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O que faz o Ministério do Meio Ambiente?

Com as eleições e a mudança presidencial, muito tem se falado do Ministério do Meio Ambiente, já que o presidente eleito Jair Bolsonaro prometeu, inicialmente, fundir as pastas da Agricultura com a do Meio Ambiente. Depois da eleição, o presidente voltou atrás e decidiu manter os ministérios separados, pela pressão popular e dos ruralistas. Mas você sabe pra que serve o Ministério do Meio Ambiente e quais os perigos da união dessas pastas? Vamos falar sobre isso?

O Brasil é uma República Federativa que tem o seu Poder Executivo composto por 23 ministérios (novembro de 2018), cada um deles sob tutela de um ministro que é, em tese, capaz de gerir os assuntos competentes à pasta daquele departamento O Ministério do Meio Ambiente (MMA) foi criado em novembro de 1992 com o objetivo de garantir que sejam implementadas políticas públicas ambientais no âmbito nacional.

Há um ano, estabeleceu-se novamente as competências do Ministério do Meio Ambiente sob a presidência de Michel Temer, na lei 13.502. É, portanto, de competência do MMA:

  • as políticas nacionais dos recursos hídricos e do meio ambiente
  • as políticas de preservação, conservação e utilização sustentável dos ecossistemas, da biodiversidade e das florestas;
  • a proposição de estratégias, mecanismos e instrumentos econômicos e sociais para melhorar a qualidade ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais;
  • as políticas de integração do meio ambiente e da produção;
  • as políticas e programas ambientais para a Amazônia Legal;
  • o zoneamento ecológico-econômico

E fazem parte do MMA algumas secretarias importantes:

  • Secretaria de Mudança do Clima e Florestas
  • Secretaria da Biodiversidade
  • Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental
  • Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável
  • Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental

Ainda existem algumas entidades vinculadas ao MMA, chamadas de autarquias, que são empresas que realizam atividades para o Estado de forma descentralizada e com autonomia. É o Caso do IBAMA, por exemplo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Ele foi criado em 1989 e é o órgão executivo responsável pela execução da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA). Também tem a competência da preservação e conservação do patrimônio natural através da fiscalização. E é o IBAMA quem concede licenças ambientais.

Fonte: IBAMA

Também são entidades vinculadas ao MMA, a Agência Nacional das Águas, dedicada a garantir a execução a Lei das Águas do Brasil, n. 9433, que tem como uma de suas diretrizes garantir acesso à água de qualidade para toda a população. Com segurança e consciência dos nossos recursos.

Também está vinculado ao MMA, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) que tem como missão executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação e também proteger, fiscalizar e monitorar as Unidades de Conservação do Brasil.

Você consegue entender toda a estrutura do Ministério do Meio Ambiente por aqui.


Esse ano, a WWF lançou um relatório do financiamento público em meio ambiente no Brasil. E isso é fundamental pra gente entender a desvalorização que as florestas, as unidades de conservação e a preservação dos nossos recursos naturais têm no desenvolvimento das políticas públicas. Na Lei Orçamentária de 2018, o MMA recebeu um orçamento menor do que o da Câmara dos Deputados e do Senado. Ele recebeu 10% da verba recebida pelo Ministério de Minas e Energia e tem autorização para investir um pouco mais de 20% de todo o orçamento do Ministério da Agricultura.

É fundamental entendermos as estruturas políticas capazes de proteger e decidir sobre as questões ambientais do Brasil. Só assim somos aptos a cobrar melhores alternativas pro que é nosso e contribuir com o desenvolvimento sustentável do país. Vamos?


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Mas você já deu uma olhada nas pautas de sustentabilidade delxs? Será que elas existem de verdade ou são pautas decorativas? Você sabe o que elas abordam? Defender sustentabilidade vai muito além de pensar nas florestas, nos oceanos e nos animais. Significa investir em saneamento básico, defender reservas indígenas e valorizar a qualidade de vida das pessoas que moram no planeta.  

A ONG FunVerde se debruçou nas pautas dos 13 presidenciáveis e você pode ler com calma cada um deles pra entender um pouco mais das propostas.  Também vale ler a matéria completa do Observatório do Clima com todas as propostas dos candidatos para as questões do clima e do aquecimento global.

Retirado do site do Observatório do Clima


O GreenPeace também fez um documento incrível sobre os maiores riscos que cada candidato representa paras pautas ambientais e destacou os mais problemáticos nesse sentido: Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Álvaro Dias (Podemos) e a vice-presidenciável de Ciro Gomes (PDT), Kátia Abreu (PMDB).

O candidato do PSL é o campeão dos que promete um retrocesso nas questões socioambientais. Ele se comprometeu com a extinção do Ministério do Meio Ambiente e já se mostrou favorável com a retirada do Brasil do Acordo de Paris 2015. Ele afirmou que quer desempoderar órgãos de fiscalização a crimes ambientais, como o Ibama e quer enfraquecer as regras do licenciamento ambiental. E disse que vai ocupar áreas protegidas e florestadas, como as terras indígenas e quilombolas. Por último, Bolsonaro propõe o armamento dos proprietários rurais e é a favor da PL do Veneno. Ele já foi multado pelo Ibama por pescal em área de proteção ambiental.

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, também apoia e aprova a PL do Veneno, o que choca os ativistas, já que Alckmin é médico e conhece os malefícios dos agrotóxicos pra nossa saúde e do planeta. Ele simplesmente ignora as considerações do INCA, Fiocruz, ONU, Ibama, etc.

Também o candidato Álvaro Dias (Podemos) defende a lei de liberação dos agrotóxicos no Brasil. No caso do presidenciável Ciro Gomes (PDT), a vice Katia Abreu (PMDB) é quem ganha o destaque, já que ela é uma das maiores figuras do agronegócio brasileiro. Em agosto de 2012, a propriedade do irmão da vice presidenciável foi denunciada por quase 60 trabalhadores em condições análogas à escravidão. Também o filho, Irajá Abreu e deputado, é autor de muitas propostas polêmicas quando o assunto é agricultura e reforma agrária. Ela também estaria envolvida em casos de desmatamento e crimes ambientais em Tocantins e o The Guardian já declarou que ela é uma das parlamentares mais perigosas do país, nomeada pelo jornal como a Miss Desmatamento.

Retirado do site do GreenPeace Brasil

É extremamente importante a informação a respeito das pautas ambientais dos presidenciáveis. Educação, saúde, segurança e economia são fundamentais, mas nada disso está desconectado da sustentabilidade. Vamos estudar? A gente transcreveu os dados recolhidos pelo Observatório do Clima sobre todos os candidatos pra te dar essa força. Mas não deixa de ler o conteúdo completo, tá?


CIRO GOMES

Clima

  • Planos de colocar em operação ações para implementar as metas climáticas, de redução da emissão dos gases de estufa até 2020, definidas pelo Acordo de Paris e articular com outros países para que façam o mesmo;
  • Desenhar modelo de precificação da poluição (definição de formas de taxação para quem polui ou aprimoramento do mercado de certificados de emissão de carbono), com a criação de mecanismos de compensação financeira para atividades de impacto;
  • Desenvolver um sistema com informações sobre a emissão de carbono no país, por emissor.

Energia

  • Estimular adoção de energias renováveis como biocombustíveis, biomassa, hidráulica, solar e eólica, por meio de políticas públicas;
  • Promover a coordenação entre os atuais sistemas e linhas de financiamento destinadas à pesquisa ambiental e de sustentabilidade, incluindo a área de energia;
  • Petróleo: recomprar todos os campos de petróleo brasileiros vendidos ao exterior após a Lei da Partilha, pagando indenizações.

Desmatamento

  • Desenhar estratégia para redução do desmatamento;
  • Implementar as Unidades de Conservação (UCs) já criadas no Brasil com as devidas indenizações e/ou reassentamentos;
  • Elaborar plano de formação de arranjos produtivos locais no entorno dessas unidades, voltados para a prestação de serviços às mesmas, bem como o desenvolvimento do turismo sustentável
  • Criar concessões à iniciativa privada de áreas e equipamentos de uso público para exploração econômica de serviços permitidos em UCs;
  • Apoiar gestão das associações produtivas das comunidades da floresta e a implantação da infraestrutura necessária ao desenvolvimento das cadeias produtivas.

Agricultura

  • Ordenar uso e ocupação das terras no Brasil, destinando áreas a sistemas produtivos em regiões já modificadas pela ação humana;
  • Compatibilizar as agendas Marrom (Política Nacional de Meio Ambiente), Verde (Novo Código Florestal) e Azul (Política Nacional de Recursos Hídricos);
  • Desenvolver defensivos agrícolas específicos para as nossas culturas, de menor conteúdo tóxico para pessoas e o meio ambiente; incentivar a adoção de sistemas de controle alternativos na agricultura.


GERALDO ALCKMIN

Clima

  • Perseguir “com afinco” as metas assumidas no Acordo de Paris;
  • Usar os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) como referência no relacionamento externo brasileiro.

Energia

  • Priorizar políticas que permitam às regiões Norte e Nordeste desenvolver suas potencialidades em áreas como energias renováveis, turismo, indústria, agricultura e economia criativa

Desmatamento

  • Nada consta

Agricultura

  • Reforçar a liderança do Brasil na agricultura pela transformação do Plano Safra em um plano plurianual para dar previsibilidade às regras da política agrícola;
  • Garantir a paz e a segurança agrícola no campo.


GUILHERME BOULOS

Clima

  • Honrar os compromissos assumidos no Acordo de Paris: reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e restaurar 120 mil km² de florestas até 2030;
  • Reconhecer os “direitos da natureza” na Constituição, como foi feito por países como Equador e Bolívia

Energia

  • Superar o uso dos combustíveis fósseis e realizar a transição para energias renováveis de baixo carbono (como a eólica e a solar), proibir o fraturamento hidráulico do gás de xisto, que tem alto impacto ambiental;
  • Transportes: modernizar o setor, priorizar o transporte coletivo e sob trilhos (para carga e passageiros); reverter a cultura do automóvel nas grandes cidades;
  • Estimular o carro elétrico e reduzir a demanda de petróleo;
  • Usinas nucleares: manter as Usinas Angra 1 e 2 em operação até o fim de sua vida útil; suspender as obras e rediscutir com a sociedade civil a continuidade do projeto de Angra 3;
  • Usinas hidrelétricas: suspender as construções de novas usinas;
  • Pré-sal: reverter toda a legislação de privatização da exploração do petróleo e da Petrobras;
  • Transformar a Petrobras de uma empresa de petróleo em uma empresa de energia pública “democraticamente gerida”, com um setor voltado para desenvolver energias renováveis.

Desmatamento

  • Zerar o desmatamento em todos os biomas em uma década: para isso, será preciso estabelecer meta para restaurar florestas com espécies nativas;
  • Estabelecer política de estímulo ao aumento da produtividade agrícola nas áreas já desmatadas;
  • Promover aumento da eficácia na fiscalização da atividade agropecuária e grilagem de terra; confiscar bens associados a crimes ambientais;
  • Criar novas áreas protegidas;
  • Usar a tributação para o estímulo à conservação, com o combate à sonegação do imposto territorial rural (ITR).

