfeiçoar os recursos socioeconômicos e naturais disponíveis. Logo, além de não conter agrotóxicos, contribuem para uma alimentação mais natural e saudável. O mercado ainda é pequeno, mas é possível encontrá-los.  

 

  1. Fazer o próprio ovo.

Já pensou em se arriscar na cozinha? Além de viver a experiência de fazer algo novo (e delicioso!), você também contribui bastante com o meio ambiente já que pode comprar os ingredientes a granel, gerando cada vez menos lixo. Ah! E se por acaso você tiver filhos, imagina a diversão que vai ser para eles?  

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5 dicas para escolher eletrônicos que vão durar mais

Por Tech Trash Como todos já sabemos, a produção de lixo eletrônicos mundo a fora vem aumentando muito ao longo dos últimos anos. Mas o que será que podemos fazer para diminuir esse volume, sem deixar de consumir novos produtos? Essa é uma pergunta difícil de ser respondida, mas o CONSUMO CONSCIENTE é a solução que procuramos.   O surgimento de novas tecnologias constantemente faz com que os aparelhos antigos, mas que ainda funcionam, sejam cada vez menos atrativos para os usuários. A impossibilidade de fazer melhorias de software e hardware é muito comum e a única solução para o usuário é, muitas vezes, descartar um aparelho em pleno funcionamento. Isso porque o lucro é ainda a peça mais importante desse processo para aqueles que produzem os eletrônicos. Mas nós podemos fazer a nossa parte! Na hora de comprar um novo aparelho, fique atento aos seguintes aspectos:   1- Tempo de garantia dos aparelhos. Se o tempo de garantia for muito pequeno, provavelmente você não terá assistência para troca de peças e a vida útil desse aparelho será muito pequena.   2- Estudos mostram que 24% dos laptops tem algum problema de hardware nos primeiros 3 anos de uso. Será que não é interessante adquirir uma garantia estendida?   3- Impressoras são as campeãs de descarte. Hoje o preço de uma impressora é tão baixo que normalmente não vale a pena consertá-la. Que tal comprar uma boa que dura 3 anos e não 1 por ano? Faça as contas.   4- Pergunte sobre a periodicidade da atualização dos softwares e se o aparelho que está comprando será compatível e/ou terá memória para suportar as próximas 2 atualizações, pelo menos.   5- Pequenos eletrônicos normalmente vem com baterias recarregáveis, que podem ficar viciadas ou não funcionar da maneira correta após um certo tempo de uso. Dê preferência aos aparelhos que permitam a troca fácil dessas baterias para o aumento do seu tempo de vida útil.   É super importante também optar, sempre, pelo conserto ao invés da troca. É difícil não ceder à tentação de ter um novo modelo ou de simplesmente comprar uma nova impressora e jogar aquela que deu defeito, "fora". Mas o fora não existe! Então, dê uma segunda chance pra todos os seus eletrônicos! E, quando isso não for mais possível, descarte corretamente, combinado?

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Como fazer a escolha de 10 peças para 18 looks

Por Vivi Cardinali   A minha história com o armário cápsula começou em 2011. Quando caiu a minha ficha sobre minha compulsão por compras. Fiz uma primeira limpeza significativa no guarda-roupa que não durou muito, acabei comprando praticamente tudo de novo :( Precisei de mais tempo do que eu imaginava para chegar onde eu queria, mas não desisti. Em 2013 eu comecei a minha jornada de entendimento sobre o meu comportamento de compra e isso sim fez muita diferença no meu processo de remissão. Obviamente, tudo começou com o meu guarda-roupa. Uma das primeiras coisas que eu fiz foi colocar em prática uma proposta muito conhecida de revistas de moda, 10 looks com 18 peças, em média. Eu peguei todas as revistas que eu tinha que faziam esse exercício e estudei a lógica. Eu já era formada como Consultora de imagem e Estilo Pessoal, então acredito que foi um pouco mais fácil para mim. A verdade é que o exercício deu mais certo do que eu esperava. A proposta era muito simples, escolher de forma consciente um grupo de 18 peças de roupas que eu usaria por 10 dias. Dado que eu já tinha percebido que eu usava 20% desse guarda-roupa cheio e que quando fui radical e tirei muito acabei comprando de novo e eu não queria mais passar por isso eu encarei o desafio. Aprendi a pensar muito mais no guarda-roupa, de um jeito tão diferente que as peças que eu entendi que não se encaixavam nele simplesmente foram parar numa lojinha virtual, em bazares ou na casa de pessoas que precisavam mais delas do que eu, doei e a vida ficou mais feliz para as pessoas, para as minhas peças de roupa e para mim! Claro que isso não aconteceu em uma semana, foi um ponta pé importante para me trazer até onde estou hoje, com um armário cápsula. J Além disso, eu queria testar alguns pontos:

  1. Da mesmo pra viver com pouco?
  2. É realmente mais fácil pensar quando se tem menos?
  3. No pouco a criatividade aflora de verdade?

E essas foram as peças escolhidas – não reparem aminha habilidade com as imagens abaixo rsrsr. Perceba que eu contei os acessórios também, algo que não conto para um armário cápsula, mas como eu queria me desafiar, eles entraram na soma:

Os looks que o exercício rendeu:

  Como eu trabalhava em banco na época, o estilo é bem comportadinho, mas perceba que mesmo com uma camiseta super azul royal, deu bastante certo a mistura das peças. Eu poderia ter escolhido uma branca afinal de contas, mas decidi arriscar. Como foi a lógica de escolha:

  1. Escolhi uma paleta de cores – marrom, azul, off-white, cinza e preto somente nos acessórios
  2. Escolher mais partes de cima do que de baixo, mas o pulo do gato mesmo foi o vestido que virava camisa
  3. Todas as peças eram extremamente diferentes uma das outras
  4. Eu amava todas as peças que estavam ali.

E sim, eu consegui comprovar muitas coisas legais: É possível sim viver com poucas peças, maaaaas elas tem que ser boas minha gente e tem que ter cuidado com as bichinhas, porque lavar demais estraga, então as dicas são:

  1. leia a etiqueta da roupa, para ajudar tem um “tradutor de etiquetas” aqui;
  2. Pense antes de lavar — se não suou demais, se não rolou uma sujeira tipo caiu uma comida, ou suco, ou vinho, a roupa pode sofrer um repeteco antes de lavar – quem me conhece sabe que eu faço muito isso até hoje
  3. Tem também receitinha caseira de “desodorantes de roupa” que aprendi para capacetes, acabei testando em roupa e deu super certo: vale ter no armário um borrifador com 2 xícaras de água, 1/4 xíc de álcool, 1/4 xíc de vinagre branco e umas gotinhas da essência que se preferir — basta borrifar levemente na peça que vai pro cabide antes de voltar pro armário, se tira cheiro ruim de capacete, vai tirar um cheirinho de nada da roupa.

  E deu para testar tudo que eu queria? Sim.

  • Melhor ponto de todos: exercitar a criatividade e fazer combinações que nunca tinha feito antes. Parece simples né? Mas só consegui me desafiando.
  • Praticidade: eu tenho preguiça de pensar de manhã e acordar com a solução pronta, foi ótimo!
  • Eu me acomodava com certas peças de roupa e exercitar me fez usar o guarda-roupa de forma mais estratégica no futuro, veja só onde cheguei;
  • Mudei o grupinho de roupas que costumava usar.
  • Esse ponto completa o anterior. Vai dizer que você também não tem uma calça, dentre todas as outras que você tem no armário, que usa toda bendita semana? Confessa vai, todo mundo tem uma ou duas pecinhas assim. Eu fiz questão de não colocar nenhuminha neste desafio para sair do conforto de verdade!
  • Falei nesse post que as peças tem que ser boas, pois bem, eu mesclei peças novíssimas em folha (eu era compulsiva, então tinha muita peça com etiqueta no guarda-roupa) com peças super mega antigas, clássicas e excelentes do meu guarda-roupa;
  • Segundo melhor ponto de todos: Programar antes de colocar em prática, eu testei todos os looks antes, tirei fotos e deixei armazenadas no meu celular e só ordenei de acordo com uma lógica que eu achei ideal para não parecer que eu estava todos os dias com a mesma roupa! O melhor dessa parte? Eu não fiquei nenhum dia olhando pro guarda-roupa com cara de “com que roupa eu vou?”!

