O resultado do Desafio Armário Cápsula

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M1L

O Desafio Armário Cápsula foi um projeto incrível idealizado pela Fe Cortez e desenvolvido à muitas mãos, desde a parceria linda com a C&A, com a Vivi Cardinali, o mergulho do Pedroca no Carnaval, de toda a equipe de produção, edição e de conteúdo... muita gente bacana se envolveu no processo e encarou o Desafio de viver com menos roupa e mais sentido. E, claro, que as estrelas foram as desafiadas, que arrarasam no processo durante um pouco mais de um mês e documentaram tudo ao longo da websérie. A Fe reuniu as meninas pra um bate-papo na Ahlma, dá um play:

 

Mas nós somos inquietxs por aqui e queremos saber mais! Por isso, perguntamos algumas coisinhas pras meninas... Vamos lá?   Josy Ramos   

  O que mais você sentiu falta durante o processo e que ficou na mala? Senti falta de ter muitas opções pra criar, pois com poucas peças, me senti um pouco limitada. Mas vi que era apenas psicológico mesmo (risos). Qual a maior surpresa durante o desafio? Perceber que não preciso ter tanta peça de roupa no meu armário, porque eu realmente acreditava que eu precisava de muito! Quais as maiores tentações durante o processo, pensando no seu trabalho (estar dentro de uma loja e no ambiente de consumo)? Eu achei mais fácil do que eu pensava, acho que minha mente entendeu muito fácil que eu não precisava comprar nada que nem rolou vontade de comprar não. Rolou muita repercussão entre as colegas no trabalho? Sim!!! Todo dia quando chegava ou ia embora elas comentavam dos meus looks e sempre queriam saber como estava sendo esse processo. Você incentivou alguém a encarar o desafio? Tive várias seguidoras que curtiram muito e já aderiram o AC, algumas amigas já me pediram ajuda e estão só aguardando eu visitar o armário delas e fazer a limpa pra começarem o AC.   Ju Shalch https://youtu.be/PSuOwgw07zU   Carla Lemos

  O Armário Cápsula funcionou bem pros dias de home office? Fez sentido? Super funcionou, porque a maior parte dos dias de home office passei de short e camiseta mesmo (risos). Dei uma caprichada nos primeiros dias, mas depois nos dias que não tinha compromisso na rua, fiquei no básico mesmo. O Armário Cápsula foi importante pra pensar como ser mais sustentável de outras maneiras? Nossa, sim! E eu me peguei pensando muito em como abrir e expandir o uso do meu armário pra mais gente, como minhas amigas mesmo. A gente já faz muito isso com casacos de neve, mas talvez dê pra compartilharmos mais os nossos armários de um modo mais regular. Rolou usar todas as peças? Sentiu falta de alguma que não entrou no Armário Cápsula?Acabou que nem usei todas as peças e foi ótimo pra ver que realmente dá pra viver com muito menos, sabe? Mas no final do desafio eu já senti falta de algumas coisas.Você incentivou alguém a encarar o desafio? Muita gente! Espalhei muito a palavra do guia da Vivi pra galera que tava se sentindo insegura. Ray https://youtu.be/zZ5YkwHezf0    

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Sobre o movimento

Em 1º de Janeiro de 2015 nascia o Menos 1 Lixo, um desafio pessoal da Fe Cortez, de produzir menos lixo e provar que atitudes individuais somadas constroem um mundo mais sustentável.