Agricultura

  • Criar incentivos financeiros para aumentar a produtividade e alterar a matriz produtiva agropecuária;
  • Fomentar a agricultura de alimentos saudáveis, priorizando vegetais, “voltada para a segurança alimentar do povo brasileiro”;
  • Limitar a produção de commodities para exportações.


JAIR BOLSONARO

Clima

  • Nada consta; candidato afirmou à imprensa que pretende retirar o Brasil do Acordo de Paris, por ele representar “ameaça à soberania nacional”

Energia

  • Desenvolver o potencial do Nordeste em fontes renováveis: solar e eólica; expandir a produção de energia e toda a cadeia relacionada, como produção, instalação e manutenção de painéis fotovoltaicos;
  • Realizar o licenciamento ambiental de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas) no prazo máximo de três meses;
  • Aumentar o papel do gás natural na matriz elétrica nacional.

Desmatamento

  • Nada consta

Agricultura

  • Criar uma nova estrutura federal agropecuária, responsável por: política e economia agrícola (inclui comércio); recursos naturais e meio ambiente rural; defesa agropecuária e segurança alimentar; pesca e piscicultura; desenvolvimento rural sustentável; inovação tecnológica.


JOÃO AMOÊDO

Clima

  • Nada consta

Energia

  • Ampliação da energia renovável na matriz energética;
  • Dar fim aos subsídios à energia não renovável, como gasolina e diesel.

Desmatamento

  • Eliminar o desmatamento ilegal;
  • Reduzir definitivamente o desmatamento ilegal na Amazônia Legal, com mais tecnologia e fiscalização (sic).

Agricultura


FERNANDO HADDAD

Clima

  • Introduzir agenda estratégica de transição ecológica, que colocará as políticas ambientais, territoriais, regionais, produtivas, tecnológicas, científicas e educacionais como aliadas;
  • Realizar uma reforma fiscal verde, com aumento progressivo do custo da poluição e prêmio à inovação de baixo carbono;
  • Desonerar investimentos “verdes” (isenção de IPI, dedução de tributos embutidos em bens de capital e recuperação imediata de ICMS e PIS/COFINS), reduzindo o custo tributário do investimento verde em 46,5%;
  • Sem elevar a carga tributária, criar um tributo sobre carbono, que já foi adotado em vários países para aumentar o custo das emissões de gases de efeito estufa;
  • Apoiar e incentivar os estados e municípios a adotarem uma política de gestão ambiental urbana que proporcione redução do consumo de energia, da emissão de poluentes que afetam a qualidade do ar, solo e água e de gases de efeito estufa.

Energia

  • Construir um modelo energético que terá como diretrizes: 1) a retomada do controle público, interrompendo as privatizações; 2) ampliação dos investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica  e biomassa); 3) tarifas justas; e 4) participação social;
  • Retomar o papel estratégico da Eletrobrás e da Petrobras;
  • Instalar kits fotovoltaicas em 500 mil residências por ano;
  • Impulsionar a micro e mini geração de energia renovável pela possibilidade de venda do excedente de energia produzido por residências e empresas;
  • Modernizar o sistema elétrico existente: usinas geradoras, substituição de combustíveis líquidos e carvão por gás natural e biocombustível, incorporação das tecnologias de futuro nas redes de transmissão (smart grid);
  • Perseguir o aumento da eficiência energética;
  • Fortalecer o Programa Reluz e estender o Programa Luz para Todos para localidades isoladas na Amazônia;
  • Retomar investimentos em infraestrutura de transporte limpa, com diversificação dos meios de transporte, incluindo ferrovias, hidrovias e meios menos poluentes.

Desmatamento

  • Assumir compromisso com a taxa de desmatamento líquido zero até 2022 e com o fim da expansão da fronteira agropecuária;
  • Fiscalizar o cumprimento do Código Florestal, incluindo o Cadastramento Ambiental Rural;
  • Fortalecer a proteção das unidades de conservação e dos demais bens da natureza;
  • Aperfeiçoar os mecanismos de governança em relação à Amazônia, por meio do diálogo federativo e participação social nos processos decisórios.

Agricultura

  • Criar instrumentos que valorizem a produção e a comercialização de produtos agropecuários de forma sustentável; promover a valoração econômica da preservação de recursos naturais nas propriedades rurais;
  • Utilizar, para a expansão da produção agropecuária, os mais de 240 milhões de hectares já abertos para agricultura e pastagens;
  • Implementar o Código Florestal com prazos, “sem mais prorrogações ou atrasos”;
  • Promover uma nova geração de políticas e programas voltados à questão agrária, agricultura familiar e agroecologia no Brasil, com reforma no ambiente institucional;
  • Desenvolver, em parceria com organizações públicas, universidades e sociedade civil projetos estratégicos para os assentamentos rurais.


MARINA SILVA

Clima

  • Alinhar políticas públicas (econômica, fiscal, industrial, energética, agrícola, pecuária, florestal, da gestão de resíduos e de infraestrutura) aos objetivos do Acordo de Paris;
  • Cumprir os compromissos assumidos pelo Brasil com uma estratégia de longo prazo de descarbonizarão da economia, com emissão líquida zero de gases de efeito estufa até 2050;
  • Descarboninzar a estrutura tributária: no curto prazo, aperfeiçoar a contribuição de intervenção no domínio econômico (CIDE, tributo que incide sobre combustíveis), com um adicional segundo a intensidade de carbono;
  • No médio prazo, incorporar uma taxa de carbono ao sistema tributário nacional, no contexto de uma ampla reforma tributária;
  • Implementar o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões e outros mecanismos para introduzir a precificação das emissões de gases de efeito estufa;
  • Promover desenvolvimento urbano que inclua a redução de gases de efeito esfufa entre as prioridades;
  • Apoiar os municípios a implementar planos de contingência e monitoramento de extremos climáticos para a prevenção e mitigação dos impactos.

Energia

  • Mobilidade urbana: desenvolver políticas que estimulem modais com baixa emissão de poluentes, geração de energia limpa, renovável e com eficiência energética; substituir veículos movidos a combustíveis fósseis pelos elétricos e movidos a biocombustíveis;
  • Eletrobrás: privatização será analisada no contexto da política energética nacional; deverá modernizar suas estratégias a fim de incorporar energias renováveis;
  • Petrobras: assumirá papel de liderança nos investimentos em energias limpas;
  • Potencializar a eficiência energética, por meio do estímulo regulatório com incentivos e metas em todas as etapas: geração, transmissão e distribuição até os consumidores;
  • Massificar a instalação de unidades de geração de energia solar fotovoltaica distribuída nas cidades e comunidades vulneráveis: meta é 1,5 milhão de telhados solares fotovoltaicos de pequeno e médio porte até 2022, representando 3,5 GW de potência operacional;
  • Renovabio: implementar o programa de biocombustíveis, que deverá criar 1,4 milhão de empregos até 2030.

Desmatamento

  • Atingir o desmatamento zero no Brasil, no menor prazo possível, com data limite em 2030;
  • Valorizar a floresta em pé, com o desenvolvimento de uma economia florestal e das comunidades tradicionais vinculadas à sua utilização e conservação;
  • Ampliar o sistema de monitoramento de desmatamento, degradação e mudanças na cobertura do solo;
  • Recuperar 12 milhões de hectares de florestas nativas até 2030, como manda o Acordo de Paris e gerar empregos nessa atividade.

Agricultura

  • Ampliar práticas de agricultura de baixo carbono nos Planos Safra anuais, com redução da burocracia e estabelecendo atrativos para adesão ao sistema;
  • Desenvolver programas de compensação financeira que beneficiem comunidades tradicionais e agricultores familiares pela conservação da biodiversidade e ecossistemas.

 

Pra finalizar, a gente vai te dar uma força em alguns links importantes pra essa eleição, tá?

A BBC fez um guia completo de todas as propostas dos presidenciáveis

O Gazeta do Povo reuniu os dados de todos os candidatos aqui

Pra entender mais sobre as coligações partidárias

Pra desenvolver educação política

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Como a sede da Copa do Mundo 2018 lida com o próprio lixo?

A Rússia tá bombando e não é pra menos, o maior país do mundo, com mais de 17 milhões de km² foi escolhido pra ser a sede da Copa em 2018. São 11 fusos horários diferentes e quase 150 milhões de habitantes! Não falta polêmica em território russo, mas já parou pra pensar como um país tão gigantesco lida com o próprio lixo? 

Isso é um problemão por lá, já que, segundo o Greenpeace, a Rússia produz 70 milhões de toneladas de resíduos por ano. Não existe uma estrutura consolidada de coleta seletiva e reciclagem na Rússia e em maio desse ano rolou um protesto contra os lixões, na cidade de Volokolamsk, bem pertinho de Moscou. Os russos pediam melhores condições, já que o cheiro do aterro era insuportável pra muita gente. Em março, 50 crianças precisaram de atendimento médico por intoxicação causada por um lixão da cidade. Em 8 anos, a capacidade dele foi ampliada em 10 vezes só pra abrigar o lixo local. As cidades próximas à capital recebem 16% de todo o lixo do país, cerca de 11 milhões de toneladas de lixo.

A previsão é que em 3 anos a capacidade dos aterros russos cheguem na sua capacidade máxima. Nos últimos 10 anos, os russos produziram mais 30% de lixo e, próximo a Moscou, foram fechados 24 lixões nos últimos 5 anos por conta da insalubridade. Em 2016, o país reciclou 9% do seu lixo e quase 3% dele foi incinerado. O que significa que mais de 85% do lixo produzido pelos russos foi direto pros aterros sanitários. No final do ano passado, o presidente Putin decretou uma lei obrigando as autoridades regionais a coordenarem os lixões com seus moradores e a criarem estações de triagem e reciclagem de lixo. Hoje parece que já são vistas algumas lixeiras pra separação pelas cidades.

Putin prometeu construir 5 incineradoras de lixo, 4 nos arredores de Moscou e 1 em Kazan, nas margens do rio Volga. Cada uma delas tem capacidade para 700 mil toneladas de lixo por ano e devem estar em funcionamento em 2021. Ainda existe muita polêmica sobre o assunto, já que incinerar o lixo ainda não é uma solução interessante pro meio ambiente. Durante o mês de junho, a Rússia recebeu mais de 1 milhão de turistas do mundo pros jogos da Copa... Já pensou pra onde foi todo esse lixo?

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Pequenos Lixos, Grandes Problemas | Cotonetes

Você já parou pra pensar no perigo dos cotonetes pro planeta?

Quantos pequenos lixos nós consumimos e sequer paramos pra pensar no impacto deles pro planeta? Quantas vezes por semana você usa o cotonete? Pra começar, esse hábito já é super polêmico, porque vários médicos afirmam que ele faz mal aos nossos ouvidos e são bem perigosos. Segundo o Mundo Estranho, da editora Abril, o cotonete foi inventado há pouco tempo, na década de 1920, depois da Primeira Guerra Mundial por um polonês chamado Leo Gersternzang. Parece que ele teve a brilhante ideia depois de observar a mulher limpar o ouvido da filha com um pedaço de algodão preso em um palito de dente. E ele passou a produzir um cotonete com o corpo de madeira, mas o de plástico começou a ser comercializado em 63.