É isso, valeu a pena o exercício. E ele pode ser o seu ponta pé inicial também. Vai que você esta acompanhando a Fê e as demais desafiadas e está aí pensando: ok, já recebi meu planner, já assisti todos os vídeos, mas não consigo... :) Ah! Não vai me dizer que você ainda não baixou o planner? Então clica aqui. No oitavo episódio da nossa websérie Desafio Armário Cápsula a Fe Cortez mostrou como montar uma mala cápsula, essa e só mais uma maneira de você experimentar o Desafio caso voê ainda não tenha tido coragem para começar. Dá um play:   https://www.youtube.com/watch?v=_iBTAix6B2U&feature=youtu.be    

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Glitter ecológico

Brilho e carnaval têm tudo a ver. A festa mais democrática do mundo recebe uma galera que só quer saber de ocupar as ruas com muita alegria, vestidas de brilho dos pés à cabeça literalmente. E pra isso tudo ter borogodó, a purpurina é indispensável. Maaaas você já sabe do que a ela é feita, né? PLÁS-TI-CO! E um dos piores, o microplástico. As micro partículas de plástico da purpurina são metalizadas com alumínio e depois tingidas pra ficarem bem coloridas. E depois que você toma banho ou que as equipes de limpeza urbana lavam as ruas, toda essa purpurina vai pro sistema de esgoto que é despejado nos rios e oceanos. Esses microplásticos são ingeridos como alimentos pelo ecossistema marinho. A quantidade de microplásticos que são jogados nos oceanos já representam um caminhão de lixo por minuto. Já são cerca de 15 a 51 trilhões de partículas de plástico nos mares e oceanos e representam 85% de todo o plástico que é encontrado por aí na natureza.   [caption id="attachment_4190" align="aligncenter" width="520"]

Purpurina encontrada nos oceanos | Fonte: Pedra Ambiental[/caption]   Não vale a pena pular bloquinho assim, vale? Mas fica tranquilx! Hoje já tem um mercado que cresce bastante de purpurina biodegradável.  A gente já fez uma matéria sobre glitter caseiro comestível aqui e a Fe já fez um vídeo sobre o assunto com várias maquiagens incríveis pra um carnaval sustentável, dá um play   https://youtu.be/lfhXvc5KpKs   Nós fizemos um levantamento de todas as marcas maravilhosas que se propuseram a dar uma solução pra esse problema sem volta pra você nunca mais precisar usar plástico na melhor época do ano.   Lush A Lush é uma marca inglesa de cosméticos feitos à mão e tem o grande diferencial de ser uma multinacional que vende produtos lindos e completamente naturais de beleza. A Lush é conhecida pela linha 100% vegetariana e por alguns produtos frescos de verdade, com frutas e vegetais. E eles têm glitter, sim!  As pastas de glitter da Lush usam mica, minerais, amidos naturais e até ágar-ágar. E ainda hidratam! A Lush tem um pó hidratante e iluminador, com brilho comestível e uma barra iluminadora com manteiga de cacau.   [caption id="attachment_4191" align="aligncenter" width="640"]

Reprodução @lushbrasil[/caption]   Pura Bioglitter A Pura Bioglitter começou há um ano, um pouco antes do Carnaval. Assim que foi lançada pelo Instagram, chamou atenção por ser orgânico e artesanal e o sucesso foi imediato. Frances, a idealizadora da Pura Bio, não esperava tanta procura. A purpurina é feita com algas marinhas e já se espalhou por várias cidades do Brasil. Esse ano a marca ainda lançou uma pasta purpurinada maravilhosa feita com aloe vera e minerais.   [caption id="attachment_4192" align="aligncenter" width="483"]

Reprodução @purabioglitter[/caption]   Shock Presente no mercado desde dezembro de 2016 e uma das pioneiras no lançamento de “coisas lindas e coloridas para se passar no corpo com produção amiga do meio ambiente”, a SHOCK nasceu com a ideia de oferecer proteção solar de uma maneira divertida e vegana. E esse ano rolou o lançamento de um glitter gel bafônico feito de pó de mica.  

  Zim Color A Zim Color tem uma receita própria de pó colorido orgânico feito com três ingredientes: amido, corante alimentar e conservante e um eco glitter feito de mica, mineral encontrado na natureza e super fácil de tirar no banho.    [caption id="attachment_4194" align="aligncenter" width="471"]

Reprodução @zimcolor[/caption]   [caption id="attachment_4195" align="aligncenter" width="382"]

Reprodução @zimcolor[/caption]   Brilhow A Brilhow foi criada por duas amigas biólogas apaixonadas pelo meio ambiente e pelo Carnaval. A marca usa ágar-ágar pra consistência da purpurina e corantes alimentícios. Outra solução que elas encontraram foi a areia mágica, que é uma mistura de minerais e farinha de arroz. Além disso, a marca também estimula a reutilização dos frascos como forma de diminuir a quantidade de resíduo descartado.   [caption id="attachment_4196" align="aligncenter" width="468"]

Reprodução @_brilhow_[/caption]   Glitra Bio A Glitra Bio mistura manteigas, ceras e óleos naturais à purpurina biodegradável que é à base de celulose de eucalipto. Rola ponto de coleta no Rio de em São Paulo e a marca reverte parte do lucro para projetos que lidam com plástico nos oceanos.   [caption id="attachment_4197" align="aligncenter" width="475"]

Reprodução @glitra.bio[/caption]

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5 perfis no instagram pra inspirar no Segunda sem Carne

O movimento #segundasemcarne começou em 2003 nos EUA e tem como um dos seus maiores representantes o ex-beatle Paul McCartney e as filhas Mary e Stella, que é uma referência da moda sustentável pelo mundo. No Brasil, o ponta pé aconteceu em 2009 e hoje somos um dos 35 países mais engajados no movimento que busca conscientizar as pessoas de que o excesso do consumo da carne pode ser fatal ao meio ambiente. Já falamos sobre isso aqui. Em 2018, queremos te convidar a participar do Segunda sem Carne. E pra te animar, selecionamos alguns perfis de instagram de veganos pra inspirar no cardápio. É só um dia na semana e você vai poder colocar toda a sua criatividade em prática. Já pensou quantos pratos novos dá pra experimentar nas segundas-feiras? Vamos juntos?  

  1. The Veggie Voice

Nossa parceira Alana Rox é vegetariana desde sempre e escreveu o livro “Diário de uma Vegana”, em que conta um pouco da sua história e divide as suas receitas. É apresentadora do programa com o mesmo nome no GNT e compartilha nas redes várias fotos de pratos deliciosos pra inspirar quem quer adotar o estilo de vida, nem que seja por um dia. Alana também tem um site com todas as receitas e muito mais conteúdo, aqui.   [caption id="attachment_4111" align="aligncenter" width="571"]

Reprodução do instagram @theveggievoice, Quiche de Hommus de abóbora[/caption]  

  1. Presunto Vegetariano

A ideia surgiu de uma brincadeira, já que um vegetariano sempre escuta “tem de presunto e queijo” quando diz que não come carne. O instagram é cheio de receitas e fotos incríveis que faz qualquer carnívoro babar de inveja. O blog é super didático e todas as receitinhas acompanham vídeos do canal do youtube que tem mais de 200.000 seguidores.   [caption id="attachment_4112" align="aligncenter" width="597"]

Reprodução do @presuntovegetariano, Leite de semente de girassol[/caption]  

  1. Vegana na Prática

  A Ju tem um instagram dedicado ao estilo de vida saudável com várias receitas maravilhosas pra gente se inspirar. As fotos são lindas e também estão no site Vegana na Prática. Essa coxinha de batata doce com recheio de palmito dá muita água na boca. [caption id="attachment_4113" align="aligncenter" width="471"]

Reprodução @vegananapratica, Coxinha de batata doce com palmito[/caption]  

  1. Virando vegana

Todas as refeições mega coloridas da Bruna estão no “Virando Vegana”, provando que dá pra não comer carne e lamber os beiços:   [caption id="attachment_4114" align="aligncenter" width="594"]

Reprodução @virandovegana, Grãomelete com farinha de grão de bico[/caption]  

  1. Veganismo por Amor

A Monique aderiu ao veganismo há um pouco mais de um ano e compartilha várias receitas maravilhosas, como esse “cajuzinho do bem”. Ela também dá algumas dicas pra quem quer fazer a transição definitiva, lá no veganistas.   [caption id="attachment_4115" align="aligncenter" width="587"]

Reprodução @veganismoporamor, Cajuzinho do bem[/caption]   Você não precisa ser radical e parar de comer carne, mas um dia faz toda a diferença e é super importante pra pensar no assunto. A indústria da carne é responsável pela emissão de 15% de todos os gases de efeito estufa do mundo inteiro. Além disso, no Brasil, a expansão da pecuária é a maior causa do desmatamento na Amazônia. Bora tentar só nas segundas-feiras? Marca a gente na sua foto e vamos contagiar a galera por ai.

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5 dicas de embrulhos sustentáveis para o Natal

Precisamos falar sobre um dos maiores símbolos do Natal: os embrulhos! Geralmente são feitos de plásticos ou papéis metalizados e como falamos aqui não são reciclados. Então vamos mudar esse hábito? Você não precisa embrulhar seus presentes, já que eles serão imediatamente desembrulhados e provavelmente esse lixo vai “fora” em menos de 1 minuto. Mas tudo bem, a gente reconhece que existe uma magia na surpresa e por isso pensamos em algumas alternativas às embalagens clássicas de presentes.  