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Esporte e sustentabilidade

Nada está desconectado da sustentabilidade. Desde os nossos hábitos em casa, no trabalho, e, claro, até o lazer! Não adianta ser ativista em casa, se você ainda usa copinhos descartáveis quando vai ao estádio ver o jogo do seu time, né? Com o clima da Copa do Mundo rolando, vamos te dar um top 5 esportes e clubes que dão o exemplo de que o meio ambiente tá, sim, com essa bola toda! :)

 

  1. CRÍQUETE

O críquete não é um esporte muito comum no Brasil, mas é bem popular no Reino Unido, na Índia e no Paquistão. É parecido com o basebol e foi inspirado em um jogo da Idade Média chamado stoolball. O Estádio de Chinnaswamy, em Bangalore, na Índia, deu um show: adotou uma política Lixo Zero e investiu em fiscais para educar a galera a separar o lixo corretamente durante os jogos. São 40 mil espectadores a cada jogo, que geram até 4 toneladas de lixo! A separação é fundamental pra que o lixo tenha a chance de ser reciclado e, no caso do orgânico, que possa ser compostado. Os vendedores que usam descartáveis foram orientados a usarem “louça” de amido de milho. 

Já na capital da Inglaterra, o campo Kia Oval determinou que em 2 anos não usarão mais plásticos de uso único, proibindo desde já canudos e sacolinhas plásticas.

 

  1. MARATONA

Em Londres, a galera tá estudando formas de eliminar as garrafas PET durante as maratonas na cidade. Esse ano rolou a tentativa de usar copos biodegradáveis e/ou compostáveis pra tentar reduzir o número de garrafinhas por evento. Foram distribuídos 90 mil pelos corredores e as 760 mil garrafinhas foram recolhidas pra reciclagem.

No Rio, rolou uma polêmica sobre a maratona que deixou um rastro de lixo pela cidade. Muitas foram as denúncias de que os corredores não se preocupam com a Cidade Maravilhosa.

Ainda falando de corridas, vale dar uma pesquisada sobre o plogging, que é uma corrida que mistura jogging com recolhimento de lixo. O primeiro rolou na Suécia em 2017, quando uma galera resolveu correr com um saquinho pra recolher todo o lixo que encontrava pelo caminho. Existem várias outras corridas parecidas pelo mundo :)

  1. COMMONWEALTH

Esse ano realizada na Austrália, os Jogos da Commonwealth são multi-esportivos e recebem mais de 5000 atletas. Na Golden Coast, os balões de gás foram proibidos durante os eventos e todos os torcedores foram orientados a levarem a sua própria garrafa de casa ou um copo reutilizável para beberem água nos bebedouros distribuídos pela região.

  1. BASEBOL

Nos EUA, o White Sox, time de basebol, decidiu servir todas as bebidas dos jogos sem canudinhos plásticos. E isso é incrível, porque são 215 mil por temporada

  1. FUTEBOL

Claro que por último, vamos falar de futebol! No Reino Unido, o Tottenham Hotspur anunciou, em abril, que não venderia mais plásticos descartáveis no estádio a ser inaugurado na próxima temporada. Também o principal campeonato de futebol dos EUA e do Canada, o Major League Soccer se uniu à Adidas e foram distribuídos kits de consumo consciente no estágio em parceria com a Parley e todos os clubes usaram a camiseta feita com resíduos plásticos encontrados nas praias feitas pela Adidas Parley 2018 MLS.

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A mulher que descobriu a quantidade de lixo que  colocamos no mar

Na Semana do Meio Ambiente, nós lançamos o primeiro episódio da websérie Mares Limpos, “Estamos criando um oceano de plástico?”, em que a Fe Cortez expõe os números alarmantes dos impactos do plástico nos oceanos, no ecossistema marinho e na nossa saúde. Ainda não assistiu? Dá um play

 

Uma das entrevistadas foi a professora Jenna Jambeck, uma norte-americana poderosa, que foi a primeira pesquisadora a definir a quantidade de plásticos que já descartamos nos oceanos. Ela é professora da Universidade de Georgia e engenheira ambiental e até hoje conduz pesquisas sobre o lixo marinho e resíduos sólidos. Um novo paradigma foi criado por ela, que coordena o Grupo de Pesquisa Jambeck, nos EUA.