Os cotonetes são um dos resíduos mais encontrados nos oceanos, já que as estações de tratamento nem sempre conseguem filtrar os fininhos cotonetes. Segundo a Marine Conservation Society, eles foram o 6º item mais encontrado nas praias britânicas há 2 anos. Os europeus têm o hábito de jogar os cotonetes pelo vaso sanitário e eles vão parar nos oceanos ameaçando seriamente a vida marinha. 

Você já deve ter visto essa foto por aí, né?

Foi um registro do fotógrafo Justin Hofman, que praticava apneia na costa da ilha de Sumbawa, na Indonésia. Ele contou ao Washington Post que a corrente jogou vários dejetos em direção ao cavalo-marinho, que agarrou o cotonete. Ele usou a fotografia como um alerta e foi finalista de um concurso de fotógrafos da vida selvagem do Museu de História Natural de Londres.

Fotos como a de Hofman provam como é preciso agir hoje pra salvarmos toda a vida marinha em perigo por causa dos nossos impactos negativos ao planeta. E cotonete é reciclável? Bom, a haste é de plástico, o que significa que é reciclável. É tirar o algodão das pontas e encaminhar pra coleta. Mas como você deve tá cansadx de saber, nem tudo que é reciclável é reciclado e o plástico tem um índice de um pouco mais de 50% de reciclagem no Brasil. Ainda assim, isso não significa que as hastes dos cotonetes estejam dentro desse número.

Mas o que fazer? A boa notícia é que já tem muita gente grande de olho nesse problema. A Johnson & Johnson (a maior fabricante de cotonetes do mundo!) declarou que vai trocar todos as hastes de plástico por papel biodegradável. E essa medida rolou por causa de uma campanha lá fora, a #SwitchTheStick (ou #TroqueOPalito), voltada pra denunciar o impacto das hastes de plástico nos cotonetes pro meio ambiente. As maiores transformações estão nos menores gestos e nas mínimas mudanças de hábito. Vamos repensar mais esse?   

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Já conhece o Kit 3x1 do Menos 1 Lixo?

Você dá um presente pra quem você ama, um pra você e outro pro planeta!


O Kit de Natal Menos 1 Lixo é uma edição limitada, com cores exclusivas (em kits de 2 copos cada), disponíveis somente na loja online da Rio2Love.

    

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Como usar o seu copo Menos 1 Lixo e fazer ele durar ainda mais?

Fizemos um post completíssimo pra tirar todas as suas dúvidas sobre o Copo do Menos 1 Lixo, já viu? E aqui ainda tem mais informação pra você cuidar do seu copo direitinho e fazer ele durar muuuuuuito! Afinal, a gente quer evitar o consumo e a geração de lixo, né? Dá uma olhadinha nestas dicas e, se ainda tiver alguma dúvida, escreve pra gente no oi@menos1lixo.com.br!

COMO USAR CORRETAMENTE O SEU COPO?


  1. Nosso copo é retrátil, para você poder levá-lo para onde quiser! Ele vem fechadinho e, para abri-lo, primeiro você deve desenroscar a tampa no sentido anti-horário. Depois, segure firme no aro e puxe a parte inferior para baixo, até que fique totalmente expandido. Ah, colocamos marcadores de medidas no interior, pra você beber a quantidade que quiser, até 400ml. ;)
  2. Para fechar o copo, é só fazer o inverso, empurrando a parte inferior para cima e depois colocando a tampa em sentido horário para fechar totalmente.
  3. Tanto para abrir quanto para fechar, lembra que o copo deve estar sem a tampa, tá? Se você tentar expandir e fechar o copo com a tampa enroscada, pode danificá-lo por causa do vácuo.
  4. Nunca coloque o copo diretamente no fogo ou no forno. Ele é resistente, mas aguenta até 120ºC e não é para ser usado como forminha de bolo, ok?
  5. Você também pode colocar seu copo no microondas, mas apenas a parte de silicone! Não esqueça de tirar a tampa e o aro antes porque eles podem derreter.
  6. Tudo bem colocar o copo no lava-louças.
  7. O copo pode ser mantido na geladeira ou no freezer, sem problemas.
  8. Para evitar vazamentos, antes de colocar qualquer bebida dentro do copo, certifique-se de que ele está bem encaixado no anel inferior da tampa. E não aperte com força a parte de silicone do copo quando ele estiver cheio. Lembre que, para ser retrátil, ele precisa de uma certa maleabilidade e se você apertar muito, pode derramar sua bebida.
  9. Não coloque o copo dentro da bolsa ou da mochila quando estiver com bebida, mesmo com a tampa enroscada.
  10. Não coloque objetos cortantes ou perfurantes no copo, eles podem danificar e inutilizar o produto.
  11. Para evitar que seu copo fique com cheiro, tente sempre passar uma águinha antes de guardar.
  12. Se seu copo ficar com cheiro depois de líquidos fortes como whisky ou café, vale fervê-lo um pouco (no máximo 5 minutinhos) em uma panela cheia de água e três gotas de detergente neutro ou 1 colher de chá de bicarbonato de sódio. Lembre-se de colocar só o corpo de silicone, sem o aro e a tampa.
  13. Você também pode usar um pano umedecido e álcool doméstico para uma simples desinfecção, mas jamais use produtos de limpeza abrasivos.
  14. Aproveite a alça da tampa para pendurar o copo na mochila, na bolsa, no passador de cinto ou em uma corda.


 

COMO FAZER SEU COPO DURAR MAIS?

 

  1. Não utilize materiais gordurosos no copo, como óleo, manteiga, vaselina, etc. Eles diminuem a durabilidade do silicone.
  2. Se você sempre passar uma aguinha no copo depois do uso e antes de guardar, vai evitar ter que fervê-lo com muita frequência. O silicone, assim como outras borrachas, resseca aos poucos quando em altas temperaturas.
  3. Prefira o bicarbonato de sódio ao detergente na hora de ferver seu copo. Ele é super eficaz e mais suave.
  4. O copo do Menos 1 Lixo foi feito para você abrir e fechar muitas vezes! Mas é sempre bom ter um pouquinho de cuidado neste processo pra fazer ele durar ainda mais, né? Seja gentil com seu copo ;)
  5. Siga os modos de usar seu copo corretamente e aproveite!


 

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Tudo o que você precisa saber sobre o copo do Menos 1 Lixo!

Você pediu e nós ouvimos, tem textão explicando TUDO o que você precisa saber antes de adquirir seu copo Menos 1 Lixo! I

Se mesmo depois de ler essa matéria com as perguntas frequentes, você ainda tiver alguma dúvida, escreve pra gente no oi@menos1lixo.com.br. Priorizamos o relacionamento com a comunidade e não medimos esforços pra que isso se dê da melhor maneira possível, com respeito e sempre, muuuuito amor!

No vídeo abaixo, a Fe Cortez explica sobre o início do movimento e porque decidiu criar um copo para salvar o planeta, 1 copinho por vez. 

 

O copo foi idealizado a partir da conta do impacto positivo que gera, que acaba sendo inclusive muito maior do que apenas a redução na geração de lixo.

O copo do movimento é um agente de transformação de comportamento, porque quando as pessoas usam o copo, elas passam a reparar em outros lixos, e assim reduzem ainda mais a quantidade de resíduos em outros aspectos da vida delas, passando a ter uma consciência maior quanto ao seu papel na preservação da natureza e de autorresponsabilidade. Acreditamos que, em qualquer segmento, o principal caminho rumo a uma vida mais sustentável é a redução do consumo. Nosso objetivo é ser um facilitador nessa diminuição da produção de lixo. Vamos entender tudo? 

Para esclarecer as dúvidas mais frequentes a respeito do Copo do Menos 1 Lixo, dá um play! :) 

Se depois deste vídeo você ainda tiver dúvidas, dá uma lida nesse texto.

O IMPACTO AMBIENTAL DO COPO

O principal objetivo do copo é, claro, ser ferramenta nesse processo de redução de lixo e de consumo e de desenvolvimento de uma consciência linda de que somos parte dos problemas e das soluções. O copo foi idealizado pela Fe Cortez e pensado para que você possa carregar pra todos os lugares e assim economizar o maior número de copos plásticos (ou outras embalagens, já que o copo pode ser utilizado de várias formas). Por isso ele precisava ser dobrável e não te deixar na mão. Fica bem pequenininho, fácil de carregar e prático de usar.


Estimamos que, usando o copo 5x por dia, para beber água ou aquele cafezinho no trabalho (lembrando que devemos beber em média 2 litros de água por dia), você irá economizar pelo menos 25 copos plásticos por semana (se contarmos apenas os dias úteis). Mas se você for um total adepto do copo e levá-lo também para aquela cervejinha dos finais de semana, você poderá fazer uma redução no seu consumo de cerca de 1.825 copos descartáveis por ano! Já pensou no impacto positivo que só você estará gerando para o planeta? Ainda assim, se você usar seu copo apenas 1 vez ao dia, vai economizar 365 copos ao final de 1 ano. Já valeu a pena, né?

AS ESCOLHAS DAS MATÉRIAS PRIMAS

Como falamos, a característica principal do nosso copo é sua versatilidade e pra isso ele precisava ser dobrável. Porque existem sim outras alternativas ao copo, como as garrafas squeezes ou de alumínio, as canecas e os eco copos de plástico durável, mas te restringem o uso, porque não são práticos para te acompanharem no dia a dia. Pensa bem, você leva seu squeeze pra uma festa? Dificilmente, mas o copo do Menos 1 lixo você pode levar pra qualquer lugar.

Por isso, o material mais adequado para o corpo do copo é o silicone. O copo tem apenas dois materiais, o silicone da base e o polipropileno do aro e da tampa. Escolhemos os dois materiais separadamente para que o descarte pudesse ser também mais sustentável (se você reparar, os potinhos de silicone pra comida que são vendidos por aí têm uma parte rígida em cima onde a tampa é presa, e isso dificulta muitoooo a reciclagem, porque há uma injeção de plástico no silicone, e pra separar é praticamente inviável economicamente).

Por que SILICONE?

Porque ele é dobrável, super resistente, com alta durabilidade, atóxico, tem a menor aderência possível a alimentos e bebidas, o que significa que é fácil de lavar e usa menos água nesse processo. Além disso tudo, nosso silicone tem grau alimentício e grau médico (o mesmo usado para implantes), ou seja, não faz mal nenhum à nossa saúde*.

Por que POLIPROPILENO (PP)?

Porque ele é rígido, durável e dá maior estabilidade e segurança ao copo. Além disso, o PP é reciclável e reciclado no Brasil (vamos explicar melhor sobre estas duas palavrinhas um pouquinho abaixo no texto, vale ler até o fim!).

O QUE GASTA MENOS ÁGUA: LAVAR O COPO DO MENOS 1 LIXO OU USAR UM DESCARTÁVEL?

Se você tem esta dúvida, precisamos voltar uns passos atrás e analisar a quantidade de água usada para produção dos dois copos.

No processo de fabricação do copo do M1L, o corpo de silicone não utiliza água (ponto pra gente!). Usamos a prensagem mecânica, onde a matéria prima é injetada por pressão e ganha forma num processo chamado vulcanização que não utiliza água.