  1. Furoshiki

  A técnica de embrulho é japonesa e é super usada por lá como eco bag desde o século VIII. Você não precisa de nada mais do que um lenço ou um pedaço de pano (também dá pra se jogar em um lenço de seda). O mais interessante é que o presente pode ser duplo, já que você pode escolher o tecido e a estampa e ele fica bem mais especial, né?  

 

  1. Jornal (ou revistas)

Já pensou em pegar aquele jornal de ontem e embrulhar um presente? Fica rústico, estiloso e você ainda pode amarrar uma cordinha pra valorizar. Dá pra escolher ainda partes específicas bem coloridas e divertidas, como as histórias em quadrinhos.  

  1. Eco bags

Se você não tem tempo ou vontade de aderir à técnica Furoshiki, dá pra investir em uma sacolinha de pano bacana. Você pode comprar uma bem bacana ou repassar uma sua mesmo. Também é um presente duplo, já que a eco bag é um super produto de consumo consciente.  

  1. Papel Pardo

 

  Certamente ao longo do ano você recebeu envelopes e embrulhos de papel pardo. Bora reutilizar? Eles ficam lindos como embrulho e você pode enfeitar do jeito que quiser, com carimbos ou com canetinhas. Dá pra escrever poesia, um recado e desenhar à vontade.  

  1. Caixinhas, latas e potes de vidro

Já pensou em reutilizar qualquer uma dessas coisas pra usar de embalagem pra presente? Dá uma olhada nas suas coisas e vê o que você pode passar adiante. O presente fica super interessante porque chama atenção e é bem diferente. Todos podem ser enfeitados com uma corda ou um ramo de algum tempero cheiroso. Você pode usar até caixas de fósforo ou aquelas que vêm pelo correio ao longo do ano (a Luiza deu umas dicas aqui). Dá também pra embrulhar as caixas, latas e potes de vidro com paninhos. 

  

A ideia é reutilizar! Dá uma olhada por aí e vê o que pode servir de substituto pras embalagens de presentes que viram lixo bem rapidinho. Você pode colocar toda a sua criatividade pra jogo, usando frases bacanas pra estampar as embalagens, desenhar, recortar fotos de jornal, usar cordas e temperinhos pra enfeitar. A ideia é ser autêntico e fazer do presente um agente de conscientização. A gente tem certeza que você vai contagiar o presenteado e o planeta, fazendo do presente (e do Natal!) único.  

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Copos de plástico, isopor e papel: por que dizer não?

Os copinhos descartáveis (e como eliminar ele das nossas vidas!) são os protagonistas do episódio da semana da websérie “Dicas da Fe Cortez”, solta o play:   https://youtu.be/5ChJnTzLD68   Eles foram o estopim pro movimento do Menos 1 Lixo e foi justamente por causa deles que o nosso copinho foi idealizado: pra dar fim aos plásticos que usamos sem pensar, ao mesmo tempo em que chamamos atenção de quem tá por perto. O copo do Menos 1 Lixo é um agente de transformação de comportamento e uma super contribuição nossa à saúde do planeta.  

  Infelizmente, aqui no Brasil, o hábito dos descartáveis ainda é muito forte. A gente usa copos de plástico, isopor e papel em inúmeras ocasiões do nosso dia a dia, desde uma festinha no escritório até um café com os amigos da faculdade. É super importante começar a se perguntar por que usamos tantos copinhos e como somos responsáveis por um lixo de vida útil tão pequena. Então, que tal pensar um pouco sobre os copos que mais usamos por aí? Eles parecem inofensivos, práticos e são super baratos. Mas a que custo?  

  1. Copo de plástico

  Ele é quase indefensável, né? Todo mundo sabe como ele faz mal ao meio ambiente, mas os números só crescem e já são 720 milhões de copos de plástico consumidos POR DIA só no Brasil! São feitos de poliestireno e podem ser mais ou menos resistentes dependendo da produção. Um único copinho plástico precisa de meio litro a 3 litros de água pra ser produzido, sabia? E ele é parte dos 35% de todo o plástico que é usado apenas uma vez e jogado “fora” em apenas 20 minutos.

  Eles são muito leves e pouco interessantes aos catadores pelo baixo valor nas cooperativas e, por ser um copo, dificilmente é limpo depois de descartado e não vai pra reciclagem. A gente tem um post todo dedicado ao tópico “reciclável x reciclado” dos copos descartáveis aqui. Quantas vezes você estava na sala de espera do médico ou em uma festa com os amigos e usou o copinho descartável só uma vez, pra beber um pouquinho de água e jogou o copo no lixo? Vamos pensar nisso?  

  1. Copinhos de isopor

  Quando você bebe aquele cafezinho depois do almoço pensa no quanto o copo de isopor é nocivo ao meio ambiente? Por ser leve, ele é “arremessado” pelo vento para os oceanos e é aí que mora o problema: o isopor flutua com facilidade na água e age como uma esponja absorvendo toda a poluição dos rios e dos mares. Levando em conta que ele demora, pelo menos, 150 anos pra se decompor… é um problemão, né? Além disso, o isopor tem estireno na composição podendo ser cancerígeno.  

  O isopor é um dos maiores problemas quando o assunto é embalagem. Em Nova York, ele já é um elemento banido desde 2015: um ano antes, a cidade descartou 28.500 toneladas de isopor. Várias cidades dos EUA adotaram a ideia e lá, a taxa de reciclagem do isopor no ano passado foi de 38%. Segundo o Ecycle, o mundo já produz 2,5 milhões de toneladas de isopor e o Brasil é responsável pelo consumo de 1,5% desse total.  

  1. Copo de papel

  A gente já falou sobre a reciclagem do papel aqui. Todos aqueles copos de papel que parecem ser bastante sustentáveis não passam de uma cilada: na maioria das vezes são revestidos com resina plástica para auxiliar na manutenção da temperatura da bebida, além de evitar que o líquido vaze no papel.  

  Bom, você que é esperto nas dicas do Menos 1 Lixo já sabe que materiais misturados não são reciclados, ou seja, os copinhos de papel daquele chá ou cafézinho vão parar nos aterros sanitários e provavelmente contribuir para a liberação do gás metano junto com todos os outros lixos que ficam por ali. Fora tudo isso, pra produzir 1kg de papel são necessários 540 litros de água! Além de usar muita energia durante o processo. Ah! E os copinhos não são de papel reciclado, viu? Existe uma restrição do material e o uso com alimentos e bebidas e provavelmente ele é feito de matéria prima virgem. Então fica a pergunta: por que dizer não? Bom, porque não faz sentido produzir um lixo que você vai descartar em minutos, certo? Eles são nocivos pra nossa saúde e ainda mais pro meio ambiente. Os impactos dos descartáveis são irreversíveis e precisamos parar o consumo hoje: em 2050, a estimativa é que vai ter mais plástico do que peixe no oceano! A mudança é toda nossa. Dá uma olhada no vídeo da Fe dessa semana que ela te dá várias dicas de como substituir todos os copinhos. Ainda existem os copos compostáveis, que a Fe também falou um pouco, quando foi na EXPO Milão em 2015, assiste aqui:   https://www.youtube.com/watch?v=I3EUjLOUKi8

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5 blogs gringos para levar uma vida lixo zero!

Lixo zero é uma expressão que surgiu na indústria e significa não enviar nenhum resíduo para aterros sanitários ou incineração. Esse conceito passou da indústria para a vida das pessoas, já que lixo zero, assim como o Menos 1 Lixo, é uma forma de ver a vida, de fazer escolhas e de repensar nosso papel no mundo e o nosso consumo para gerar um desenvolvimento sustentável. Por isso, trazemos neste post, o primeiro vídeo da websérie "Dicas da Fe Cortez", que começa hoje, contando tudo sobre o que é e como viver produzindo a menor quantidade de lixo possível! Clica no vídeo para saber mais sobre como levar uma vida Lixo Zero! https://www.youtube.com/watch?v=T7j9RMchMsQ Selecionamos também 5 blogs gringos bem bacanas para você se inspirar a gerar menos lixo!

Zero Waste Home

O grande nome do movimento Zero Waste é, sem dúvida, a francesa Bea Johnson. Ela e a família (marido e dois filhos) adotaram o estilo de vida em 2008 e afirmam serem mais felizes e valorizam mais as experiências de vida do que as coisas. A ativista, que hoje mora na California, é uma espécie de “guru” do assunto, palestrando em universidades, empresas e eventos e servindo como modelo para quase todos os outros blogs de Lixo Zero pelo mundo.

Vencedora de prêmios sustentáveis, Bea escreveu um livro, “Zero Waste Home” traduzido para 19 línguas (“Desperdício Zero, simplifique a sua vida reduzindo desperdício em casa”, em português de Portugal). O blog é cheio de dicas para adotar o estilo de vida e serve para iniciantes e mais experientes no assunto.