Jenna participou de um grupo de mulheres cientistas, o Exxpedition, que viajam por aí pra tornar mais claro o que não é visto, desde as toxinas que ingerimos até as que colocamos no mar. Elas são ativistas e especialistas em lixo marinho ao mesmo tempo em que lutam pela valorização da mulher na ciência. Jenna foi para a expedição no Oceano Atlântico com outras 13 mulheres em 2014.  Rola um documentário, vale a pena dar uma olhada.

Ela também é co-criadora do aplicativo Marine Debris Tracker, pra ser usada pelos cidadãos e cientistas do mundo todo como uma iniciativa de registrar o lixo marinho pelo mundo. E por ela ser tudo isso e mais um pouco, resolvemos exibir a entrevista na íntegra que a Fe Cortez fez com ela em Cancun, no Ocean Summit, pra dar voz a uma mulher tão incrível em um conteúdo inédito em português. Lembra de habilitar a legenda, tá?

 
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Você conhece a Fenz Brazil?

Acreditamos que a arte, o design e as mídias podem transcender as fronteiras e inspirar uma mudança positiva. O projeto SaveOurOceans da Fenz Brazil veio para ajudar a dar aos oceanos a voz que eles desesperadamente precisam. Veio passar a mensagem da importância conservação marinha através do consumo consciente. Sabemos que nossos oceanos são um sistema de suporte de vida da Terra, fornecendo 70% do oxigênio que respiramos, um sexto da proteína animal que comemos, remédios que nos mantém vivos e saudáveis e muito mais. Nós humanos causamos impactos na forma de sobre pesca, no desenvolvimento costeiro e industrial, nas mudanças climáticas, nos plásticos e outras formas de poluição que afetam a saúde de nossos mares. Infelizmente esses problemas críticos são muitas vezes complexos e difíceis de entender e a arte, o design tem a oportunidade de traduzir esses fatos em histórias e que engajam o público e aumenta a conscientização.

Tudo começa com uma inspiração e tomamos essa causa como nossa responsabilidade. Transformamos o processo produtivo dos nossos produtos para uma cadeia sustentável e selecionamos fornecedores que estão em sintonia com nossos princípios, além de nos aliar à ONGs que trabalham com limpeza de praias globalmente, e que ou protegem à fauna marinha para destinar % de vendas de nossos produtos e apoiar os projetos. Além disso, estamos criando uma comunidade de embaixadores que estão promovendo mudanças locais e defendendo nossos mares com colaboração criativa.

FENZBRAZIL x MENOS1LIXO

Nossa parceria com o Menos1Lixo é perfeita, pois nos permite oferecer para nosso público o acesso de um conteúdo magnífico de conscientização, além dos copos reutilizáveis que são uma ferramenta poderosa para o combate dos copos descartáveis do nosso dia a dia.

Nós encorajamos você a mergulhar mais fundo:

Poluição Plástica

Em 2050, haverá mais plástico do que peixes no oceano.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico vazam no oceano a cada ano.

Cada pedaço de plástico já criado ainda existe em algum formato ou forma.

80% do plástico no oceano vêm da terra.

Crédito:  @jumartiss
Crédito: @jumartinss

Os plásticos estão comuns de se ver na praia quanto às conchas marinhas, mas o lixo plástico é mais do que apenas um distúrbio estético, é um sinal de que nós humanos estão tratando os oceanos como uma lata de lixo.

Hoje, os oceanos e a vida marinha estão enfrentando a ameaça de várias fontes de poluição, e o plástico está entre os mais significativos. O plástico responde por 60 a 80% do lixo marinho e, em áreas de alta densidade, chega a 95%. No meio do Pacífico Norte, o plástico supera o zooplâncton de superfície de seis para um. E o plástico nunca desaparece de verdade, cada pedaço de plástico que já foi feito ainda existe. Mesmo quando queimado, decompõe-se em partículas tóxicas e microscópicas. O plástico não é um material que nosso planeta possa digerir. Como diamantes, o plástico é para sempre.