A tampa de PP é feita através de injeção, outro processo que não utiliza água, a não ser no circuito fechado onde a perda acontece apenas na evaporação, que é tão baixa que nem temos como contabilizar*.

Já na produção de 1 copo descartável, são utilizados entre 500ml e 3 litros de água.


Para lavar seu copo M1L, você vai usar de 100ml a 400ml de água. Já para o copo de plástico... bem, você sabe, né? Ele vira lixo em minutos.

E SE O COPO DO MENOS 1 LIXO FOSSE DE OUTRO MATERIAL RECICLADO NO BRASIL?

O primeiro copo do movimento, era de aço inox, considerado o material mais reciclável do mundo e retrátil. No entanto, ele só tinha capacidade para 100ml, era fabricado na China sem que o movimento tivesse garantias da responsabilidade sócio ambiental da produção, emitia muitos gases de efeito estufa no trajeto China - Brasil, e não era muito estável, fechando às vezes de modo repentino e fazendo com que a bebida derramasse, o que podia ter consequências sérias se a bebida fosse quente.

Pela nossa experiência com esse copo, o mais importante era que o copo do Menos 1 Lixo  fosse dobrável e feito de um corpo único (tirando tampa e anel), nesse caso não tem material substituto que seja de grau alimentício, com alta durabilidade, atóxico,  maleável e reciclado por aqui. E como falamos acima, o mais importante é que o nosso copo esteja sempre com você, porque é essa versatilidade que faz com que o impacto ambiental dele seja infinitamente menor do que a reciclagem de qualquer descartável (isso quando é de fato reciclado, mas falaremos mais dessa relação reciclável versus reciclado abaixo ;)).

Como o objetivo do Menos 1 Lixo é gerar consciência e menos descarte, o copo tinha que ser retrátil e prático, portanto, o silicone era a única opção viável para este fim. E continuamos achando que é o melhor material possível!

CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL 

Trabalhamos com a maior fábrica no Brasil que produz produtos feitos de silicone e ela possui um sistema de Gestão Ambiental baseado na  ISO14000 e certificação da ISO9000 (para o Sistema da Qualidade dos produtos).  A fábrica tem a certificação de BPF e sistema de Gestão de Boas Práticas de Fabricação reconhecido e certificado pela ANVISA. Possui também licenças ambientais pela CETESB, órgão responsável por fiscalizar todos os resíduos gerados, além de licenças da Vigilância Sanitária*.

MAS QUAIS SÃO MESMO AS MATÉRIAS-PRIMAS DO COPO? VAMOS DETALHAR AINDA MAIS?

Como já falamos acima, o copo é feito de duas matérias primas: uma na base e outra no anel e na tampa. A da base é 100% silicone de grau alimentício. Isso significa que é 100% atóxico e biocompatível, não promovendo alergias, irritações ou qualquer outra reação ao contato com o produto. O silicone que usamos para produção do copo é inerte ao meio ambiente e não libera nenhuma substância nociva às pessoas e aos animais, entrando em contato com o solo, com a água e com o ar. Pro copo ficar colorido, usamos pigmentos (NÃO É TINTA!), livres de metais pesados e de substâncias tóxicas. A tampa é feita de Polipropileno (PP), que é um tipo de plástico reciclável e reciclado por algumas empresas brasileiras. Tanto a tampa, como o aro e o corpo do copo são livres de BPA, FTALATOS e metais pesados*.

PIGMENTOS


Os pigmentos usados para que nossos copos sejam lindos e modernos não possuem metais pesados, não possuem ftalatos e são destinados a uso de grau alimentício*.

O COPO FICA COM CHEIRO?



O silicone foi escolhido por conta da baixíssima aderência a gostos e cheiros, mas eventualmente pode ficar um cheirinho dependendo da bebida e do tempo que o copo ficou com ela sem lavar (por exemplo quando vamos a uma festa e bebemos cerveja e só lavamos no dia seguinte). Para resolver, é só ferver o corpo de silicone com bicarbonato de sódio. Se for uma bebida muito forte, como café e cerveja, pode repetir o processo. Sai tudinho! :) 

O COPO AGUENTA ALTAS E BAIXAS TEMPERATURAS?


Sim! Você pode colocar tanto bebidas quentes quanto geladas (o nosso copo resiste à fervura de até 120º).

ENVIO DO COPO POR E-COMMERCE

O Menos 1 Lixo é uma plataforma de conscientização e educação ambiental. Não somos uma fábrica, nem uma loja, nem e-commerce. Por isso temos parceiros na produção e na venda dos nossos copos, e trabalhamos com eles para que o envio seja o menos impactante possível. Porém por sermos um movimento pequeno, não temos como estabelecer regras acerca do envio. Temos uma cartilha com orientações, mas não é uma obrigatoriedade, e seguimos trabalhando para melhorar as embalagens que circulam pelo correio com nossos parceiros. Se tiver sugestões, escreve pra gente!

O COPO DO M1L É RECICLÁVEL?


Sim! Toda a matéria prima usada no copo, tanto o silicone quanto o polipropileno são RECICLÁVEIS.
Mas o silicone ainda não é reciclado no Brasil.

Na concepção do design e usabilidade do produto, era mais importante que ele fosse dobrável e retrátil do que reciclado no Brasil, já que criamos um copo para que ele fosse o mais resistente possível e com alta durabilidade! Nos baseamos no conceito e nas regras de ouro da construção do projeto Lixo Zero.


Fonte: Folha de São Paulo

Não podemos esquecer que a reciclagem também envolve o consumo de água, energia elétrica e emissão de CO2, além de desvalorizar a matéria prima. Por isso, ela é a última etapa numa produção sustentável e, como você pode ver nos dados acima, ainda precisa evoluir muito no Brasil.

Hoje, o silicone é um material que, apesar de RECICLÁVEL, ainda não é RECICLADO no Brasil, embora seja em outros países.

Já o PP é reciclável e reciclado por aqui. Por isso fizemos o anel e a tampa separados do corpo para facilitar o descarte.

Mas mesmo o seu copo não sendo reciclado no Brasil hoje, o impacto ambiental que ele gera é muito mais positivo e infinitamente menor do que você usar descartáveis!

RECICLAGEM, DOWNCYCLING E UPCYCLING

Reciclagem é o processo pelo qual a matéria prima volta a ser uma matéria prima, de conversão de desperdício em materiais ou produtos de potencial utilidade, mas tem um downcycling, que faz com o produto valha menos do que valia antes da reciclagem. Ou seja, a integridade do material é um tanto comprometida no processo de recuperação na maioria dos casos, e principalmente no que diz respeito a vários tipos de plásticos. Já o Upcycling é quando você faz um novo produto sem quebra molecular para que ele se transforme em uma matéria prima, dando uma nova usabilidade ao produto e valorizando-o.

LOGÍSTICA REVERSA

A logística reversa não incide na atividade econômica do Menos 1 Lixo, já que não é objeto da Lei 12.305 de 2010. É importante ainda dizer que a empresa segue à risca o Art. 33, que você pode ler na íntegra aqui. A lei tem por objetivo fazer com que as grandes empresas, com alto impacto ambiental negativo, tenham responsabilidade sobre os resíduos sólidos gerados na sua produção, alcançando o consumidor final e incluindo-o também na cultura sustentável.

Ainda não tínhamos falado sobre logística reversa, porque entendemos que a nossa atividade não se enquadra na obrigatoriedade da lei, mas pra sermos muito corretos e transparentes com o público, buscamos um parecer legal. Sendo assim, não somos obrigados, mas isso não significa que não tenhamos esta preocupação no Menos 1 Lixo. Queremos gerar o menor impacto possível no ambiente e por isso estamos trabalhando em um projeto de upcycling que seja viável (operacional e financeiramente) e escalável (acessível a todos).

Somos um movimento, não um e-commerce e estamos no mercado há pouco tempo. Como nosso produto não tem similares no Brasil, este é um estudo que precisa de tempo e cuidado. Inclusive, se você tiver ideias, aceitamos sugestões! Escreva para oi@menos1lixo.com.br.

Enquanto isso, estamos guardando os copos no pós consumo para ações futuras (como falamos abaixo).

QUAL É DURABILIDADE DO COPO?

Fizemos um teste de ciclagem, que é um teste de abrir e fechar o copo na fábrica. A média alcançada foi de 5.000 vezes. Isso significa que, se você usar seu copo 6 vezes por dia, dá uma vida útil em torno de pouco mais de 2 anos. Mas, se você usar o copo 5.000 vezes, significa que você economizou 5.000 copos!!! É um resultado incrível de economia de copo descartável versus a durabilidade do copo M1L.

Tivemos um problema no primeiro lote da nossa produção e a matéria prima já foi substituída por uma mais resistente, aumentando a vida útil do copo de 2 pra 4 a 5 anos. Vai depender de como você usa, armazena e lava.

Infelizmente o produto não dura “pra sempre” como o vidro, por exemplo. Mas o vidro não é dobrável e não dá pra carregar sempre com você. Então escolhemos o silicone por todas essas características. O silicone pode ter uma vida útil de até 100 anos sem perder as propriedades, mas os cuidados de manuseio interferem nesse processo. Todas as informações sobre as melhores práticas de uso e conservação do copo estão no manual, que acompanha a embalagem.

MEU COPO RASGOU, E AGORA?

Desde o lançamento (2016) tivemos o registro de apenas 0,03% de problemas com o copo (um índice bem baixo para parâmetros de qualidade industriais), e mesmo assim, mudamos a matéria prima para que o produto fosse ainda mais resistente.

Se isto aconteceu com você, fica tranquilo. A gente se compromete a analisar seu caso e trocar seu copo sem custos extras para você. Como o objetivo é descartarmos o menos possível, pedimos que você envie apenas a parte de silicone e guarde o aro e a tampa para o novo corpo que iremos enviar. É só preencher esse formulário aqui.

MEU COPO VAI PARA UM LIXÃO? O QUE É UM ATERRO SANITÁRIO CERTIFICADO?

Para o meio ambiente, os lixões têm impacto negativo pois não têm certificação e são locais sem nenhum tipo de preparo para receber os lixos. No entanto, o aterro sanitário para o qual enviamos alguns dos copos que recebemos no pós consumo, (0,03% do total dos copos produzidos) é um aterro sanitário industrial particular, controlado, e que também possui licença ambiental da CETESB para funcionamento, sofrendo auditorias contínuas com responsabilidade ambiental.

PRODUÇÃO 100% BRASILEIRA, O QUE SIGNIFICA?

Como a Fe fala no vídeo acima sobre o copo, produzir um produto 100% brasileiro garante que possamos dar todas estas informações a você, com transparência, pois pesquisamos e temos contato com toda a cadeia de produção. Além disso, fomentamos o mercado brasileiro, usando nossa mão de obra (garantindo que não há trabalho análogo à escravidão, como em algumas fábricas na China), encurtamos o tempo de entrega da mercadoria e as emissões de CO2.

O COPO DO MENOS 1 LIXO É CARO?