 

Trash is for Tossers

A nova-iorquina Lauren Singer, especialista em Estudos Ambientais, adotou o estilo de vida Lixo Zero em 2012, ao conhecer o trabalho precursor de Bea Johnson. Ela se deu conta de que não bastava amar o meio ambiente, era preciso preservá-lo. O blog foi a tentativa de documentar a sua jornada Lixo Zero e mostrar como é simples adotar esse estilo de vida. Além de mais barata, prática e divertida, a vida fica cheia de possibilidades.

O blog é dividido pelos cômodos da casa e com uma aba “mudanças fáceis”, para os mais descrentes. Aliado a um canal no youtube, Lauren dá dicas de como praticar o Lixo Zero e produzir os próprios produtos de forma simples e acessível. Além disso, a plataforma tem a loja “Package Free Shop”, que Lauren fundou com Daniel Silverstein, com produtos sustentáveis e super estilosos.

Paris to go

Ariana estudou sobre sustentabilidade na universidade e, depois de conhecer as falas de Bea Johnson (olha ela aqui de novo!) sobre a vida Lixo Zero em família, começou a repensar sua produção de lixo. Ela decidiu então testar o estilo de vida por um semestre. Depois de ultrapassar os obstáculos do início do processo (como toda mudança de hábito), Ariana ficou surpresa ao perceber como sua vida havia se tornado mais simples. Passou a se conectar com as pessoas que produziam os alimentos da sua comida e estimulou a vizinhança a pensar sobre reciclagem. Ariana vive em Paris e sugere soluções Lixo Zero para os contratempos do dia a dia, especialmente no que diz respeito às roupas.

Seu blog é dividido em categorias como “Paris”, em que ela dá dicas Lixo Zero na cidade, “Lifestyle”, “Zero Waste”, “Trips”, e outras, com destaque para a "Wardrobe" sobre o guarda-roupas cápsula de Ariana. Ela mostra como vive de maneira minimalista e quais as peças que tem no armário, provando que é possível viver com muito pouco.

 

Zero Waste Chef

Vivendo em uma comunidade autônoma em São Francisco, Anne Marie criou um blog focado na cozinha: ela dá dicas e receitas de como se alimentar sem lixo e sem desperdícios. A primeira ideia é, claro, não comprar qualquer produto com embalagem. Depois, não consumir processados e aproveitar ao máximo os alimentos. Desde 2011, Anne Marie se preocupa com o lixo produzido por ela e pelos dois filhos (a filha, inclusive, tem um blog “The Plastic-Free Chef”, que começou quando tinha 16 anos) e conta que se sente mais saudável assim. As dicas de como ter uma cozinha livre de lixo são incríveis e é fácil entender como tudo pode ser reutilizado ou compostado.

 

Pare Down Home

O blog é das amigas Tara e Katelin, que vive em Bruxelas, na Bélgica com a família e, antes de adotar o estilo de vida Lixo Zero, se considerava uma compulsiva por compras e entusiasta das cafeterias com coposdescartáveis

. O blog surgiu da vontade de compartilhar o progresso para uma vida sustentável depois que virou mãe, e começou a pensar no assunto.

Já Tara, vive no Canadá com o marido, três filhos e um cachorro. Se mudou muitas vezes, morando na Nova Zelândia, Australia, Indonesia, Egito, Tailândia, Inglaterra, Polônia e nos EUA e viu, em todos esses lugares, os impactos da produção de lixo pelos seres humanos. O movimento Lixo Zero foi fundamental para a mudança na vida de Tara. Ela afirma que a prática é maravilhosa porque mexe com várias camadas da nossa vida: individual, financeira, comunitária, etc.

O blog tem sessões para quem quer se aventurar nesta jornada e muitas dicas para a vida em família com Lixo Zero. O objetivo é justamente provar que famílias podem aderir ao movimento de uma forma simples e prática.

 

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Horta em casa: 7 motivos pra você ter a sua

Você já deve ter escutado bastante sobre hortas, certo? É mais ou menos o novo preto. Tem quem opte pelas verticais, para economizar o espaço; os que saem pela rua, bairro ou cidade levando cor e colaboração através de hortinhas urbanas; os que vão nos modelos mais tradicionais, e muitas outros que buscam formas de simplesmente plantar parte do próprio alimento. Pensando nisso, listamos abaixo 7 dos milhares de motivos pra se ter uma horta em casa. Essa é a primeira matéria de uma série que nós queremos construir junto com você. Envie-nos suas dúvidas sobre o cultivo, temperos, sementes, adubo, biofertilizante e o que mais quiser. O endereço é talita@menos1lixo.com.br. ;) Ah! Pode ser com caixotes, galões, pallets, garrafas PET ou potinhos aleatórios, estudos apontam que deve ser da sua maneira! :)

1) A relação com o alimento Você chega cansado do trabalho, corre no sacolão ou no mercado, compra tudo embalado, já pensando no saco que vai ser chegar em casa e cozinhar. Ou, pior, pensando na quantidade de coisas frescas que você come na vida: uma ou duas por semana, talvez? Quase nada veio do pé, da terra, pra você. Agora uma simples mudança: você planta, espera o tempo do alimento e colhe. Depois disso você manda pro prato, com todo o sabor, a cor, a verdade. Vem completo! Nem sempre tão bonito, com alguns imperfeições no formato. Mas tudo bem, tá valendo! Nem Elma Chips Original, é tão original quanto a sua batatinha plantada no quintal. 2) Terapia Tirando a academia, a cerveja ou o vinho, o cinema com os filhos ou todos os hobbies que acabam virando obrigação (ou válvula de escape) aos finais de semana, quanto tempo e afeto você tira pra alguma atividade simples, que possa contribuir com a sua saúde, bem-estar e desaceleração? Botar a mão na terra, acompanhar o desenvolvimento do alimento, sentir o cheiro e salivar pode ser terapêutico. Talvez por isso normalmente ligamos as férias ao campo ou ao mar, que seja, mas sempre ligado ao natural. Que tal trazer um pouco disso pra sua casa? Não precisamos vivenciar isso apenas nas férias de julho ou fim de ano.

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3) O que vai pro seu prato Pode parecer que são as mesmas questões do primeiro, mas não se engane. A relação com o alimento nutri também a mente, o coração e freia outras práticas como o desperdício. O que vai para o seu prato tem a ver com a ingestão excessiva de química, agrotóxico, poluição, trabalho escravo, mudanças climáticas e muito, muito, muito, mais. Talvez você não perceba sempre, e até acredite que não tá sentindo esse sabor, mas olhe ao seu redor, pense no coletivo e busque saber. A gente pode ajudar! ;) 4) É sustentável e mais barato Imagina se você promove a ideia de hortas por todo o bairro. Se cada um planta uma coisa e vocês apenas trocam. Se o cara do bar, ao invés de comprar tudo mais caro e do outro lado da cidade ou tornar o dono da rede enorme de sacolão ainda mais rico, vira seu cliente, um parceiro. Uma alimentação natural e saudável pode sim sair mais barata, no bolsos, no planeta e para as pessoas. E nem entramos no mérito de cortar as carnes. Talvez você possa evoluir para um pequeno produtor e daí a coisa fica ainda mais linda. Se no caminho da fazenda pra cidade o alimento "fica mais caro", repensemos a cadeia aqui. Em breve traremos um pouco mais sobre permacultura. ;) 5) É lindo Fala sério, a gente sabe que estética importa - não por acaso fizemos um copo sustentável, funcional e que é uma lindeza! <3. Quando que você chega na casa de alguém que tem uma hortinha e não se derrete? Acontece até quando as crianças chegam da escola com o carocinho de feijão plantado no algodão (isso ainda acontece? Ou morreu como o folclore? :/) De qualquer forma, seja vertical, horizontal, diagonal, etc., um tantinho de verde não faz mal a ninguém, né? Pelo contrário, deixa o ambiente fresco, um charme e floresce os dias.