Por exemplo, quando uma garrafa de plástico é descartada de forma inadequada, as chuvas e cursos de água podem varrê-la para uma calha e, eventualmente, para o mar. Flutuando no mar, a radiação UV do sol torna o plástico quebradiço. O plástico se divide em pedaços menores a partir do atrito das ondas. No devido tempo, o plástico se decompõe em partículas micro plásticas, que são fragmentos de plástico menores que um grão de areia ou a ponta de uma agulha. As correntes oceânicas varrem essas partículas de micro plásticas para áreas chamadas de giros, onde há altas concentrações de plástico.

Quase todo organismo marinho é contaminado por plástico, desde o plâncton microscópico até as baleias, os maiores mamíferos da Terra. Animais marinhos que se emaranham em plástico podem se afogar ou morrer de fome. O lixo de plástico pode parecer comida para algumas espécies marinhas. Sabe-se que tartarugas confundem sacolas plásticas com águas-vivas. As aves marinhas ingerem seletivamente cores específicas de plástico, confundindo-as com presas. O plástico é encontrado nos estômagos de 85% das espécies de tartarugas, 43% das espécies de aves marinhas e 44% dos mamíferos marinhos.

Comer plástico pode impedir a secreção da enzima gástrica (que é necessária para a digestão) e levar o animal a passar fome. Outros problemas resultantes da ingestão de plástico são a falha reprodutiva, os baixos níveis de esteroides e a ovulação retardada. O plástico ingerido também introduz poluentes tóxicos, como DDT e PCBs, nos corpos dos animais. Quanto mais alta a cadeia alimentar uma espécie, maior a quantidade de poluentes que ela terá. Assim, as correntes sanguíneas e os tecidos dos seres humanos têm níveis muito altos de substâncias químicas nocivas, lixiviados por plásticos. Esses produtos químicos são encontrados até em recém-nascidos e no leite materno.

Impactante?

SEJA VOCÊ TAMBÉM UM MAR DE MUDANÇA! SOMOS PARTE DO PROBLEMA, MAS PODEMOS SER A PARTE DA SOLUÇÃO!

Reveja seus hábitos e pensamentos! Vamos juntos para um mundo melhor!

Ah, em especial no mês do meio ambiente 10% das vendas dos nossos copos Fenz Brazil x Menos1Lixo iremos reverter para a ONG ROUTE.

Crédito: @jumartinss

Quer saber mais sobre os nossos impactos nos oceanos? Assiste à websérie Mares Limpos e vamos juntxs mudar esse cenário!

 
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Economia Circular na Prática da HP

O lixo é um erro de design humano. Essa frase eu já disse algumas vezes, ela não é atribuída a mim, mas é a mais pura verdade. E eu explico: basta olhar a natureza e ver que nela nada vira lixo. Quando a folha cai por exemplo, sua função de fazer a fotossíntese e alimentar a árvore termina, mas ela vira alimento para a terra, para os microorganismos que vivem ali, e vira adubo para justamente alimentar a árvore de outra forma.

Tem sido assim por milênios, tudo perfeitamente encaixado em um ciclo perfeito de vida-morte-vida.

 

Aí veio o homem e inventou coisas, que ele julga muito importantes para seu dia a dia como por exemplo o celular. Mas o que acontece depois que a vida útil daquele celular acaba? Bom, ele vira lixo na grande parte das vezes. Porque as peças, os materiais, a forma como aquele celular foi desenhado e montado não previa o que aconteceria com ele depois do fim da sua vida útil como celular. E ele acaba, na melhor das hipóteses, com uma parte reciclada e o restante indo para aterros. Na melhor das hipóteses. E essa é a forma como a maior parte da nossa indústria está organizada, de forma linear.

 

Mas já existe uma outra forma de desenhar e produzir, a circular. A economia circular, que ainda está começando a ser implementada na prática, imita a natureza pensando no que acontece no pós consumo. Os produtos passam a ser criados com a sua reinserção na cadeia já desenhada e isso hoje acontece na prática em alguns modelos de negócio. Um deles é o programa Planet Partners da HP, um dos pilares de sustentabilidade da marca.