Caro é um conceito muito subjetivo. Hoje quando pensamos no custo de um descartável, ele só é barato assim porque os fabricantes não se responsabilizam e não pagam o custo ambiental daquele produto. Isso significa dizer que eles não são tributados a mais, analisando a quantidade de peixes e aves marinhas que morrem em decorrência da ingestão de plástico por exemplo, ou da poluição de um rio que recebe os resíduos do nosso pós consumo. Se esses custos, que hoje são pagos com a degradação da vida humana e divididos por nós, fossem contabilizados, muitos descartáveis não existiriam, ou haveria uma alta taxa de reciclagem ou de reutilização daquelas matérias primas. Então o que é caro? É aquilo que a gente paga diretamente do nosso bolso?

Fato é que produzir no Brasil não é fácil! São muitos impostos e custos altos, principalmente quando fazemos um produto diferenciado e que não tem similares. Produzir na China certamente faria com que nosso custo despencasse, mas aí não teríamos as vantagens citadas acima.

De qualquer forma, estamos pensando em maneiras de baratear nossa produção e entregar um produto ainda mais acessível para você! Mas pra isso precisamos ganhar escala e vender muito mais, e ainda somos pequenos! Então cada vez que uma pessoa compra nosso copinho, além de contribuir pra que a gente ganhe escala, divulgar um comportamento de consumo consciente por aí e fazer mais por um planeta mais limpo e com mais vida, ela também está contribuindo para manter o movimento e as pessoas que trabalham nele com objetivo de produzir ainda mais conteúdo e ações para a educação ambiental. Somos muito gratos por isso!

MESMO NÃO SENDO RECICLADO NO BRASIL, POR QUE O COPO DO MENOS 1 LIXO AINDA É UMA ÓTIMA ESCOLHA?

Estimamos que desde o lançamento do copo do movimento até hoje, mais de 14 milhões de copos descartáveis tenham deixado de virar lixo com o uso do copo do M1L. Fazendo uma média baixa, por indivíduo, 300 copos plásticos são economizados anualmente quando substituídos pelo copo M1L. Se olharmos o consumo diário de 720 milhões de copos descartáveis POR DIA, dá para perceber que ainda temos um longo caminho.

Usando o copo do M1L você irá:

  • deixar de gerar muito lixo com copos descartáveis e possivelmente outras embalagens e todas as consequências que isto implica
  • economizar água (lembra o que falamos sobre o consumo de água para a produção de copos plásticos x o do M1L)
  • valorizar a mão de obra e as empresas brasileiras
  • usar um produto que não oferece riscos à sua saúde
  • estimular e propagar a consciência ambiental
  • contribuir para a existência do Movimento Menos 1 Lixo



INFOS ADICIONAIS 

ISO 9000

A ISO 9000 é a norma que regulamenta os fundamentos e o vocabulário do Sistema de Gestão da Qualidade, mostrando à organização qual o seu objetivo e os termos a serem aplicados, bem como suas vantagens para a gestão da qualidade.

O sistema ISO fornece uma infinidade de técnicas para a otimização dos processos internos de uma indústria, empresa ou instituição.  A utilização das normas ISO 9000 por uma empresa exige certificação, garantindo responsabilidade, credibilidade e solidez nas relações comerciais. Isso gera maior segurança para os usuários do produto ou serviços da empresa, que se torna também sustentável por tomar medidas que não agridem o meio ambiente.

ISO14000

A série de normas ISO 14000 correspondem a um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) editado pela ISO (International Organization for Standardization). Ela apresenta diretrizes para Auditorias Ambientais, Avaliação do Desempenho Ambiental, Rotulagem Ambiental e Análise do Ciclo de Vida dos Produtos, especificando os requisitos de um sistema de gestão ambiental, permitindo que a organização formule políticas e objetivos pensando nos requisitos legais e informações para os impactos ambientais significativos.

CETESB

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo é a agência do governo do estado de São Paulo   

*de acordo com especificações do fabricante

 

Leia mais
Onde encontrar nosso copo?

Comprar online é uma facilidade e tanto, né? Mas tem que ter paciência para esperar o produto chegar e tem o frete dos correios. Então listamos aqui todos os nossos pontos de venda espalhados pelo Brasil, para que você ache direitinho a melhor maneira de entrar para o Movimento Menos 1 Lixo, e salvar o planeta, um copinho por vez. Mas se você curte comprar com um clique, também não tem problema: lá embaixo rolam os pontos de venda online do copinho.

Quer mais informações sobre o copo? Dá uma olhada no vídeo que a Fe Cortez gravou contando tudo que você precisa saber sobre ele: clica aqui. Vamos juntos!  

Rio de Janeiro 

Gaia Art & Café

Rua Gustavo Sampáio, 323

Leme

Ahlma (copo personalizado)

Rua Carlos Góis, 208

Leblon

La Fruteria (copo personalizado)

Rua Visconde de Pirajá, 559

Ipanema

EZE R.

Visconde de Pirajá, 547, sobreloja 217

Ipanema 2000

.Org Bistrô

Av Olegário Maciel, 175

Barra

Empório DNA

Barra Barra Shopping (Avenida das Américas, 4666, loja 106P28

Barra da Tijuca

Emporium Produtos Naturais - Loja Mercadinho Shopping Cittá América

(Avenida das Américas, 700, loja 107E)

Barra da Tijuca

Nova Friburgo

Armazém Manjericão (loja física + online)

Avenida Manoel Carneiro de Menezes, 3379 - Loja 02

Mury

São Paulo

Vila das Rosas

Rua Padre Carvalho, 117

Pinheiros

Estela Passoni

Rua Joaquim Antunes - 621

Pinheiros

Boutique Goiaba Urbana

Rua dos Pinheiros, 259

Pinheiros

Alessandra, Sua casa com Vida

Avenida Lins de Vasconcelos, 2880

Vila Mariana

(obs.: deve ser agendado previamente pelo whatsapp (11) 99187-9237 ou pelo direct do instagram @suacasacomvida)

Insecta Shoes Rua dos Pinheiros, 342 Pinheiros

Brasília

Inspira Verde

Loja: Lojinha da Virada Verde

CLSW 301, bloco B 64, Sudoeste

Loja (em breve): Endossa Casa Park. SGCV, Guará

(ou pelo direct @inspira.verde)

Recife

Manu Tenório Café (copo personalizado)

Av Conselheiro Aguiar, 1552

Boa Viagem

Fortaleza

Mercadinho São Luis

Loja Cocó: Av. Engenheiro Santana júnior, 2977 - Coco

Loja Virgílio: Av. Senador Virgílio Távora, 570 - Aldeota

Loja Santos Dumont: Av. Santos Dumont, 5625 - Papicu

Loja Riomar Papicu: Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 - Papicu

Veg Libert Rua Padre Miguelino, 1500 Benfica

Salvador

Veganza Salvador Rua Hortensias, 988, loja A

Pituba

Porto Alegre

Mercado Brasco

Rua Dr. Florêncio Ygartua, 151

Moinho de Vento

Mercado Brasco II

Avenida Nilo Peçanha, 3228

Viva Open Mall, Lojas 5, 6, e 7 Petrópolis

Curitiba

Veg Veg

Rua Visconde de Nácar, 655

Centro

Itajái

Armazém Galo

Rua Laguna, 242

Fazenda

Vitória

Kaffa Cafeteria

Rua Darcy Grijó, 50 - 03, 04

Jardim Penha

Lojas FARM de todo o Brasil (veja os endereços abaixo no site)   

Online

Paz em Gaia (copo personalizado)

Rio 2 Love

Nós Mais Árvores (copo personalizado)

Armazém Manjericão

FARM RIO (copo personalizado)

Vital Holístico

B.Live

Atlântico Arte    

Leia mais
Desafio 1 Look Por Uma Semana



Quando você compra uma peça de roupa, você realmente pensa se ela vai durar muito tempo no seu guarda-roupa? E se você vai poder usar muitas vezes, e em muitas ocasiões? O crescimento do fast fashion mostra que muita gente não pensa assim!


 

Para chamar atenção para isso, e para fazer um exercício de reflexão mais ativo, a Fe Cortez topou entrar no desafio da Lilian e convidou um monte de gente pra começar, junto com ela, no dia 24 de julho! Tem gente de várias cidades, várias idades, várias profissões. Tem gente preocupada se o look vai durar no calor do Rio, tem gente preocupada para não escolher errado e passar frio em Porto Alegre.

A Karin Dreyer é produtora cultural e adepta do estilo de vida Desperdício Zero, onde se busca uma rotina com o mínimo de descartes e produção de lixo possíveis. Em seu blog - Por Favor Menos Lixo - e redes sociais, divide com os leitores suas escolhas para o dia-a-dia dentro e fora de casa, desmistificando a ideia de que práticas sustentáveis sejam difíceis. E o que a Karin tem a falar sobre o desafio #1lookporumasemana ? "Com esse desafio gostaria de estimular o questionamento e as reflexões que eu mesma me fiz alguns anos atrás: Afinal, se eu possuo tanta roupa, por que volta e meia olho para o meu armário e sinto que não tenho nada para vestir?  Essa pergunta me fez entender que, mesmo gostando muito das minhas roupas, no fundo eu não dava tanto valor a elas, pois eram facilmente substituídas por uma nova peça bonita que eu comprava. Assim o ato de comprar não era mais um prazer e sim uma necessidade que, não realizada, levava à frustração. Repetir roupa é valorizar aquilo que temos, ser consciente e ter autonomia de escolha. Além de dar bem menos trabalho no dia a dia, gastar menos dinheiro e ainda ajudar o meio ambiente."

A Rhaisa Batista, atriz, e ex-modelo, sempre achou uma bobagem esse conceito de não repetir roupa. "Até porque temos máquina de lavar pra isso, né? Esse desafio é como reinventar essas roupas, porque a gente que vem da moda tem alguns conceitos de look e de combinações de peças pré definidas, então é se libertar um pouco disso e pensar mais no bem comum. E ao mesmo tempo conseguir ficar feliz com o figurino em diversas ocasiões. A expectativa é como reinventar esses looks, como compor quando um dia chove, no outro faz sol. Como fazer? To animada!"

A Ju Nasciuti, idealizadora e apresentadora do "Programa Muda", onde conta histórias de pessoas que estão mudando o mundo pra melhor, está tão curiosa, quanto apreensiva. "Não sou uma pessoa muito consumista e meu armário não é grande. No entanto, passar 5 dias com apenas uma produção será um desafio de desapego e consciência de que sempre podemos viver com menos.”

Para a Vanessa Huguinin, publicitária especialista em food branding, que vive um entra-e-sai de restaurantes e cozinhas com o dia-a-dia da Foodse, vai ser um desafio e tanto. Ela não pàra nunca!

A Patrícia Japiassú, facilitadora da Healing Hands Escola de Ser e de Reiki , aposta que “É no contraste se dá a consciência. E assim vale para todos os movimentos de nossa jornada. Do olho do observador ao look a ser observado! Acredito que exercitar este desafio será mais um portal de leveza do SER.

”Se você também quer entrar neste desafio de contraste e consciência, basta postar os seus looks usando as hashtags #1lookporumasemana, #menos1lixo, #dicasdaFeCortez



As regras são:

  • Escolher as peças de roupas que vão compor o look principal para usar a partir da próxima segunda-feira, dia 24 de julho
  • Postar diariamente e não esquecer de colocar as hashtags (pra gente poder achar vocês!)
  • É permitido variar sapatos, acessórios e casacos
  • Para completar o desafio, a semana pode ser considerada a semana de trabalho, ou seja, 5 dias.
  • Quem conseguir esticar pra 6, 7 dias ganha uma estrelinha. :) Mas 5 dias já está valendo!