6) A redução de lixo Simples e objetivo: menos embalagens, plásticos, sacolas, descartáveis, desperdícios (alimentos perdidos na logística), etc. Reduzir o lixo está em tudo, impressionante, né? Até hoje fico boba com isso. 7) Pra quem tem criança em casa Crianças! Deusa do céu, elas ainda não têm um espaço especial aqui no Menos 1 Lixo, mas terão com certeza! Não podemos falar sobre conscientização e mudança de hábitos sem incluir as novas gerações e considerar o que essas cabecinhas tão brilhantes podem nos oferecer, partilhar e co-criar. Isso significa que, se você tem um filhinho em casa, ter horta pode ser também  uma forma de trabalhar os impactos de uma alimentação saudável (que vão pra além do corpo), alguns bons porquês, a relação com o alimento e com o desperdício, a colaboração e muitos outros saberes. Aprendizagem por ambas as partes e interação socioambiental. E aí, não quer mais só ouvir falar, né? Vamos partir pra ação? Se você quer fazer em casa e tá meio perdido, encontre-se aqui. Se a ideia é levar pro bairro, calçada, vizinhança, o manual de hortas urbanas pode ajudar. ;) Fotos: reprodução internet

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As mil e uma formas de compostar

Já se sabe que a maior parte do resíduo gerado em casa, cerca de 80%, é orgânico. E isso é péssimo por dois motivos: o primeiro é que estamos falando de comida, alimento que por algum motivo vem sendo desperdiçado. A outra razão que faz esse número ter um impacto muito negativo, é que boa parte da população não faz compostagem doméstica, e ao invés de transformar o resíduo em adubo de forma fácil e prática, acaba contribuindo com as toneladas de resíduos orgânicos que lotam os aterros sanitários do país (e que em sua decomposição geram gás de metano, cerca de 20 vezes mais poluente que CO2).

Compostar é uma das formas mais acessíveis de transformar e dar vida ao que viraria lixo. Com alguns caixotes de plástico, um pouco de terra, algumas minhocas e serragem ou folhas secas, você consegue, dentro da sua casa, reduzir a poluição e consequentemente o desperdício. Já que o fato de você estar em contato com os excessos cometidos, faz você repensar os seus hábitos. E isso inclui a aproveitamento integral dos alimentos. Pensando nisso, reunimos abaixo formas e dicas que mostramos aqui no site. Não tem desculpas! Pra quem acha que segunda é um bom dia pra começar dieta, vai descobrir que é melhor ainda pra começar compostagem. Aliás, todo dia é! :) 1- Pra quem quer fazer em casa Há um bom tempo, em uma parceria Menos 1 Lixo e Morada da Floresta, a Fe Cortez recebeu sua composteira e deu início a um novo ciclo na vida. Entre tantas mudanças de hábito que ela já contou aqui, essa foi uma marcante. Tão importante que resolvemos transformar a crônica em vídeo, acrescentando os detalhes do dia a dia e tirando muitas dúvidas que você, leitor, ainda nos enviava. Confere aí! [embed]https://www.youtube.com/watch?v=-eLGS9R_iUE[/embed] 2- Pra quem não tem espaço em casa Entendemos que espaço é algo relativo, e mesmo que muitas pessoas tenham vontade de compostar, nem sempre contam com espaço ou tempo para lidar com a terra, com as minhocas, com a busca da serragem e tudo mais (apesar de ser quase uma terapia). Sendo assim, sugerimos 1 baldinho! :)

(Foto: Ciclo Orgânico)

Pra quem não conhece o trabalho do Ciclo Orgânico, o serviço deles é basicamente para localidades do Rio e funciona mais ou menos assim: você separa o lixo orgânico no “baldinho mágico”, cedido por eles que, semanalmente buscarão os resíduos na sua casa (de bike, já pensando num menor impacto ambiental), e esse material seguirá para a composteira mais próxima. Bônus: no final do mês você escolhe ganhar uma mudinha, o composto, ou doar para um agricultor parceiro. E o aviso importante: os melhores preços são para os planos coletivos. Chama o vizinho, a família e quem quiser, pra um resultado lindo desse, seu único trabalho é: separar os resíduos orgânicos.

3- Empresas Pra fechar o ciclo, vale levar isso pro seu trabalho, né? No lançamento do nosso Copo Oficial, uma celebração Lixo Zero, tivemos um trabalho conjunto com o pessoal da VideVerde Compostagem. Uma empresa  com o objetivo de dar uma destinação ambientalmente correta, em especial para os resíduos orgânicos. [embed]https://www.youtube.com/watch?v=yTcDhPf5kL4[/embed] O Rio de Janeiro produz por dia 9000 toneladas de resíduo orgânico, nós da VideVerde recolhemos por mês 1200 toneladas desse resíduo orgânico. Analisando esses números percebe-se que ainda há muito lixo sendo encaminhado para aterros sanitários e lixões, os grandes responsáveis pela contaminação de solos e ar. A compostagem orgânica é um processo que recicla os nutrientes e gera o adubo orgânico, importantíssimo para a fertilização natural dos solos e plantação de alimentos orgânicos de altíssima qualidade.  

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6 Dicas pra fazer feira gerando menos lixo

https://youtu.be/F-a8XsnQ89w   Como diria O Rappa, "é dia de feira, quarta-feira, sexta-feira, não importa a feira. É dia de feira, quem quiser pode chegar". E que chegue gerando menos lixo! :) Há quem goste de passar entre as barracas, de experimentar as frutas, os temperos, de pedir desconto e garantir o caldo de cana e o pastel no final! Tem também os que dão uma passadinha rápida porque não gostam muito dos cheiros, de muita gente e não sei mais o que, pois afinal, sou do grupo que ama e garante o lanche pra fechar. Ah, e tem a galera que compra tudo embaladíssimo no mercado. Mas hoje vamos focar na feira! No último Dia Mundial do Meio ambiente, a Fe Cortez foi às ruas com a equipe do RJ TV, pra mostrar quanto lixo desnecessário a gente gera sem perceber entre uma compra e outra. Confira o vídeo clicando na imagem abaixo! ;)

Pensando nisso, listamos dicas certeiras pra uma feira consciente. Afinal, o impacto do que você consome tá muito além do que vai pro prato! 1 - Dê preferência aos alimentos da estação Quem nunca ouviu que "não tá na época de morango"? Quando criança a gente só aceita a informação e substitui a fruta, sem pensar no que isso quer dizer de verdade. Apesar do Brasil aparentemente não ter as estações tão definidas, e as mudanças climáticas mexerem ainda mais com isso, o site Green Me resumiu algumas características marcantes: "as frutas da época são mais naturais; suas vitaminas e minerais estão em concentrações mais intensas, por terem sido respeitadas suas épocas de maturação; exigem um uso bem reduzido de agrotóxicos, que invariavelmente contaminam lagos, rios e lençóis freáticos, entre muitos outros pontos de relevância." Se você respeita esse ciclo de vida, a indústria tende a respeitar também! 2 - Os orgânicos saem na frente Já falamos várias vezes sobre as vantagens dos alimentos orgânicos. Livre de agrotóxicos, sementes transgênicas, fertilizantes químicos, aditivos sintéticos, entre outros "venenos", o que fica no paladar é o real sabor do alimento. Além das vantagens ambientais, como a preservação do solo fértil e o uso de sistemas naturais de adubação. Se você olhar apenas pelo valor fina do produto, vai achar mais caro. Se tiver uma visão mais completa, vai entender o que estamos falando. Ah, e se quiser uma horta em casa, a gente ensina! ;)

3 - Você não precisa de uma sacola pra cada legume, fruta ou verdura Ainda é comum você olhar dentro de um carrinho e ver um monte de sacolas, falamos sobre isso ontem. Uma com tomate, a outra com chuchu, abobrinha, berinjela e por aí vai. A questão é: por quê? Quando você faz a salada e coloca no prato não fica tudo junto? O gosto pega no outro? Não. E o cheiro? Também não. Sugestão: se sim, você acha que ficando tudo junto na bolsa, vai pegar. Leve potinhos. :) 4 - Legume embalado não rola A gente não cansa de repetir que o Menos 1 Lixo é um Movimento voltado para a conscientização e o empoderamento do indivíduo. Partindo do princípio que a demanda é feita pelo consumidor, não opte por alimentos embalados. Quanto mais as pessoas compram, pedem e aceitam, mais o feirante segue com a prática. Essa é uma das coisas que faz a gente usar a premissa do "nunca foi assim e pode continuar não sendo". A vida tá corrida, a gente sabe, mas dedique um pouco mais de tempo para cuidar de si e do que você come. Isso inclui ralar a sua própria cenoura. 5 - Na hora do lanche, nada de canudos, copos descartáveis ou guardanapos extra Nossa, essa é ainda mais fácil: vai de canudo? Entenda o impacto e o substitua pelo reutilizável aqui. Guardanapos até são compostáveis, mas você não vai conseguir garantir o processo (que deveria ser feito pela barraca). Sendo assim: leve o de pano ou utilize o mínimo de papel. Copo você já sabe, né? #Menos1Lixo. Garanta o seu!