O HP Planet Partners funciona assim: você devolve, a HP recicla. Hoje ela consegue reinserir 100% do plástico recebido de seus produtos em final de vida útil em novos produtos HP. Nos Estados Unidos, cartucho devolvido para HP vira cartucho novo da HP, e aqui no Brasil, tanto cartuchos, quanto impressoras e computadores, têm seu plástico reciclado e reinserido na fabricação de novas impressoras ou outras partes e peças de novos produtos HP, como por exemplo a alcinha das caixas de notebook. Reciclar o plástico pós consumo é uma maneira de retirar ele dos aterros e principalmente dos oceanos e da natureza. E pra isso o HP Planet Partners tem um serviço de coleta e logística reversa totalmente gratuito para o consumidor, que garante que todo o plástico recebido é 100% reciclado, e as outras partes, encaminhadas para reciclagem também.

São mais de 400 pontos de coleta em todo o Brasil, lugares como Kalunga, Carrefour e muitos outros, recebem gratuitamente seus cartuchos – confira as lojas autorizadas no site www.hp.com.br/reciclar. E se você juntar mais de 5 cartuchos de tinta e/ou toners HP, eles são coletados na sua casa, ou te mandam um cupom para envio pelo correio, também gratuito. O mesmo vale para sua impressora, notebook, ou qualquer outro equipamento da marca.

E eu visitei a fábrica e vi isso acontecer na prática, é só dar o play nesse vídeo (inserção do vídeo do Youtube) para ver que incrível é o programa. E aqui no Brasil a cadeia da economia circular tem uma vantagem, porque temos parque industrial e um mercado consumidor que se complementam. Na Europa por exemplo onde a coleta é grande, e os consumidores já participam muito, não tem quase fábricas, então esse material tem que ser enviado para algum outro lugar do mundo para ser reciclado e usado de novo. Aqui, no caso da HP, não só a recicladora, o centro de distribuição e a fábrica ficam no mesmo país, como estão lado a lado no parque industrial, facilitando muito a logística e deixando de emitir toneladas de gases de efeito estufa que seriam emitidos para transporte desse material todo.

E não é só isso, a fábrica da HP é lixo zero, ou seja, não envia nenhum material para aterro, aproveitando 100% do que seria lixo e reinserindo esse material na cadeia novamente.

A parada é tão sofisticada que cada produto HP, cartucho, impressora, computador, sai com uma etiqueta de RFID, uma espécie de identidade que é lida através de um sistema de radio frequência, e que já diz para o centro de reciclagem  quando é retornado pelo cliente qual a quantidade de cada material naquele produto. Assim, quando o material que vai ser reciclado entra no centro de reciclagem da HP, os gerentes já sabem quanto terão de cada tipo de material para reinserir na cadeia. E hoje são mais de 45 toneladas só de cartuchos reciclados por mês. Parece muito né? Mas isso é só 8% do que a HP produz e comercializa por mês por aqui. E não é por falta de capacidade, é por falta de devolução dos consumidores. O programa é gratuito, ele cobre 100% do Brasil, mas mesmo assim as pessoas só devolvem 8% do que é vendido. Vamos aumentar esse número? Clique aqui pra saber mais sobre como o programa HP Planet Partners funciona e divulgue pros seus amigos. Tanta gente me pergunta como pode contribuir para um planeta com menos lixo e para ter mares mais limpos, tá aí uma forma gratuita e fácil de fazer sua parte! Você devolve, a HP Recicla!

Vamos juntos?

 

 

#publi

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Sobre os nossos Mares Limpos

O desabafo da Fe Cortez sobre o seu amor pelo mar.

Eu digo que minha história se divide entre antes e depois de assistir ao Trashed, Para Onde Vai o Nosso Lixo, documentário apresentado pelo ator Jeremy Irons, em que ele mostra, ou joga na nossa cara, o resultado de todas as nossas escolhas de consumo. Aquele copinho, aquele canudinho, aquela troca de celular, a camiseta branca, sabe ela?, pois é, tudo isso junto e no ritmo como consumimos está fazendo do Planeta Terra, o Planeta Lixo.