 
Bora?
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Leia mais
13 Razões pra sua empresa substituir os copos descartáveis pelo do Menos 1 Lixo

O Menos 1 Lixo acredita e fortalece o poder do indivíduo. Entendemos que empresas, escolas, instituições de um modo geral são organismos formados por pessoas, nada mais junto que utilizar esse espaço e fomentar novos modelos de economia e possibilitar outras formas de educação ambiental. 

E já são alguns dos nomes que aderiram ao nosso propósito e assim contribuem para reduzir o impacto ambiental que elas geram no meio ambiente.

Mas tem muitos motivos para aderir ao Menos 1 Lixo na sua empresa, vem ver!

 
 

Economia

1. O corte dos gastos recorrentes com os copos descartáveis! O investimento em copos reutilizáveis compensa rapidinha, em alguns meses.

2. Economia com a gestão de resíduos, funcionários de limpeza, compra de sacos para as lixeiras e gasto com coleta seletiva para o material em questão;

3. Economia nas horas de trabalho do funcionário de compras e suprimentos;






5. Economia do transporte dos descartáveis e do trajeto do lixo produzido na empresa para os aterros sanitários do país;

6. Economia de água que seria usada na produção de copos descartáveis;

7. Diminuição da pegada de carbono contribuindo para minimizar os impactos das mudanças climáticas no planeta; 

8. Investimento na saúde de todo mundo! Já que o plástico libera toxinas na nossa bebida, especialmente se ela for quente;

9. Geração de empregos e valorização de uma economia mais sustentável';

10. Engajamento dos funcionários com a mudança de hábitos, o que muitas vezes traz também o repensar de outras atitudes, inclusive profissionais;

11. Além de conscientizar, coloca-se em prática uma campanha de educação ambiental. O que muitas vezes difere das iniciativas de outras empresas que acabam ficando em apenas em teoria;

12. Contribui para a plataforma de educação ambiental que é o Menos 1 Lixo

  1. Pertencimento: fazer parte de um movimento que se preocupa com o planeta certamente contribui pra um sentimento de pertencimento do mundo e do ambiente de trabalho.





Livre de BPA, metais pesados e ftalatos;

Comporta 400 ml quando aberto;

Feito de silicone;

Vai do freezer ao micro-ondas, suportando bebidas quentes e frias;

Funcional, durável e lindo;

Corpo e tampa customizáveis; 

 

A produção de um copo descartável gasta de 500 ml a 3 litros de água, além da energia elétrica e matéria-prima para a sua produção e do combustível para a distribuição. No Brasil, são consumidos 720 milhões de copos descartáveis diariamente. Apesar de ser reciclável, por falta de mercado, a taxa de reciclagem desse material no país é baixíssima. Bem próxima de zero.

No mundo, por ano, são produzidas 250 milhões de toneladas de plástico. Cerca de 35% desse montante são usados apenas uma vez, por 20 minutos.  80% do plástico encontrado no mar têm origem em atividades em terra (domésticas, industriais e agrícolas). Se não mudarmos o nosso consumo, em 2050 teremos mais plástico que peixes nos oceanos.

Animou? Manda um email pra contato@menos1lixo.com.br e a gente envia um orçamento!

Leia mais
Afinal, o que é o Menos 1 Lixo?

Em 1º de Janeiro de 2015 nascia o Menos 1 Lixo, um desafio pessoal da Fe Cortez, de produzir menos lixo e provar que atitudes individuais somadas constroem um mundo mais sustentável. O primeiro passo foi banir de vez os copos descartáveis do seu dia a dia, e pra isso ela carregava sempre um copinho retrátil e reutilizável na bolsa. Além de tagarelar os benefícios disso por aí! O tempo passou, em 1 ano foram 1.618 copos descartáveis que não seguiram para o lixo, só pelas mãos da Fe. Muita gente se juntou à missão de reduzir o número de descartáveis no mundo: amigos, familiares, influenciadores, celebridades, empresas e escolas formaram uma rede de pessoas que viram pela primeira vez um caminho simples para uma vida mais sustentável.

Hoje nós somos um Movimento sobre consumo consciente, atuamos através das dicas práticas do site e das nossas redes sociais, com palestras gratuitas em instituições públicas; com consultoria; campanhas internas; produção de conteúdo, palestras e copos personalizados para as empresas que buscam uma política consciente de seus impactos socioambientais. No último Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, lançamos em um evento Lixo Zero, o nosso Copo Oficial. Livre de BPA, metais pesados e ftalatos; feito de material reciclável; com design e produção 100% brasileiros; respeitando pessoas e meio ambiente; lindo; funcional e durável!

O nosso propósito é causar e possibilitar a mudança de comportamento, fortalecendo assim consumidores empoderados e conscientes de que cada um de nós pode e deve agir por um mundo mais limpo, próspero e sustentável. E que esse mundo só acontece pelas nossas ações. 

 

Vamos juntos, salvando o planeta 1 copinho por vez!

Leia mais
O Copo fica com cheiro?

Muita gente pergunta se o copo fica com cheiro. Por ser de silicone de grau alimentício, pode ser que bebidas com cheiros mais fortes, como café e cerveja, deixem um cheirinho no copo. Mas é super fácil de resolver, viu?

A primeira dica é passar uma água depois de guardar o copo pra levar pra casa. E, em casa, ferver o corpo de silicone.

  1. Coloque um pouco de água para ferver;
  2. Retire a tampa e o anel do copo e jogue apenas o corpo de silicone dentro da panela com a água fervendo;
  3. Acrescente 1 colher de café de bicarbonato de sódio e deixe por 3 minutos.


Pronto pra outra! :)

Ainda com cheiro? Repete o processo! :)


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A experiência de fazer um evento Lixo Zero

Há duas semanas, a Fe Cortez convidou a Quiron para produzir um evento lixo zero para lançar o Copo Oficial do Menos 1 Lixo e comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Não foi um convite, foi um desafio.

Um desafio para sair do piloto automático.

O que todo mundo viu na festa foi o mais fácil: substituir os copinhos de plástico e passar a festa inteira com um copo lindo na mão. Só nisso, a gente economizou aproximadamente 300 copos de plástico! Parece pouco, mas não é. Não

é porque vai além dos copos.

Porque a decisão de abolir os copos e plástico durante a festa, gerou a vontade de fazer uma festa lixo zero. Lixo zero de verdade. E olha o que a gente conseguiu: Meta Lixo Zero com um sucesso de 99.8% de redu

ção da gera

ção de lixo.

Isso significa que 117,5 kg de lixo que normalmente iriam para aterro sanitá

rio foram evitados, compostados ou reciclados.

(Rafael Meggetto, Ju Boller e os dados alarmantes dos descartáveis no Brasil)

 Algumas decisões que tomamos: 

1- Decoração quase zero.

Para customizar o espaço, um monte de quadros negros e o talento do Rafael Meggetto na caligrafia e ilustração. 2- Substituição de cerveja por chopp em barril.

3- Abolimos pratos e utensílios descartáveis

Mas faltava alguém com conhecimento técnico pra ensinar como a gente poderia fazer mais. Foi aí que alistamos a Aline Matulja, engenheira “verde”, da Roda Ambiental. Ela montou um guia para o planejamento que foi o norte para as nossas decisões. Descobrimos que para ser lixo zero, a gente deveria estar de olho no preparo dos alimentos - porque não adiantava a empanada não ser servida no prato, a gente precisava ir atrás do que era rejeitado no preparo. Também adotamos sacos compostáveis de plástico feito de amido de milho para rejeitos das lixeiras de banheiros. E o principal: alinhou os procedimentos Lixo Zero com as equipes de limpeza, cozinha, bar e produção, engajando o pessoal para a causa.

Também contamos com a expertise da Vide Verde, que é a primeira empresa de compostagem licenciada pelo INEA, que recolhe resíduo orgânico de entidades privadas e públicas para compostagem. Mas por que a compostagem é tão importante? Porque evita o acúmulo de toneladas de resíduos orgânicos em aterros e lixões, mitigando muitos impactos ambientais (entre eles as emissões atmosféricas de gases poluentes) e reciclando os nutrientes da matéria orgânica para a fertilização dos solos e a produção de alimentos e plantas mais saudáveis. E pra dar aquele passinho a mais e o resíduo orgânico não acabar apenas na compostagem, o que já seria ótimo(!), a Aline articulou para que o destino da nossa compostagem tivesse um impacto social. O resíduo orgânico foi encaminhado para uma compostagem comunitária da Pedra da Guaratiba, onde os moradores estão transformando um terreno abandonado em horta coletiva.

Já os resíduos recicláveis gerados no pré-preparo de alimentos serão encaminhados para uma cooperativa de catadores. Resolvida a questão do lixo, a gente precisava de fornecedores na mesma vibe: gente local, que gosta de fazer diferente. Foi aí que entrou a Salve! Comedoria, que é uma cozinha industrial na Rocinha, do querido Daniel Badauí. Funciona também como uma escola que usa a culinária para promover inclusão social e fomentar o empreendedorismo na cidade. Mais: tem as melhores empanadas do Rio! A gente combinou de resgatar o lixo gerado e que o cálculo do que seria servido deveria evitar o desperdício. Porque não adianta pensar em tudo e acabar a festa com comida que vai para o lixo!

Chamamos o Daniel do Mate, isso! o Daniel que serve mate na praia e foi um sucesso!!  Eu bem que tentei um desconto com ele porque, afinal, não precisaríamos dos copos de plástico. Ele duvidou. E quando a festa estava toda montada, com todo mundo briefado, copinhos novos do Menos 1 Lixo esperando os convidados, eis que chega o Daniel com um saco cheio de copos de plástico! Mas ele não precisou. :)

(Dani do Mate)

Para os sucos, o casamento que a gente arranjou da Naturalmente Orgânicos com a Gastropoema deu super certo e rendeu vários tipos de sucos orgânicos deliciosos e com sementes germinadas.

Aí, pra fechar: brownies da Salve Brownie, que vieram nas travessas. Sem embalagem, sem etiqueta. Apenas com um cortador pra fazer quadradinhos de 3cm e todo mundo pegar com a mão. Mas, voltando ao lixo zero. A Aline, a engenheira verde lembra?,  realizou a checagem e auditoria dos procedimentos acordados para o alcance da meta Lixo Zero. E, no final do evento, todo resíduo produzido foi pesado (orgânicos, recicláveis e rejeitos). Tendo os resultados das pesagens em mão, a Aline calculou nossas 3 variáveis: 

1-Lixo Potencial: 117.35 kg que iriam para um aterro sanitário,

2- “Luxo" Gerado: 117.10 kg, - Isso! Luxo mesmo! Esse é o total de materiais que não viraram lixo, seja porque serão compostados e reciclados ou porque esse lixo não foi gerado! É a soma dos nossos orgânicos, recicláveis e também do resíduo evitado (redução). 

3- Meta Lixo zero (MLZ) 99,79% de redução na geração de lixo!