6 - Se a feira for por telefone

Buscando um pouco mais de praticidade ou quando a quantidade é muito grande - fizemos isso no nosso evento lixo zero, por exemplo - muita gente liga para os sacolões, lojas ou pequenos produtores e pede para entregar em casa. Nós, deixamos claro com a galera do Naturalmente Orgânicos, nosso fornecedor, que não queríamos embalagens. Podia seguir tudo na mesma sacola retornável ou em caixotes. Tudo junto! Sem saco, sacola, nada. Não basta ser orgânico, o consumo consciente é completo, como nos falou, a vegana Alana Rox. Não vale reclamar da feira suja e produzir lixo desenfreadamente. Anote as dicas, fique atento e, aonde você for, gere menos lixo! :)

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Eu testei: desodorante caseiro da Bela Gil

UPDATE: a Fe agora usa um outro desodorante também feito por ela, o vídeo da receita tá no final do post, no canal do Menos 1 Lixo. E rolam várias outras receitinhas incríveis pra você mudar os hábitos devagarzinho e ser muito mais econômicx no bolso e pro meio ambiente. Tem receita de sabão, pasta de dente, lava-roupas... Tudo! Primeiro preciso começar dizendo que se eu não passar desodorante, ou se ele vencer, o cecê vem e fica brabo. Pois é, sou dessas. Já testei váriossss, com essa quantidade de “esses” no final mesmo, porque muitas vezes o deso em questão me deixou na mão. Perdi a conta das vezes que comprei, usei, e dei pra alguém, porque aquela marca pra mim não rolou. E a maioria dos desodorantes que tem por aí, é do tipo antitranspirante, o que significa que pra você não suar, eles bloqueiam as glândulas das axilas. E isso é péssimo, dito por médicos, pois os antitranspirantes inibem a produção de suor, e isso pode causar infecções nas glândulas que temos nas axilas. Alguns estudos ainda em andamento, levantam inclusive a possibilidade dos desodorantes com alumínio e parabenos (vários dos que achamos por aí)  estarem associados câncer de mama (dito pelo INCA, aqui). Esse entupimento das glândulas do nosso querido sovaco eu já tive algumas vezes. Ele forma umas bolinhas que doem pra caramba. Então o tema desodorante sempre me interessou muito, por necessidade mesmo, se é que vocês me entendem.

Depois que comecei a estudar profundamente as questões de preservação ambiental, além do lixo que a gente vê, como os copinhos descartáveis, passei a querer evitar também o lixo que a gente não vê, mas que nos atinge diretamente, como os agrotóxicos da comida e os produtos que estão começando a ser estudados, como parabenos, alumínio e outros super comuns em cosméticos. Além do nosso corpo, esse lixo também atinge o ecossistema como um todo, porque vivemos em sistemas codependentes e interligados. E eu queria produzir menos 1 lixo nesse sentido também. Aí me deparei com o desodorante da Bela Gil, e pensei: se ela usa no Brasil, deve funcionar. Porque eu já tinha dado uma pesquisada e achei receitas de hidratantes, desodorantes e outros produtos criadas por gringos em países com um clima muito diferente do nosso. Uma coisa é fazer um hidratante pra passar na pele que está em contato com um frio de menos 2 graus. Outra bemmmm diferente é um pro calor de 40, tão comum na minha cidade maravilhosa.  E resolvi testar.  

(Na foto tá o de lavanda,  adoro variar entre ele, o de alecrim, rosas e sândalo)

  Pra fazer é muito fácil: só misturar os 3 ingredientes – leite de magnésia, água e óleo essencial da sua preferência -, colocar num potinho com saída spray, e tá pronto! É barato também, porque o leite de magnésia é um produto bem acessível.

 

Depois de feito, foi a hora de testar, e vamos às minhas impressões: Primeiro lugar: ele funciona. Ou seja, sem cecê! Já ganhou mil pontos. A textura é bem líquida, e no começo eu estranhei um pouco, porque tava acostumada a desodorantes de roll-on que costumam ser mais cremosos. Confesso que na primeira vez que usei pensei: que estranho ficar com o sovaco molhado, risos. Mas seca rapidinho. Já tô usando há mais de um mês e não tive nenhuma coceira, inchaço, ou bolinha, tão comuns quando usava os desodorantes comprados em farmácias. Não quero outra coisa na vida! :) Algumas amigas usam direto o leite de magnésia, que é quase sem cheiro, mas reclamam que às vezes ele fica meio esbranquiçado em contato com a pele. Como essa receita leva água, ele dilui na proporção ideal que não ficou branquinho, e funciona do mesmo jeito. E eu curti o fato de poder colocar óleo essencial pra dar o cheirinho que eu gosto, que é de lavanda. Outro dia aconteceu uma coisa engraçada, fui dormir na casa do meu namorado e esqueci de levar o desodorante, aí usei um rexona que tinha lá com cheiro de talco – powder, porque os nomes têm que ser em inglês né gente - e quando deitei ele falou: nossa, que sabonete foi esse que vc usou? E deu uma tossida, tipo, detestei. E eu disse, não é o sabonete, é o desodorante. Aí ele: ah, então traz o seu natureba pra cá que é muito melhor!! Fiquei feliz. Ou seja, quesito funcionalidade: 10! Cheirinho: 10! Aparência: 10! Valeu Bela! #tamojunto Ingredientes

  • 1/2 xícara de leite de magnésio
  • 1/4 de xícara de água
  • 1 colher de chá de óleo essencial da sua escolha. "Adoro variar entre lavanda, alecrim, rosas e sândalo", sugere Bela.

Só misturar e colocar no potinho e tá pronto! A gente também tem uma receitinha lá no canal, já viu? Pra você testar várias receitas e escolher o melhor pro seu dia a dia e pra sua pele:   https://youtu.be/XSIJt886ITw    

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Vai casar? Anote as dicas para uma festa barata, charmosa e sustentável!

O assunto hoje é casório, mas as dicas servem para vários outros momentos festivos. Sustentabilidade é algo ainda tido muitas vezes como caro, feio, difícil, etc. E tantos aspectos acabam tornando o consumo consciente inviável. A ideia aqui é mostrar que não é bem assim, na verdade, nada assim! ;) Organização e execução da festa - esse primeiro ponto, além de cooperar com o bolso, facilita a vida dos noivos. Estamos falando do colaborativismo. É isso mesmo! E nada mais é do que poder contar com toda a rede de amigos, parentes, madrinhas, padrinhos, e quem mais puder para não apenas cuidar das coisas da festa como também, executá-las. Sabe aquele amigo DJ? Vale conversar. A amiga que ama decorar e super te conhece? Peça um help. O amigo que tem contato com todos os outros padrinhos? Pode organizar o grupo e tocar uma parte da cerimônia com eles. O importante é que você consiga distribuir as tarefas, economizar uma grana e, de quebra, ficar de boa. Afinal, os colaboradores estão torcendo como ninguém, pra que sai tudo conforme o desejado. :) Convite - se você parar pra pensar, os convites são os pontos de partida da festa. Os convidados os recebem e por aí já podem falar "nossa, o convite é lindo! A Festa deve ser chique, maravilhosa, etc." Depois disso o convite maravilhoso vai normalmente para o lixo. É isso. Lata de lixo! Partindo desse princípio, você pode fazer um convite horrível. Mentira, é brincadeira! Agora é sério, vamos fugir um pouco do papel reciclado? A ideia é aproveitar as redes, o ambiente virtual, você pode fazer um vídeo, criar meme,  um site, ou uma arte linda (com aquele amigão designer) e enviar por e-mail. Tudo customizado e um tanto exclusivo, né? Mas, se ainda assim, você achar melhor o impresso, opte pelo papel semente. Quando passar o casório (as pessoas normalmente guardam até a data), ele pode ser picado, plantado e após algum tempo geminar flores. Bem melhor né, não? Dá pra substituir lixo por flores! :)

Foto: papelsemente.com.br

Decoração - poderíamos utilizar aqui uma linha rústica como exemplo, como algo barato, já que é maravilhoso e aparentemente simples. Mas nem sempre podemos contar com as três características, então pra não corre esse risco, aposte nos objetos que você já tem, reutilize: as fotos ficarão lindas no quadro que você vai poder usar depois, em casa; pallets podem ganhar algumas almofadas e ajudar na formação de uma área de lazer, caixotes podem enfeitar e/ou guardar as lembrancinhas até o momento de distribuição; garrafas de vidro (até mesmo as de cerveja) podem ganhar algumas florzinhas e enfeitar a mesa. Essas são algumas das possibilidades, quando você começa, surgem muitas outras.

Iluminação - o segredo é casar durante o dia e ao ar livre. Além de você economizar energia elétrica, normalmente as fotos saem com aquela iluminação natural sem igual. E com uma vista bacana, com muito verde, você nem precisa de tanta decoração assim, fala sério. Trocar lâmpadas por velas romantiza é também é uma ótima alternativa!

Espaço - casar e festejar no mesmo local, pode contribuir com a economia na quantidade de flores e também na redução de emissão de gases poluentes (parece louco, né?). Evita trajeto, carro pra um lado e pode até facilitar na organização de coronas - que isso sim não tem como ficar de fora. Ah, pra fechar sobre as flores, a galera da Flor Faz Bem  pode dar um destino bem mais legal pra elas que as latas de lixo.