E eu nunca mais fui a mesma.

 

Mas entre tudo o que eu vi no filme, nada foi mais difícil do que olhar para a “Ilha de Plástico do Pacífico”, na verdade uma grande sopa 16 vezes o tamanho de Portugal, feita de plástico. Sim, nossos oceanos são o final da linha, ou da espiral, para onde nosso lixo vai. Depois de saber que 90% das aves marinhas estudadas já ingeriram plástico ou que 1 em cada 3 tartarugas foi encontrada com a barriga cheia de plástico, eu não podia mais ser a mesma.

Eu me descobri ativista ambiental, minha vida mudou em absolutamente TODOS os aspectos, e daí nasce o Menos 1 Lixo, em janeiro de 2015. E o copo do Menos 1 Lixo em junho de 2016. E palestras, programas de TV, colunas, e a nomeação de Defensora da ONU Meio Ambiente justamente na Campanha Mares Limpos, com o foco em combater a poluição plástica que como eu disse acima, termina lá, nesse corpo de água salgada que ocupa 70% da superfície do globo, unindo todos os continentes, numa analogia perfeita de como a humanidade é uma só, afinal o que eu faço aqui, reflete ali. E o ali pode ser na China, que em termos de mundo e de física quântica é também aqui. O lixo que circula o mundo pelos oceanos é a ponta do iceberg da forma como nós humanos escolhemos, a cada minuto, a maneira que queremos habitar e dividir o planeta. E temo afirmar que essas escolhas têm sido muito aquém do que nossa inteligência permite.

 

Mares Limpos é sobre isso. É uma investigação profunda, do que está acontecendo hoje e os caminhos pra gente sair da enrascada em que nos metemos. É uma websérie internacional, a minha primeira nesse formato, onde eu tive a honra e o prazer de conversar com os maiores especialistas no mundo desse assunto. Pesquisadores, cientistas, ativistas, ambientalistas, empresários, e até o Capitão Charles Moore, “o” cara que descobriu aquela ilha de plástico que doeu no meu coração, e que apresenta ela pro Jeremy Irons no filme. Eu não fui até lá com ele, ainda, mas na série vocês vão ver meu passeio no Alguita, o veleiro de pesquisa do capitão. Mares Limpos é sobre o amor pelo mar, não só o meu, que começou bem pequena nas praias do Rio e nas viagens de veleiro com meu tio Carlinhos, onde eu disse pela primeira vez que queria ser ecologista. Mares Limpos é o resgate dessa Fe pequena, que com 10 anos sentiu o chamado, que agora se concretiza sob a forma de Menos 1 Lixo. Assim como eu, a série apresenta a história de tanta gente apaixonada e indignada, essa gente que muda o mundo, sabe. Essa gente empoderada que me inspira a ir além, a ser melhor, a amar ainda mais. Os oceanos e os seres humanos. Tipo o Eric Dieters, um pescador que construiu um barco para limpar a baía de San Diego, e passa seus dias fazendo isso. Entre eles tem também o Afroz Shah, o cara que começou sozinho o que é hoje considerada a maior limpeza de praias do mundo. E ela já dura mais de 120 semanas. E ela resgatou do lixo uma praia linda em Mumbai. Mares Limpos é muito sobre esse poder do indivíduo de mudar o mundo.

 

E por fim, Mares Limpos é sobre esse sonho e essa jornada. É sobre contar essa história de forma acessível, mas mais do que tudo é sobre esse convite que eu te faço a vir comigo. Vem transbordar todo esse amor que você tem no coração sob forma de ação, de transformação e de vitória. Os bons são a maioria e a hora de agir é agora!

Juntos a gente consegue. Juntos somos mais fortes.

 

Te espero toda quinta, 19h no Youtube!

Cuidado, sua vida pode nunca mais ser a mesma...

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