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Fe, o que eu testemunhei nessa festa é mais ou menos o que vejo acontecer quando as pessoas resolvem carregar o copinho do Menos 1 Lixo por aí. Ele é eloquente mesmo dentro da bolsa. Porque quando elas carregam o copinho, elas também carregam uma atitude junto com elas. Ser imcumbida da missão de produzir um evento lixo zero me fez revisitar todas essas ações de piloto automático que a gente toma para fazer uma festa. Vou confessar que foi difícil. Mas como o meu filho de 9 anos fala, coisa difícil é apenas um desafio superestimado! Tô pronta pra outra!

(Fe Cortez e Heli)

Heliene Oliveira, fundadora da Quiron, uma empresa agitadora de transformações. Como uma festa lixo zero, por exemplo. Com dados fornecidos através do relatório da Roda Ambiental.

Fotos: Ari Kayer

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Dia Mundial do Meio Ambiente: comemoramos a data lançando o Copo Oficial Menos 1 Lixo!

O tempo passou, e muita gente se juntou à missão de reduzir o número de descartáveis no mundo. Amigos, influenciadores, escolas e empresas se engajaram na campanha e começaram a produzir menos lixo e promover o consumo consciente. O desafio pessoal da Fe Cortez cresceu e, com tantos adeptos, se tornou um Movimento. Com dicas práticas para uma vida mais sustentável, novos hábitos e uma visão de mundo mais inclusiva.




Se alguém ainda duvida da importância dos pequenos gestos, vale saber os resultados da Fe, em apenas 1 ano de Movimento:

Menos 1.618 copos descartáveis nos mares e aterros sanitários;

Menos 800 Litros de água gastos na produção dos descartáveis;

Menos combustível usado e gás carbônico no ar;

Menos matéria-prima utilizada sem consciência;

Menos energia elétrica gasta com o desnecessário;


Menos 1 Lixo.

Mas o copinho que começou tudo isso e que sempre será o nosso mascote, era pequeno, às vezes vazava, e era produzido lá fora, sem que pudéssemos ter garantias de responsabilidade socioambiental. Começava então quase que um segundo desafio: pensar em um novo copo! Hoje, com uma alegria imensa, e com cada coraçãozinho transbordando de felicidade, apresentamos o Copo Oficial do Menos 1 Lixo.



Para comemorar tanta coisa boa e celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, faremos hoje um evento Lixo Zero. Com muito colaborativismo e com a tal rede de amigos que tanto nos apoiaram e disseminaram a nossa mensagem. Amanhã a gente conta pra você como foi a experiência de festejar pensando no indivíduo e no coletivo, no planeta! Esse foi mais um dos desafios que apareceram para nós e mais uma forma de provarmos que: é possível viver com hábitos de consumo conscientes! ;)

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Menos 1 Lixo é Fantástico!

Há quem diga que 2015 não foi um ano fácil e pareceu infinito!

Para nós passou voando, e da melhor maneira possível! Não que sejamos os "diferentões" [imagina!], mas adotamos o desafio de desenvolver e propagar por aí novos hábitos de consumo, na verdade, consumir menos e de forma consciente. E justamente conscientes do nosso poder e dever como indivíduos, o movimento nasceu, cresceu, e segue crescendo - isso, graças a todos que seguem conosco, claro. Ao longo dos 12 meses muito mudou. A economia, a consciência, o comportamento e principalmente, o dia a dia da Fe Cortez que, em breve, contará aqui tudo sobre o seu desafio pessoal de ficar 1 ano sem copos descartáveis. As estatísticas mudaram também para os nossos embaixadores - Débora Nascimento, Roger GobethMarina Ruy Barbosa, entre outros queridos e,  para o Andrei, pra Mari, pro Pedro, pra Liliana, que foi além e transformou os hábitos do colégio onde trabalha. Além das empresas que levaram nossos copinhos e nossa campanha aos seus funcionários, clientes, e parceiros. E, claro, mudou ainda para aqueles que ainda não garantiram seus copinhos do M1L, mas que adotaram nossas ideias para preservar o meio ambiente e a vida. 

 

Pois é, como se não bastasse um ano assim (que fechamos no Caldeirão do Huck), começamos 2016 com o pé direito! Já na primeira semana estivemos no Fantástico, ao lado de pessoas que também resolveram arregaçar as mangas por um mundo melhor, mostrando que pra mudar, é só começar.

A Fe Cortez, a dona de casa, os vizinhos delas, os estudantes de engenharia (e os que vendem miçangas na praia), os moradores do seu condomínio, a família, os amigos, eu, você, nós, somos muitos! Mudar os hábitos para melhor está nas mãos de cada um e é nisso que acreditamos! Obrigada por um ano de conquistas, e aguardem que 2016 será ainda melhor! Somos gratos por cada um que participa de tudo isso e que diariamente nos impulsiona para sermos cada vez mais um Movimento transformador, acessível, interativo, informativo e de verdade! ;) Um Fantástico 2016 da equipe do Menos 1 Lixo! Ah, e os copinhos estão acabando, então clica aqui  pra garantir o seu ;)

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Amanhã é o Dia de Bike ao Trabalho, então deixe o carro na garagem e vá de bike.

Carlos Osório, Secretário de Transportes do Rio de Janeiro, publicou há algumas horas  no seu instagram @osoriorj, que amanhã (8) é o Dia de Bike ao Trabalho. Essa iniciativa nasceu da Liga Americana de Ciclistas em Newport, Rhode Island, nos Estados Unidos em 1953 e acontece em datas diferentes no mês de maio em várias cidades no mundo.




No sul da Califórnia, por exemplo, a empresa que gerencia o sistema de metrô por lá, a Metrolink, oferece passagens de graça para ciclistas no Bike to Word Day. Na cidade de Boulder, em Colorado, 11 dos maiores restaurantes e padarias ofereceram café da manhã para qualquer pessoa que chegasse no estabelecimento de bicicleta em 2012. Vários famosos também já aderiram a bike para ir para o trabalho, como o ator brasileiro Rodrigo Hilbert e a modelo internacional e blogueira da Vogue Alexia Chung.


Uma ótima iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro foi o Sistema de Bicicletas Públicas, visando oferecer à cidade uma opção de transporte sustentável e não poluente. Implantado e operado pela empresa SERTTEL, com parceria do Banco Itaú, o projeto conta com 60 estações e 600 bicicletas, distribuídas nos bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Botafogo, Urca, Flamengo e Centro. Saiba como usar sua bike do Itaú
.




 

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Diquinhas para economizar luz e se safar nessa crise

A crise hídrica - a pior dos últimos 84 anos (!) - que muitos estados do Brasil estão enfrentando prenuncia um possível apagão no país. Por quê? A nossa maior parcela de energia é originária das hidroelétricas que são movidas por - surpresa - água. Logo, economizar energia é tão importante quanto refletir sobre o consumo da água.

Exatamente por isso, um dos maiores vilões da conta de luz da sua casa. Nós sabemos que deixar de usá-lo neste calor é simplesmente impensável, mas dá para diminuir seu gasto tomando alguns cuidados. O primeiro eles é na hora da compra: escolha a capacidade compatível com seu ambiente. Quanto mais BTU's, mais frio (e mais gasto de energia também!). Para ter uma ideia, um aparelho de 7.500 BTU gasta, ligado por 6h todos os dias do mês, 180 kWh, o equivalente a o que uma lâmpada gastaria durante 4 meses e meio sem ser apagada. Já o de 10.000 BTU, consome 240 kWh, 30% a mais.

Outros jeitos de economizar com o ar condicionado são: manter o filtro sempre limpo, portas e janelas bem fechadas, não bloquear a grade de ventilação e, mais importante, desligar o aparelho sempre que sair do ambiente.

Evite, também, banhos quentes entre 18h e 21h, horários de pico de consumo, o que atrapalha o fornecimento de energia. E nem pense em adaptar resistências caso venham a queimar! Este conserto doméstico pode aumentar seu consumo ou até mesmo causar acidentes durante o banho.


Pode parecer que não, mas eles continuam gastando luz mesmo depois de 100% carregados. Evite, por exemplo, que seu smartphone fique carregando durante a noite inteira.

Não coloque também roupas para secar na parte de trás, elas irão esquentar o motor do eletrodoméstico.

Ao viajar por muito tempo, procure esvaziar sua geladeira e desligá-la da tomada. E não esqueça de manter a borracha de vedação em bom estado! Se ela sair com facilidade, hora de substituir a borrachinha!

Ah, aquela máxima que estamos usando para quase tudo em termos de economia também vale aqui: desligue da tomada sempre que não estiver usando.

Se você e mais alguém dentro de casa estiverem vendo o mesmo programa na TV, por que não confraternizar? Assim vocês cortam o gasto de energia pela metade - da tv e da ventilação ;). Procure também não deixar aparelhos de som e videogames em stand by e, sempre que possível, desconecte-os da energia.

Muito importante: ao comprar lâmpadas e eletrodomésticos, dê preferência aos que possuem o Selo Procel de economia de energia (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Estes são validados como consumidores de energia moderados. A natureza e o planeta agradecem!




Fonte: Portal Light

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Água: como economizar?

também fosse sentida em outros estados. Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais já têm alguns pontos de deficiência no abastecimento do recurso.

A gente sabe que nosso país é um dos mais fartos do mundo em água doce e é um pouco revoltante que, mesmo assim, estejamos passando por crises hídricas tão sérias.
Mas você já parou para pensar que boa parte disso seja culpa dos nossos hábitos?

Exatamente pela abundância que o brasileiro sempre desfrutou, nunca se importou em como usar a água. Então, o que podemos fazer, individualmente, para ajudar a reverter essa situação?  Separamos algumas dicas fáceis para reduzir o consumo diário de água em menos da metade. Confira:


- O banho é o principal vilão no consumo de água. Evite banhos longos – no máximo 10 minutos – e feche o registro enquanto se ensaboar ou lavar o cabelo. Deixe para escovar os dentes na pia e não embaixo do chuveiro, já que este gasta muito mais! Por minuto de registro aberto consumimos impressionantes 10L de água num chuveiro elétrico e 16 (!) em duchas aquecidas a gás. Por isso, quanto menos tempo, melhor. Se seu chuveiro é do segundo tipo, aproveite também para deixar um balde dentro do box enquanto ele atinge uma temperatura agradável e use esta água para dar descarga, colocar roupa de molho etc. Os aquecedores a gás duram de 3 a 4 minutos para esquentar seu banho, o que representa até 64L indo ralo abaixo, literalmente.

Para a pia, a recomendação é a mesma:

e experimente usar o mesmo copo algumas vezes. Deixe a louça de molho na pia com água e detergente por uns minutos e ensaboe. Repita o processo e enxágue. Sem desperdício, é possível gastar apenas 20L em todo o processo. Se você tiver espaço, compre uma lava-louça: ela também gasta, em média, 20L de água por lavagem completa, ou seja, muito menos que lavar a louça por 15 minutos na pia.

Sobre o chão: use um balde com água, vassoura (ou rodo) envolta num pano. 


. Use o regador em vez da mangueira e experimente colocar água cedo pela manhã ou de noite, assim diminuímos a evaporação da água nos vasos, fazendo com que ela dure mais tempo.