Lembrancinhas - ecobags e chinelos são algumas opções. Mas as plantinhas são as melhores sem sombra de dúvidas. Já fizemos uma lista aqui e até mostramos os benefícios de se ter algumas plantas em casa. Suculentas são ótimas, baratas, super fáceis de cuidar e você pode escolher o potinho que preferir e enfeitá-lo como quiser.

Comida - dê preferência aos alimentos orgânicos e naturais. Comércio local, pequenos produtores, feiras, etc. Se preocupe com o desperdício, por mais que contrarie a lógica da nossa sociedade, planeje para não faltar e não virar lixo. Os doces podem ser selecionados e servidos em potinhos de vidro que os convidados poderão levar pra casa quando a festa acabar e seguir reutilizando. Sabemos que casamento é algo muito pessoal, o principal ponto é você sentir-se bem e ter ao lado pessoas que fizeram parte da história. E tudo isso, preservando lindamente o nosso planeta! <3    

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Dia Mundial da Saúde | 5 Boas ações para a sua saúde e para o planeta

Vamos aproveitar o Dia Mundial da saúde, criado pela OMS em 1950, para mostrar que, normalmente quando você cuida melhor de si, está cuidando também da saúde do planeta. E você nem precisa agradecer, só anota as dicas e bate aqui, ó!

  1. Alimentação - antes de falar sobre comer bem, vale citar o trecho de um relatório divulgado recentemente no site da Organização das Nações Unidas (ONU), onde aponta que toda a América Latina desperdiça até 348 mil toneladas de alimentos por dia. Você não leu errado, tudo isso é desperdiçado por dia. Depois que você digerir essa notícia, continua aqui. Quando você ouve sobre comida orgânica, horta em casa, slow food, já pensa em algo caro, trabalhoso, bom para o meio ambiente e indiferente pra você? Tá enganado! Além de ser muito mais saboroso, você entende a origem da sua comida e por conta da redução de química, de agrotóxico, refinamento, industrialização, entre outras características de uma alimentação fora das citadas, a sua saúde fica imensamente grata. Além de agradecer também por menos poluição, por um solo saudável para mais produção, etc. Sabe como é, as coisas boas se multiplicam.

2. Mobilidade - essa é fácil! Bike é a resposta. Principalmente se suas atividades como trabalho ou estudos são próximas da sua casa. Tem gente que pedala e corre na academia e depois pega o carro pra ir ao trabalho, dá pra entender? Nós sempre vamos enxergar as dificuldades: "ah, mas é perigoso"; "fico suado"; "é cansativo"; etc. Já falamos sobre isso no Dia Mundial sem Carro, e recentemente listamos alguns acessórios que podem deixar sua pedalada mais segura. Já sugerimos até um lugar onde você pode estacionar a bike, tomar banho, passar roupa. Menos CO2, menos congestionamento, menos estresse, menos buzina, menos desculpas! Mais empoderamento para os ciclistas, mais disposição, mais saúde.

3. Estresse - em breve falaremos sobre "transtorno de déficit de natureza", já ouviu o tema por aí? Até lá, vale adiantar que, muitos estudos já comprovaram a redução do risco de depressão, além de mais senso de humor e serenidade em pessoas que vivem em contato com a natureza. Não por acaso muita gente busca áreas verdes, praias, mares e cachoeiras para relaxar. Agora, quem procura áreas desmatadas, mares poluídos, praias sujas? Ninguém quer isso. Então não feche os olhos! Se você não preserva pensando na vida marinha, nos animais, em qualquer outro ser vivo: pense em si mesmo. Sugestão: só uma caminhada ao ar livre já alivia o estresse. :)

4. Descarte correto - você já sabe que a premissa é consumir apenas o necessário. O segundo ponto importante, é descartar corretamente a sobra, o excesso, ou o que não lhe serve mais. Algumas coisas poderão ser passadas adiante e serão úteis para outras pessoas, mas tem também o que vira lixo e não tem jeito. E é aí que entra a importância de descartar corretamente. Poderia ser apenas para não contaminar o solo, não poluir rios e mares - como é o caso do descarte incorreto do óleo, mas entram também questões como enchentes, o risco de contaminação e principalmente quando se trata de dos resíduos perigosos, que vão desde rejeitos tecnológicos, passando por hospitalar e envolvendo também produtos da construção civil, tais como restos de tinta, colas, aditivos, e etc. Tá vendo só, e você achando que bastava jogar "lixo no lixo". Cuide-se!

5. Água - milhares de pessoas no mundo morrem por conta de secas ou água contaminada. Ontem mostramos aqui a campanha da Colgate que tem o objetivo de alertar a população sobre o desperdício de uns e necessidade de outros. Na semana Especial Água falamos sobre água virtual, e posteriormente mostramos com a entrevista do Fabio Rubio Scarano, as consequências de uma crise hídrica decorrente e mundial - o que já acontece em parte do mundo. Quando você não desperdiça, você preserva também sua saúde. Sua vida.

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Prato consciente: Natal com menos comida no lixo

Retrospectiva M1L

A pauta não é nova, a gente publicou aqui em setembro, mas aí  pensando em falar de ceia de Natal consciente, lembramos que um simples ato pode evitar muito desperdício: colocar menos comida no prato! Prato consciente, leia abaixo!

Na última semana, a campanha Prato Consciente viralizou e voltou a circular pelo Facebook e pela internet em geral. Em apenas sete dias o video foi compartilhado por mais de  390 mil pessoas na rede social e segue sendo compartilhada em uma média de 50 mil shares por dia.

A ação foi lançada em outubro de 2012, no dia Mundial da Alimentação, pela cliente Eco Benefícios junto com a agência publicitária DM9Sul, e o propósito era a conscientização pelo desperdício de comida. Os dados do desperdício são impressionantes: apesar de ser o 4º maior produtor de alimentos do mundo, o Brasil desperdiça 39 mil toneladas por dia, o que daria para alimentar 19 milhões de brasileiros por dia! No mundo são quase 1 bilhão de pessoas que passam fome diariamente, enquanto 20% dos alimentos vão para o lixo.

 

Além do vídeo, na época foi lançada uma ação offline genial, com a criação de um prato exatamente 20% menor do que o normal, para mostrar a quantidade de comida que é desperdiçada diariamente no nosso país. Ou seja, a ideia era conscientizar as pessoas a pegarem menos comida do que geralmente pegam, para que 20% do prato não fosse direto pro lixo. O mais legal é que vários restaurantes entraram na onda e realmente diminuíram seus pratos para espalhar a mensagem.

A campanha já tem 3 anos, mas pouco mudou dessa realidade, inclusive uma das metas globais da ONU continua sendo acabar com a fome. E como sempre falamos por aqui, nossas escolhas diárias podem contribuir para mudar a realidade ao nosso redor. Você não precisa de um prato 20% menor para não jogar comida no lixo né? Na próxima refeição coloque um pouco menos no prato, e se sobrar leve o restante para dar a quem tem fome ;)

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Crônica I O quarto novo do meu filho com pegada #Menos1Lixo

Lembro como se fosse hoje quando a Fe me contou do projeto menos1lixo e da sua proposta de reflexão... estávamos na praia, em pleno verão carioca e Joaquim ainda era bem bebê. Lembro bem pois a "reflexão" deu certo comigo. Saí dali pensando muito sobre todo o lixo desnecessário que geramos, sobre o consumo exagerado e sobre como nossas atitudes influenciam e podem salvar o planeta.

Engraçado pois não sou uma pessoa insensível ao todo, então já me preocupava com o planeta e me considerava consciente, mas o fato de refletir em como um copo pode fazer a diferença me mostrou que posso ir muito além. Desde então me preocupo mais com o lixo que gero, evito usar embalagens descartáveis e de presente, reciclo TUDO que posso, tento dar/vender objetos que não uso mais, e antes de comprar algo penso muito na sua real necessidade.

Foi com esse "mood" que reformei o quarto do Joaquim, hoje com 1 ano e 8meses. O quarto dele era lindo, era como eu havia planejado, mas não era mais o que ele precisava e nem o que eu buscava para ele. Por um período eu relutei com a ideia de mudar tudo, pois o quarto tinha muito pouco tempo de uso e estava achando a ideia de mudar um exagero da minha parte.

Geminiana nata, não parei de pensar no quarto do Joca até achar uma solução que me deixasse tranquila.... e a solução veio: eu reformaria o quarto, mas todo o dinheiro usado viria das vendas dos móveis e objetos parados, incluindo vários brinquedos e itens comprados no enxoval e nunca usados! Essa solução consciente que daria uma segunda vida a coisas novas, também agradou o papai do Joca (ainda bem)!