. Isso já é maior que a quantidade diária indicada pela ONU de 110L por pessoa. Por isso, sempre use sua capacidade máxima! E, no tanque, você já sabe: registro fechado sempre!




Simples, né? De pouco em pouco, fazemos a diferença!

Fonte: Sabesp

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Nova York proíbe isoporzinho

É, na verdade Nova York proibiu recipientes de isopor, logo nem pensar em fazer um isoporzinho lá no Central Park, no Brooklyn etc, vai pegar malzão. O isopor tem grande impacto ambiental: leva 150 anos para ser degradado,  estimam estudos.  Além do enorme tempo de decomposição, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos e ingeridas por cetáceos e peixes, como acontece com o plástico, afetando o sistema digestivo e causando a morte dessas espécies.

Por isso, desde 2013, a prefeitura de Nova York estava tentando proibir o uso de isopor em recipientes, usados para transportar café e comida. Mas só agora, depois de inúmeras pesquisas sobre a possibilidade de reutilizar o material, o prefeito Bill de Blasio conseguiu aprovar junto à Câmara a proibição.




A partir de junho deste ano estará banida toda e qualquer embalagem feita do substrato do petróleo nos restaurantes e lojas nova-iorquinos. Apesar de não ser pioneiro, o passo dado pela cidade é enorme, já que, apenas em 2014, Nova York descartou um total de 28.500 toneladas de recipientes de isopor - lembrando que este volume é gigantesco, já que o material é ultraleve.

Com isso, Nova York se junta a outras 70 cidades dos Estados Unidos que adotaram medida parecida, entre elas Washington, San Francisco, Seattle e Minneapolis, esforço que contou com a adesão de grandes empresas para buscar alternativas de recipientes. Aqui no Brasil, por exemplo, a CBPAK - empresa nacional de tecnologia que pesquisa, desenvolve e comercializa embalagens biodegradáveis e compostáveis - já disponibiliza copinhos, bandejas e recipientes customizados térmicos feitos a partir de fécula de mandioca.




Na alternativa mais divertida, são utilizados corantes orgânicos, próprios para o uso em comida. E eles são bem resistentes! Aguentam de 20°C negativos a cerca de 75°C positivos, ideal para as comidas que amamos, desde o capuccino até o sorvete gourmet.

Já pensou se as cidades brasileiras adotassem? Estamos torcendo.

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Para ler no metrô: O Poder do Hábito

Seus hábitos ajudam o planeta ou consomem demais dele? E para sua saúde, o que eles fazem? Sua vida financeira está controlada? Se a resposta para alguma dessas questões não for lá muito positiva, temos uma boa notícia: até os mais antigos dos hábitos podem ser mudados.

Essa é a teoria do repórter investigativo Charles Duhigg no livro "O Poder do Hábito", baseado na leitura de centenas de artigos acadêmicos, entrevistas com mais de 300 cientistas e executivos, além de pesquisas realizadas em dezenas de empresas.  Através dessas fontes, Duhigg percebeu que os hábitos são criados para poupar o indivíduo de pensar ao executar tarefas simples como tomar banho, dormir ou comer. Assim, os hábitos ajudam a preservar energia para coisas complicadas. O problema é quando o hábito é criado para automatizar algum comportamento prejudicial, como não separar o lixo orgânico do reciclável, sair do sedentarismo etc.




No entanto, a obra de Duhigg - na lista dos bestsellers do New York Times por mais de 20 semanas - defende que todos os hábitos começam com um padrão psicológico: uma deixa, o comportamento em si, a recompensa e a repetição. Por exemplo, se deixamos de ir um dia à academia para dormir mais tempo, encontramos um prazer imediato e esse prazer não nos permite quebrar este ciclo. Assim, apesar de parecer difícil transformar maus hábitos, isso é possível. Basta que exista uma consciência dos motivos que nos levam a eles e por que queremos mudar para, então, criarmos uma nova rotina com disciplina.

Um dos exemplos citados pelo autor no livro diz respeito a ele próprio. Duhigg explica como conseguiu parar de consumir cookies todo dia em meio ao expediente: ele entendeu que o hábito o levava diariamente a uma cafeteria para comê-los, mesmo sem fome, porque as visitas diárias eram, na verdade, uma necessidade de socialização. Começou, então, a levantar no mesmo horário e procurar alguém para conversar durante 10 minutos. A partir de então, nunca mais comeu cookies durante os dias de trabalho. Um novo hábito foi criado.

Assim, maus hábitos, como fumar ou comprar demais, são superados quando aprendemos novas rotinas e a praticamos incessantemente. Se exercitar, evitar produzir lixo desnecessário ou procurar novas formas de consumo consciente podem ser tornar um comportamento tão cotidiano e natural quanto comer, se espreguiçar ao acordar ou escovar os dentes, basta querer e se dedicar algum tempo a seu novo intuito.

É pra ler pra ontem!

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O Manifesto

MENOS 1 LIXO 

“salvando o planeta 1 copinho por vez” 

Há quase dois anos, assisti a um filme que mudou minha vida. Eu não achava que um filme poderia mudar a vida de ninguém, mas sim, isso também pode acontecer com você. 

O filme em questão — um documentário, na verdade — chama-se “Trashed: para onde vai nosso lixo”. Nele, Jeremy Irons percorre diversos lugares do planeta atrás da resposta de uma pergunta que quase nunca nos fazemos: para onde vai o resto de tudo que eu consumi? E quando eu falo tudo, é tudo mesmo: desde um simples guardanapo de papel até os gases emitidos pela indústria. Qualquer coisa! O filme é muito impactante e mexeu comigo num grau que eu nunca imaginaria. O que mais me impressionou foi a quantidade de plástico descartada no mundo e que acaba nos oceanos. Sim, aquela história da ilha de plástico no Pacífico, que deve ter duas vezes o tamanho do Estado de São Paulo, existe e é formada por 4 milhões de toneladas de plástico. Mais do que isso: grande parte dos peixes e frutos do mar que eu, tu e eles consomem no mundo têm micropartículas de plástico. Vou repetir: grande parte dos peixes e frutos do mar que nós comemos têm plástico! Isto significa que quando você come aquele atum maravilhoso num restaurante caro — além do mercúrio, que já sabemos — você pode estar ingerindo micropartículas de plástico. E estes detritos matam aves, tartarugas, peixes... e você! 

Saí do filme revoltada, puta mesmo com o governo que não recicla. Amaldiçoando a máfia que joga o lixo em países menos desenvolvidos (aquela outra história dos contêineres de lixo hospitalar que são despachados dos ricos para os pobres — sim, leitor, isto também é verdade). Repudiando o american way of life que prega esse consumo sem fim e sem consciência.

Depois da mega revolta pensei: “Tá: mas o que eu posso fazer pra reverter isso?” Porque se ficar esperando a reciclagem do lixo no Rio aumentar de 3% para 80%, como é em São Francisco, eu tô ferrada. E quem me conhece minimamente sabe que esse lance de esperar o outro fazer não é comigo. Sou mão na massa mesmo! 

Daí veio uma ideia SIMPLES de como mudar a MINHA parte nesse descarte louco que vemos por aí. Porque eu, tu e eles fomos acostumados a um modelo de vida em que tudo é descartável. E nem vou me aprofundar em como descartamos pessoas, momentos e que tais; vamos focar aqui no descarte de coisas, toda sorte de coisas, toda sorte de lixo. Coisas a princípio inofensivas como uma sacolinha de plástico pequeníssima que dão para a gente quando compramos uma aspirina na farmácia. Que se torna lixo. Mais um lixo. 

Pois então: como podemos produzir MENOS um lixo? Mudando simples hábitos, claro! Jogando menos coisa fora, literalmente. Já que a minha cidade não recicla, o lance não é jogar na lata de lixo certa — que já é um superavanço, vamos combinar.  A grande sacada é jogar MENOS COISA FORA. Meu clique foi entender que a grande questão é produzir MENOS um lixo. Unzinho, um simples lixo a menos, faz uma GRANDE diferença A MAIS. Imagina se todos os habitantes do Rio de Janeiro jogassem menos uma garrafa PET por dia no lixo. Seriam mais de 1,5 toneladas a menos de plástico descartado naquele dia. 

Tá: então o lance é produzir MENOS um lixo. Mas que lixo? Lembrei dos peixinhos no mar com a barriga cheia de tampinhas de plástico e das tartarugas que morrem asfixiadas com sacos plásticos enrolados na cabeça — aquele inofensivo saquinho da aspirina, sabe? Tipo ele! E decidi: vou diminuir ao máximo o uso de copo descartável. Porque eu posso sim levar uma garrafa pra academia, e, mais do que isso, posso andar com um copo na minha bolsa! E aí fui atrás “do copo”, e lembrei daqueles que a gente usava em São Lourenço e Caxambu antigamente pra beber a água das fontes, sabe qual? 

Se você é da minha geração ou mais antiga, vai lembrar. Entrei na internet, procurei e achei uma versão moderna deles. Comprei 20 copinhos retráteis de metal, e passei a andar com o meu na bolsa. Minha ideia era contar quantos copos de plástico eu deixaria de jogar fora depois de um ano usando o meu tipo portátil. E para ajudar a inspirar outras pessoas que querem fazer MAIS COM MENOS (e não sabem por onde começar), imaginei que documentar isso tudo num diário virtual seria uma boa.

E desde então meu copinho tem me acompanhado, há quase dois anos. Acabei não criando o diário na época, porque sempre tinha um projeto, um cliente, um problema urgente para resolver. Mas comecei a prestar mais atenção no descarte de tudo à minha volta — tudo mesmo: do uso exacerbado de papel toalha que o povo seca o rosto na aula de running na academia, até a máxima: “mais barato jogar fora do que consertar sua geladeira”. Oi?!?

E hoje, com muita alegria, eu lanço OFICIALMENTE o projeto “Menos 1 Lixo”, uma forma de contabilizar quantos copinhos plásticos deixarei de usar durante um ano. Ou, em outras palavras, quanto lixo deixarei de descartar neste tempo. É um diário virtual despretensioso — não sou estudiosa do tema, engenheira ambiental, nem ecochata. Sou apenas uma pessoa engajada em preservar o planeta com uma ideia de como fazer a minha parte sem esperar o outro mudar. Vamos fazer e acontecer.

E convido a todos — tu, ele, o vizinho, vós — a pensarem e a participarem deste movimento, um movimento de conscientização para cuidarmos mais do planeta em que eu quero viver hoje e que eu quero ver vivo amanhã.

Quantos peixes a gente quer matar ou deixar vivos? Em que cachoeira eu quero mergulhar? De que forma simples e fácil eu posso contribuir pra um mundo mais preservado, mais harmônico, mais feliz?

Vem comigo! Vamos juntos produzir menos lixo, menos 1 que seja, pra ter mais qualidade de vida, mais natureza, mais recursos pra produzir mais felicidade — que é o que conta! Porque somando o 1 de todo mundo chegaremos a 1 milhão, 1 bilhão, 1 trilhão de anos a mais para o planeta. E isto é muita coisa!!

Meu nome é Fe Cortez e eu sonho com meu planeta com Menos 1 Lixo!

#menos1lixo

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