Com todos satisfeitos, comecei a anunciar tudo que tinha para vender e a orçar os móveis novos. As vendas aconteceram muito rápido e tive que correr para acelerar os orçamentos. Dessa vez me preocupei em comprar móveis feitos com madeira de reflorestamento e acabamentos naturais, e que trouxessem liberdade e autonomia para meu filho. Nessa mudança toda acabei resgatando alguns objetos antigos e bem legais, como um cachorro de pelúcia que ganhei do meu marido há 10 anos e estava guardado no armário e sem utilidade (o "au au" virou o hit do quarto).

Além de ter adorado o resultado final, esse processo todo me mostrou mais uma vez como temos tão mais do que precisamos. Com isso tudo a reflexão se tornou mais forte e poder passar isso para meu filho não tem preço. E a melhor parte é que ele amou o resultado final! Brinca muito lá e mostra o quarto novo para todo mundo que chega em casa, a coisa mais fofa é ele falando do "au au" de pelúcia.

*Maria Cecília Vasconcelos, a Ceci, é amiga de faculdade da Fe Cortez, executiva de uma grande multinacional, mãe do Joca, e quem apresentou pra Fe as "toucas" de conservação de alimentos que substituem o papel filme pra guardar comida na geladeira!

Fizemos uma galeria super inspiração! Veja:

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Eu testei | compostagem doméstica

Você já ouviu falar em compostagem doméstica? A compostagem é o processo que transforma resíduos orgânicos em adubo e ela pode ser feita facilmente em casa. Hoje no Brasil, metade de todo o lixo produzido é orgânico e poderia ter outro destino. Há mais ou menos 3 meses comecei a fazer a compostagem em casa e a primeira coisa que percebi é a quantidade enorme de comida que vai pro lixo! Mas vamos para o passo a passo, que vou falar disso daqui a pouco. Comprei minha caixa composteira na Morada da Floresta, um site super bacana de produtos sustentáveis. Existem 6 tamanhos de caixas de acordo com a quantidade de pessoas que moram na casa, e consequentemente a quantidade de lixo que elas geram. A caixa é formada por 3 compartimentos: duas caixas coletoras e uma que armazena o adubo líquido que resulta da compostagem. O kit ká vem com as minhocas, um pouco de serragem, e com o passo a passo do que pode e o que não pode ser colocado.

O processo é muito simples: você coloca o que sobrou das refeições e preparo de alimentos na caixa que já vem com substrato orgânico e minhocas. Joga por cima folhas secas ou serragem e é só deixar que as minhocas façam seu trabalho. Nas primeiras semanas eu penei um pouco, porque coloquei pouca matéria seca (folhas e serragem) e aí surgiram aquelas mosquinhas de banana. Aí descobri que o truque era fazer o montinho do resto de comida todo junto e cobrir bem com a matéria seca (serragem funciona melhor), e ficar atento pra quantidade de serragem colocada. Pra mim funciona quando é quase partes iguais de matéria orgânica e matéria seca. Quando a caixa de cima lotou, troquei com a de baixo e as minhocas sobem automaticamente de uma pra outra. O adubo que fica é maravilhoso e minhas plantinhas estão mais lindas do que nunca! E eu não gasto mais dinheiro com terra adubada, com fertilizante químico, nada disso. Ah, e pra quem está se perguntando: não, a compostagem não tem cheiro nenhum. Só se você fizer errado, mas o processo é totalmente sem cheiro. Até o adubo líquido é sem cheiro.

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Tudo lindo né? Mais ou menos. Quando você começa a prestar atenção em quanta comida vai para o lixo, acaba revendo também as compras e o preparo dos alimentos. Falamos aqui do projeto Favela Orgânica, da Regina Tchelly, que tem como objetivo ensinar as pessoas a usarem todas as partes do alimento, como cascas e talos. Falamos também que a quantidade de comida produzida no planeta seria suficiente para que ninguém mais passasse fome, e que assombrosos 45 milhões e toneladas de alimentos estragam por ano no consumo. Então além de diminuir o lixo que vai para os aterros e lixões, e consequentemente contribuir para reduzir a quantidade de gás metano (aquele que é 23 vezes mais potente que o gás carbônico no aquecimento global) emitido no processo do aterramento desse lixo, você acaba indiretamente diminuindo o seu desperdício, o que é muita coisa! Tá esperando o que pra comprar a sua? Composte, suas plantinhas, as pessoas e o planeta  agradecem!

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Eu testei I copinho coletor

Há alguns meses fui impactada com um post gringo, não me lembro em que site, falando de um copinho coletor menstrual. Primeiro achei meio estranho o formato, imaginei que poderia incomodar quando colocasse, mas algo ali me chamou atenção e resolvi testar. Procurei vários pontos de venda online aqui no Brasil, demorei pra achar algum que tivesse disponibilidade do produto, mas finalmente comprei um da marca Inciclo e ele chegou. O copinho é como se fosse um cálice de silicone médico, super maleável, com um pequeno cabinho embaixo. Pode lavar, ferver e dura até 10 anos. Voltando alguns passos, na hora de decidir a compra, fiquei muito confusa. O copinho tem 2 tamanhos: o maior é indicado para pessoas de mais de 30 anos ou mais que já tiveram filhos. O segundo para pessoas até 30 anos, e que não tiveram filhos.  Eu, que tenho 33 anos e não tive filhos, comprei o tamanho A, o maior deles.

Antes de começar a usar, li a bula de cabo a rabo e pesquisei na internet como colocar, como tirar, como ele funcionava e achei tudo muito fácil. Dobra para colocar, pra tirar é só fazer uma certa força e pressionar uma das laterais pra tirar e vácuo, lavar com água e sabão, recolocar de volta e repetir essa operação a cada 12 horas. Certo? Sim, mole. Ou não. A primeira vez foi em um dia com o fluxo pequeno, ou seja, algo que um absorvente interno médio daria conta numa boa. E eis que, ele funcionou super bem. Oba! Fui usar de novo, e dessa vez não foi tudo tão bem. O fluxo tava mais intenso e o coletor vazou. Tirei achando que tava transbordando, mas nada disso, tinha menos da metade da capacidade cheia. Achei que tivesse colocado errado, recoloquei. E vazou de novo. Bom, tentei uns 3 dias e eu decidi que não usaria mais. Escrevi para o SAC do Inciclo relatando toda a minha dificuldade e a resposta foi imediata, com várias dicas para tentar solucionar o problema: na hora de colocar, tem que ser pra trás, e não pra cima como um absorvente comum, e se vc estiver de cócoras, mais fácil. Passar o dedo em volta do copinho quando ele tá lá dentro também ajuda a ver se está todo em contatos com as paredes internas, ou se está dobrado e isso pode causar vazamento. E outras dicas, como a de cortar um pouquinho essa haste debaixo que às vezes incomoda um pouco. Resolvi tentar de novo no ciclo seguinte e mesmo problema: vazou de novo. Escrevi pra eles novamente, triste que não poderia usar o copinho e já pensando em comprar outra marca, mas me enviaram um novo, tamanho B, teoricamente recomendado para pessoas abaixo de 30 anos. Esperei a próxima menstruação e usei de novo, por isso demorei pra escrever aqui minha experiência. O pessoal do SAC tinha me dito mesmo que às vezes demora uns 4 ciclos para as pessoas se acostumarem com a colocação, o timing de esvaziar, e a retirada.

Teve 1 dia só que deu um pequeno vazamento, mas nada demais. E sim, sigo firme no uso do copinho, até porque descobri que usamos em média 16.980 absorventes ao longo da vida, e que nos Estados Unidos são descartados mais de 20 bilhões de unidades anualmente, e que esse tipo de lixo é resíduo, ou seja, ainda não tem um processo de reciclagem. Sendo assim, o que é uma vazadinha perto do bem que sinto ao usar meu copinho!

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Desafio Canudinhos Plásticos #mareslimpos

Em todos os episódios da websérie #MaresLimpos, a Fe Cortez vai lançar um desafio pra tirar você do lugar comum e, principalmente, te provar que é muito fácil mudar alguns hábitos e contribuir tão positivamente pro planeta. No episódio "Estamos criando um oceano de plástico?", o desafio foi recusar os canudinhos plásticos descartáveis por 2 semanas e contabilizar o seu impacto.

 

Os canudos têm vida útil de 4 minutos e são muito perigosos para os animais marinho. Eles ingerem os canudinho que podem perfurar os órgãos e mandar uma mensagem pro cérebro de que estão saciados, provocando morte por inanição. E pra que serve o canudo mesmo?

Hoje já existem tantas opções reutilizáveis por aí que é até cafona aceitar um canudo plástico. Tem os canudinhos de bambu, os de inox da BeeGreen e os de vidro da Mentah, que foi super parceira do Menos 1 Lixo no projeto Mares Limpos! Rolou até sorteio no instagram. O que importa mesmo é reavaliar o uso de um plástico descartável tão inútil e colocar na balança o que vale mais a pena: o canudo ou o planeta?

Falando nisso, você já conhece a campanha #paredechupar?

 

Bora começar?

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